Tenista responde as críticas de Greta Thunberg deixando-a desconsertada

O tenista Roger Federer respondeu às críticas da ativista mirim Greta Thunberg. Que o atacou por conta de sua relação com o banco Credit Suisse, patrocinador do profissional. Por seu histórico de empréstimos a indústrias de combustível fóssil.

O atleta suíço, vencedor de 20 títulos de torneios do Grand Slam, respondeu à cobrança dizendo que ficou “feliz de ser lembrado” das suas responsabilidades.

Federer, que está se preparando para o Aberto da Austrália, emitiu um comunicado afirmando que “tinha muito respeito e admiração” pelo movimento em favor do clima inspirado por Thunberg.

Eu levo os impactos e ameaças das mudanças climáticas muito a sério, particularmente porque minha família e eu chegamos à Austrália entre a devastação das queimadas“, disse.

Como pai de quatro crianças e um fervente apoiador da educação universal, tenho muito respeito e admiração pelo movimento jovem das mudanças climáticas e agradeço os jovens ativistas por nos pressionarem a examinar nosso comportamento e agir por soluções inovadoras“, acrescentou o esportista, concluindo: “Devemos a eles e a nós mesmos que ouçamos. Agradeço lembretes da minha responsabilidade como cidadão privado, como atleta e como empreendedor, e estou comprometido a usar minha posição privilegiada para dialogar sobre assuntos importantes com meus patrocinadores”.

Greta

Em uma postagem no twitter, a adolescente sueca disse para o tenista suíço “acordar”. Em uma crítica ao fato de ele aceitar patrocínio de um banco que já financiou projetos nada sustentáveis.

Vale lembrar que, seguindo essa lógica – um tanto inocente, mas que condiz com a idade da ativista. Seria melhor extinguir de uma vez a possibilidade de figuras públicas, como esportistas, receberem patrocínio.

O Credit Suisse já declarou que está comprometido a apoiar seus clientes na transição para modelos de negócios de baixo carbono. E recentemente anunciou, no contexto da sua estratégia climática global, que não investirá mais em novas usinas alimentadas por carvão.

Independentemente de ideologias, o histórico pouco sustentável de um empreendimento não o impede de modificar suas diretrizes com relação à proteção do meio ambiente.

Informação MBL.

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