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STJ relata pressão do STF sobre uma análise mais técnica diante das decisões que se referem às ações da Lava Jato

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STJ relata pressão do STF sobre uma análise mais técnica diante das decisões que se referem às ações da Lava Jato

Ministros que compõe o Superior Tribunal de Justiça (STJ) teriam revelado, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, uma possível pressão de colegas do Supremo Tribunal Federal (STF) para fazerem uma análise mais técnica diante das decisões que se referem às ações da força-tarefa de Curitiba. Ministros da mais alta Corte do país teriam criticado o STJ por adotar medidas que sempre são a favor da Justiça do Paraná. O termo usado na matéria é que o STJ estaria agindo como uma “chancela automática” dos atos de Curitiba. As críticas do STF acontecem no momento em que a Quinta Turma do STJ irá julgar ainda este mês um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se a decisão for favorável ao petista, ele poderá conseguir a prisão domiciliar.

A revolta do STF é que todas as decisões polêmicas acabam caindo para eles decidirem.

Lula cumpre pena por Corrupção e lavagem de dinheiro na ação do triplex de Guarujá. Ele está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Aliados do petista têm esperança que seu líder consiga a prisão domiciliar. Eles acreditam que o STJ vai rever a pena imposta ao ex-presidente na ação do triplex e diminuir o tempo de cadeia. Dessa forma, abriria chances do petista ir para a prisão domiciliar.

Além disso, a ideia do encontro é fortalecer que Lula é um preso político.

O grupo que defende Lula é formado por líderes de partidos e de movimentos de esquerda. Eles querem se unir a ponto de pressionar a Justiça para rever os conceitos prisionais. O grupo pretende divulgar que a democracia brasileira está em risco e unificar uma frente de oposição ao governo.

O encontro acontecerá no Sindicato dos Eletricitários na capital paulista e poderá reunir até 400 pessoas, segundo informou a Folha. São esperadas as visitas de Fernando Haddad (PT), Manuela D’Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (PSOL). Boulous disse que Lula foi vítima de uma perseguição e de sucessivos abusos da Justiça.

A primeira é a do triplex de Guarujá e a segunda é a do sítio de Atibaia. Somando as duas condenações, Lula chega a 25 anos de pena para cumprir. Como ele tem 73 anos, pode ir para o semiaberto se cumprir pelo menos quatro anos de regime fechado.

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