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Queima de arquivo: os mortos do caso Celso Daniel

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Queima de arquivo: os mortos do caso Celso Daniel

1) Celso Daniel : prefeito. Assassinado em janeiro de 2002

O prefeito de Santo André, Celso Daniel, foi sequestrado e apareceu morto no dia 18 de janeiro de 2002. Era ate então, o coordenador da pré-campanha de Lula à Presidência.

2) Antônio Palácio de Oliveira: garçom. Assassinado em fevereiro de 2003

Um é o garçom Antônio Palácio de Oliveira, que serviu o prefeito e Sérgio Sombra no restaurante Rubaiyat em 18 de janeiro de 2002, noite do sequestro. Foi assassinado em fevereiro de 2003.

Trazia consigo documentos falsos, com um novo nome. Membros da família disseram que ele havia recebido R$ 60 mil, de fonte desconhecida, em sua conta bancária. O garçom ganhava R$ 400 por mês.

De acordo com seus colegas de trabalho, na noite do sequestro do prefeito, ele teria ouvido uma conversa sobre qual teria sido orientado a silenciar.

3) Paulo Henrique Brito: testemunha da morte do garçom. Assassinado em março de 2003

Vinte dias depois da morte de Oliveira, Paulo Henrique Brito, a única testemunha desse assassinato, foi morto no mesmo lugar com um tiro nas costas.

4) Iran Moraes Rédua: reconheceu o corpo de Daniel. Assassinado – dezembro de 2003

Em dezembro de 2003, o agente funerário Iran Moraes Rédua foi assassinado com dois tiros quando estava trabalhando. Rédua foi a primeira pessoa que reconheceu o corpo de Daniel na estrada e chamou a polícia.

5) Dionízio Severo: suposto elo entre quadrilha e Sombra. Assassinado – abril de 2002

Dionízio Severo, detento apontado pelo Ministério Público como o elo entre Sérgio Sombra, acusado de ser o mandante do crime, e a quadrilha que matou o prefeito, foi assassinado na cadeia, na frente de seu advogado.

Sua morte se deu três meses depois da de Celso e dois dias depois de ter dito que teria informações sobre o episódio.

6) Sérgio Orelha: amigo de Severo. Assassinado em 2002

O homem que o abrigou no período em que a operação teria sido organizada, Sérgio Orelha, também foi assassinado.

7) Otávio Mercier: investigador que ligou para Severo. Morto em julho de 2003

O investigador do Denarc Otávio Mercier, que ligou para Severo na véspera do sequestro, morreu em troca de tiros com homens que tinham invadido seu apartamento.

8) Carlos Delmonte Printes: legista morto em 12 de outubro de 2005

O último cadáver foi o do legista Carlos Delmonte Printes.

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