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PT quer mandar parlamentares a Curitiba, trazer Lula de jatinho e fazer festa no sindicato

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PT quer mandar parlamentares a Curitiba, trazer Lula de jatinho e fazer festa no sindicato

 

Visitas na cela e planos

Enquanto o julgamento acontecia, Lula recebia a presidente do PT Gleisi Hoffmann, o ex-sócio de Instituto Lula Paulo Okamotto e o dirigente do MST João Paulo Rodrigues em sua cela, para uma visita.

No plano dos dirigentes do PT, tão logo fossem informados de que a soltura de Lula aconteceria, os deputados e senadores do partido se dirigiriam a Curitiba, a fim de recepcioná-lo na saída da carceragem da Polícia Federal, onde passou os últimos 19 meses.

Aos parlamentares, se juntaria apenas a militância do Paraná que estivesse no acampamento Lula Livre, em frente à sede da PF, ou que conseguisse se deslocar rapidamente até lá.

Ao contrário do que já havia feito durante o período de prisão de Lula, nem o partido, nem a Central Única dos Trabalhadores (CUT) ou o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) empreenderam caravanas de simpatizantes de outros Estados para a capital paranaense.

A ideia é que, quando liberado, Lula deixe Curitiba o quanto antes em um jatinho até São Paulo e, em seguida, se dirija à região metropolitana, berço do PT. “Não tem a menor condição de segurança para que ele voe em avião de carreira. Se a PF não disponibilizar avião, teremos que providenciar um”, afirmou um parlamentar petista.

A festa grande, com milhares de militantes, se daria então no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. “A ideia é Lula voltar para o lugar de onde ele não deveria ter sido levado pela Polícia Federal”, afirmou o deputado estadual paulista José Américo. Lula foi preso em abril de 2018, após passar duas noites no sindicato junto à militância.

Mais do que simbólico — o berço político do ex-presidente — o Sindicato é um local propício para reunir rapidamente a militância, acostumada a estar por ali, além de ser um ambiente relativamente mais seguro para Lula, já que os sindicalistas garantiriam uma certa triagem do público.

Dada a polarização política e o atentado contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em setembro de 2018, há a preocupação de que Lula possa ser alvo de algum ato de violência nos momentos em que se misture ao povo, como costuma fazer.

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Pai, casado, católico, editor de notícias e Brasileiro com muito orgulho. Um cidadão em pleno gozo de seus direitos constitucionais e de opiniões pessoais.

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