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OS BICHEIROS DA SAPUCAÍ

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OS BICHEIROS DA SAPUCAÍ

O seleto grupo que marca presença no Carnaval 2020 do Rio de Janeiro, até o momento, já inclui um condenado solto recentemente no âmbito da Operação Furna da Onça – desdobramento da Lava Jato no RJ – e três bicheiros condenados por corrupção.

Cada possui história com uma das Escolas de Samba que desfilam na Maques de Sapucaí, alguns tendo ocupado a presidência de suas escolas “do coração”.

Chiquinho da Mangueira, investigado pela Furna da Onça, foi prestigiar a Mangueira, da qual foi presidente: “A Mangueira vai brigar pelo título. Como presidente, fui campeão duas vezes”.

Condenado por corrupção e preso de novembro de 2018 a janeiro de 2019, quando obteve liminar para cumprir pena domiciliar com tornozeleira eletrônica, ainda não pôde assumir o mandato de deputado estadual, o que luta para reverter.

Eu acredito na Justiça. A Justiça é o melhor parâmetro para a democracia. Vou aguardar”.

É o mesmo caso do bicheiro Marcelo Petrus Calil, ex-presidente da Viradouro, que agora está sob o comando de seu filho, Marcelo Calil Petrus Filho.

Segundo a Operação Furacão, da Polícia Federal, Calil estava sendo preparado para tomar o lugar do pai, Antônio Petrus Calil, o Turcão, à frente dos negócios da família.

Como presidente de honra da Escola, ele desfilou com ela neste sábado (23). “Está no sangue da família. A comunidade nos ama“, afirmou antes do desfile.

Anísio Abraão David, ligado à Beija-Flor, e Ailton Guimarães Jorge, ligado à Vila Isabel, também são bicheiros condenados por corrupção.

Suas Escolas de Samba desfilam neste domingo (24), e eles pretendem desfilar junto com elas, assim como Calil.

Fontes: Revista VEJA e Jornal O GLOBO.

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