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No caso The Intercept não há censura à imprensa, mas denúncia de crime comum, de bandidos

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No caso The Intercept não há censura à imprensa, mas denúncia de crime comum, de bandidos

As denúncia feitas pela RBS e pela Abraji, hoje, segundo as quais há censura à imprensa na denúncia feita pelo MPF contra o americano Glenn Greenwald, dono do site sujo The Intercept, não são verdadeiras. São mentirosas. Jornalista não tem salvo conduto para cometer crimes.

Glenn e a quadrilha desmontada pela Operação Spoofing cometeram crimes, violando claramente o art. 5o, XII da Constituição do Brasil, além dos artigos 154 e 288 do Código Penal e o 10o da Lei 9.296/96, pelo menos estes, ao se unirem para usar dados furtados de personalidades como Bolsonaro, Moro, Dallagnol, Alcolumbre, Joice, Cid Gomes, Osmar Terra, Gilmar Mendes, Alexandre Moraes e Tarcísio Freitas. Foram 126 personalidades violadas.

A quadrilha usada por Glenn era toda composta por seis bandidos envolvidos em crimes comuns, como frfaudes bancárias, estelionato e até furto de dinheiro de contas de clientes de bancos.

Além das denúncias do hacker Luís Molição, que fez delação premiada, a PF apreendeu fartos diálogos mantidos entre Glenn e o líder da quadrilha, Walter Delgatti, além de Molição, combinando formas e edições do material furtado de autoridades, visando prejudicá-las través de denúncias no The Intercept (leia a partir da página 52 e até página 62, sobretudo 62 (diálogo entre Glenn e Molição, onde as combinações são criminosas. CLIQUE AQUI para ler.

LEIA MAIS:

Ministro Gilmar Mendes não admite que Glenn Greenwald seja sequer investigado

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Pai, casado, católico, editor de notícias e Brasileiro com muito orgulho. Um cidadão em pleno gozo de seus direitos constitucionais e de opiniões pessoais.

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