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Movimentos organizam atos neste Sábado 09/11 pela urgência da aprovação da prisão em segunda instância pelo Congresso

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Movimentos organizam atos neste Sábado 09/11 pela urgência da aprovação da prisão em segunda instância pelo Congresso

Este sábado é dia de ir pra rua pela aprovação de uma PEC que restabeleça a prisão após condenação em segunda instância! #Dia9NasRuas

Movimentos de direita planejam ir às ruas para protestar contra a decisão que acabou com a possibilidade de prisão após a segunda instância, com o Supremo Tribunal Federal como alvo preferencial.

O primeiro ato está marcado para esta sexta (8) às 18h em frente à sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na avenida Paulista.

A manifestação é promovida pelo Movimento Conservador, grupo alinhado ao presidente Jair Bolsonaro. “A decisão do Supremo acirrou os ânimos. Há uma indignação generalizada com o que aconteceu”, afirma Edson Salomão, presidente do grupo.

Essa revolta, segundo ele, não se resume à libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas também de quase 5.000 outros presos por condenação em segunda instância. “Isso aí enterra a Lava Jato, institucionaliza a impunidade”, disse.

Os discursos devem pedir o impeachment de ministros do STF que votaram contra a segunda instância e a aprovação de uma emenda constitucional que retome a possibilidade de prisão antes de esgotados os recursos.

Mas não haverá defesa de medidas como fechamento ou invasão do tribunal. “Isso a gente sempre repudia”, afirmou Salomão.

No sábado (9), às 16h, também na avenida Paulista, será a vez de dois movimentos que surgiram durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff fazerem um ato. Ao contrário do Movimento Conservador, no entanto, eles são críticos a diversos aspectos do governo Bolsonaro.

O evento é organizado pelo Vem Pra Rua, que pede “prisão em segunda instância já”. Ao grupo se juntou o MBL (Movimento Brasil Livre), com o acréscimo da defesa da PEC 410/18, que estabelece a prisão em segunda instância, e da chamada CPI da Lava Toga, para investigar possíveis irregularidades no Judiciário.

Em redes sociais de bolsonaristas e conservadores, o tom foi de forte crítica ao Supremo Tribunal Federal.

 

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Pai, casado, católico, editor de notícias e Brasileiro com muito orgulho. Um cidadão em pleno gozo de seus direitos constitucionais e de opiniões pessoais.

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