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Mandetta pretende se candidatar junto com Moro em 2022

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Mandetta pretende se candidatar junto com Moro em 2022

Veja abaixo trechos de matéria publicada no site Pleno News, que trata de uma entrevista que o ex-ministro da saúde Luiz Mandetta concedeu e falou que não descarta a possibilidade de se candidatar juntamente o ex-ministro de justiça Sérgio Moro.

Ambos tiveram problemas com o Presidente da República Jair Bolsonaro e saíram de forma midíatica. Mandetta foi ao Fantástico e deu entrevista com ar de vítima e como se fosse o herói da nação ao lidar sobre o Covid.

Já Sérgio Moro chamou toda a imprensa em sua saída e fez acusações graves contra o Presidente, além de ir ao Jornal Nacional entregar prints para tentar culpar Bolsonaro de algo que nunca foi provado.

Ambos agora, principalmente Moro, são críticos de Bolsonaro e agora o ex-ministro da justiça é colunista do O Globo e da Revista Crusoé. Com seu posicionamento mais “isentão”, o MBL e Centrão no geral tornaram Moro seu ídolo, e agora querem que ele se candidate em 2022.

Em uma entrevista concedida para a agência de notícias France-Presse (AFP), Mandetta declarou que não descarta a possibilidade de montar uma candidatura para a próxima eleição presidencial junto com Sergio Moro:

“Acho que a gente tem dever como cidadão, tanto eu quanto Moro, de dialogar com a sociedade brasileira e participar ativamente das eleições de 2022, seja como candidatos, chapa junto ou campos opostos, mas de fortalecer a democracia brasileira. [Sobre uma candidatura] Não, não tem nada descartado. Vai que rola”

Perguntado sobre a situação do coronavírus no país, Mandetta afirmou que “o pior já passou” em cidades como Manaus e Belém, mas que os números ainda apresentam uma tendência de crescimento no estado de Minas Gerais e em capitais como Curitiba.

“O pior já passou para Manaus, para Belém do Pará. Agora São Paulo provavelmente está num platô, deve estar caminhando agora para uma tendência de queda, vamos ver como essas medidas de flexibilização vão repercutir nas próximas semanas. A mesma coisa no Rio de Janeiro. Minas Gerais parece que ainda está na fase de crescimento (de casos), nessa semana Curitiba teve um crescimento desordenado”

Por fim, o ex-ministro falou sobre os processos de flexibilização da quarentena no país. Ao comentar o tema, ele respondeu que alguns prefeitos têm sido motivados a tomar decisões pressionados pelo calendário eleitoral e por isso estão definindo a situação de maneira assimétrica.

“O que a gente está vendo é essa decisão ficar com os governadores e prefeitos. Os prefeitos têm eleições em quatro meses, e estavam tomando decisões pressionados pelo calendário eleitoral. Logo, essa decisão é tomada de maneira assimétrica. Alguns estados estão melhor assessorados e tem sistemas de saúde melhores que outros. É um país de muito contraste. Vamos ver com o tempo como as coisas vão se dar”

Fonte: Pleno News

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