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JULGAMENTO PRÓXIMO: Relator termina análise de condenação de Lula sobre sítio de Atibaia

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JULGAMENTO PRÓXIMO: Relator termina análise de condenação de Lula sobre sítio de Atibaia

No CASO do TRÍPLEX o relator da Lava Jato no TRF4 levou 100 dias até enviar seu voto ao REVISOR, que MARCOU o JULGAMENTO ONZE DIAS DEPOIS}} => {{No CASO do SÍTIO o VOTO de GEBRAN ficou PRONTO em 119 DIAS}} => {{Pela MÉDIA dia 20 próximo TEREMOS NOVA CONDENAÇÃO para COMEMORARMOS}}
….> Às 18h17 desta 4ª-feira (11), o Desembargador JOÃO PEDRO GEBRAN NETO encaminhou o RECURSO de CONDENAÇÃO do LULARÁPIO da Silva no CASO do SÍTIO de ATIBAIA para REVISÃO do Desembargador LEANDRO PAULSEN, a quem cabe MARCAR a DATA do JULGAMENTO.
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O QUADRILHEIRO foi CONDENADO em 1ª INSTÂNCIA a 11 ANOS e 12 MESES de PRISÃO. Gebran também foi relator do caso Triplex e aumentou a condenação de Lula, sendo acompanhado na decisão por Paulsen e pelo desembargador Victor Laus, até então os três componentes 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4). O STF reduziu a pena de 9 anos e seis meses para 8 anos e 10 meses.

No caso do sítio de Atibaia, o terceiro voto será do ex-presidente da Corte, Thompson Flores. Victor Laus assumiu a presidência no lugar do colega em maio. Na primeira condenação de Lula, entre a entrega à revisão e o julgamento do caso, foram menos de dois meses, entre o início de dezembro de 2017 e dia 24 janeiro de 2018.
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A elaboração do voto de Gebran demorou um pouco mais no caso do sítio do que no do tríplex do Guarujá. No processo que tratava sobre o imóvel no litoral paulista, o relator da Lava Jato no TRF4 levou 100 dias até enviar seu voto ao revisor, que marcou o julgamento onze dias depois; no da propriedade no interior de São Paulo, o voto de Gebran ficou pronto 119 dias depois de a apelação chegar ao tribunal.
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Além de João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen, também participará do julgamento o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que à época da decisão sobre o tríplex era presidente do TRF4. Ele substituiu o desembargador Victor Laus, atual presidente do TRF4, na Oitava Turma.
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No processo sobre o sítio de Atibaia, Lula foi condenado em fevereiro a 12 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A juíza Gabriela Hardt considerou o petista recebeu 1 milhão de reais em propina das empreiteiras Odebrecht e OAS por meio de obras na propriedade no interior paulista, que tem como dono oficial um empresário amigo de um dos filhos do ex-presidente e era frequentada pela família Lula da Silva.

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