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Hans River muda curso da CPMI das Fake News, desmonta a tese da esquerda e afirma que disparou mensagens para a campanha do PT

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Hans River muda curso da CPMI das Fake News, desmonta a tese da esquerda e afirma que disparou mensagens para a campanha do PT

Convocado pelo deputado Rui Falcão (PT/SP) para prestar depoimento na CPMI das Fake News na tarde desta terça-feira (11), o marqueteiro Hans River do Rio Nascimento afirmou que Yacows, empresa onde trabalhava, fez disparos em massa no WhatsApp para a campanha do candidato Fernando Haddad (PT) nas eleições de 2018.

Inicialmente, deputados do PT tentaram fazer com que a sessão fosse privada, sem presença da imprensa, assessores parlamentares e exibição ao vivo nas redes sociais. Deputados da base do Governo Bolsonaro conseguiram impedir essa ação.

Hans afirmou que, em seus expedientes na Yacows, trabalhou no disparo de mensagens propagandistas via WhatsApp para beneficiar o candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, e não participou em nenhum momento da campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

Na época, o PT entrou com uma ação no TSE para impugnar a candidatura de Jair Bolsonaro, com base numa matéria escrita pela jornalista Patrícia Campos, da Folha de S. Paulo. A matéria dizia que a campanha do então candidato pelo PSL havia feito uso de disparo de mensagens contra o candidato petista via WhatsApp mediante a contratação de empresas especializadas nessa ação. O Tribunal negou o prosseguimento da ação.

O marqueteiro também afirmou que eram utilizados chips de várias nacionalidades para outras campanhas. No entanto, ao fazer propaganda para Haddad, o uso era de números nacionais. “A campanha dele (Haddad) era a única que conseguia alcançar todo o território nacional”, declarou.

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