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Gleisi Hoffmann, a “Amante”, levou propina de R$ 3,8 milhões só em 2010, conta Antonio Palocci

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Gleisi Hoffmann, a “Amante”, levou propina de R$ 3,8 milhões só em 2010, conta Antonio Palocci

É a primeira vez que um documento do Supremo confere contornos concretos à principal frente da delação do ex-ministro Antonio Palocci fechada com a Polícia Federal e homologada pelo ministro Edson Fachin, chefe da Lava-Jato no STF. A delação tem 23 anexos, envolve 12 políticos, empresas e banqueiros. Quase nada vazou até agora.

Ao lado, a amante e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo.

Fundador do PT, ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-ministro da Casa Civil de Dilma Roussef, Antonio Palocci revela que a atual presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, recebeu, de três empreiteiras, a quantia de R$ 3,8 milhões na campanha de 2010, quando se elegeu senadora pelo Paraná.Como informou a revista Veja em 2017 e reafirma hoje a publicação, agora com base no Anexo 12 da delação premiada feita por Palocci, quando o ministro ainda negociava uma possível delação com a força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, a empreiteira Camargo Corrêa repassou R$ 1 milhão a Gleisi como parte de um acordo para sepultar a Operação Castelo de Areia no STJ.

A Odebrecht, que nas suas listas tratava Gleisi como “A Amante”, já que ela foi amante de um dos seus diretores,  repassou à petista R$ 2 milhões, via caixa dois, e a OAS, do empreiteiro Léo Pinheiro, pagou 800.000 reais.

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