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Gilmar Mendes dá “piti” e dispara “Se me chamar de corrupto, toma processo”

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Gilmar Mendes dá “piti” e dispara “Se me chamar de corrupto, toma processo”

Em entrevista ao Glamurama, o ministro do STF, Gilmar Mendes, que se define como um “garantista convicto”, ao mesmo tempo em que utiliza provas ilícitas para crucificar membros da Operação Lava Jato.

Aproveitou também para tecer críticas à imprensa, ao Partido dos Trabalhadores, ao Ministério Público e, claro, ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

O ministro mais criticado do STF, e cujo pedido de impeachment já representa uma das hashtags de maior sucesso do Twitter. Atribui a indignação dos cidadãos brasileiros à abordagem feita mídia no que tange ao combate à corrupção.

“Acho que houve conúbio entre a Lava Jato e a mídia, a mídia os adotou. Tem uma disposição na lei que diz: O acordo homologado só pode ser divulgado depois da denúncia recebida. O Janot vazava isso durante, colocou em várias cláusulas que o sujeito renunciava ao direito de não divulgação. Tinham aí as famosas ‘listas do Janot’, a mídia cevou isso, e produziu esse monstrengo.”

#ImpeachmentGilmarMendesJá

Na visão do magistrado, as pessoas que sobem as hashtags #ImpeachmentGilmarMendesJá ou #ImpeachmentGilmarMendesUrgente não sabem o que estão falando ou fazendo, pois são manipuladas pela imprensa.

“Tenho muito mais irritação em relação à imprensa do que às pessoas das ruas, que às vezes não têm qualquer noção do que estão falando. Quando a [apresentadora] Leilane Neubarth faz campanha contra mim na GloboNews, eu lamento, é pessoa preparada, agora o Zé da esquina é vítima desse processo, é vítima da mídia massiva, que também estava à serviço de alguma coisa e que errou e tem dificuldade de fazer mea culpa.”

Acrescentou, ainda, que respeita a liberdade de imprensa, mas que se for chamado de “corrupto”, processará quem quer que seja.

“Sou convicto que tem de haver liberdade de imprensa, e nunca partiu de mim proibição de publicação. Mas se eu entender que sou ofendido, e não é sensibilidade exagerada, e se me chamar de corrupto [como, no seu entendimento, teria feito a atriz Monica Iozzi na manifestação que gerou processo movido por Mendes], tomo medida de processar. Processei o [jornalista, já morto] Paulo Henrique Amorim, outros jornalistas, mas não tenho projeto de enriquecer com isso, doo tudo que recebo.”

Registra-se que, embora não aceite ser ofendido, o eminente ministro não vê problema em achincalhar publicamente os membros da Operação Lava Jato e o ministro Moro, inclusive, utilizando conversas obtidas de maneira ilícita e vazadas através do site The Intercept.

Informação MBL.

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