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Folha de S.Paulo, acusa Moro de usar cargo de juiz para favorecer vitória de Bolsonaro

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Folha de S.Paulo, acusa Moro de usar cargo de juiz para favorecer vitória de Bolsonaro

Como sempre foi de costume neste país, antes do avanço da tecnologia e do surgimento das redes sociais. Jornalistas como Mônica Bergamo, Folha de S.Paulo, que levou uma invertida do jornalista Augusto Nunes, ao defender o larápio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conhecido mais pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF), como “o comandante máximo do esquema de corrupção“. Ou o jornalista Elio Gaspari, também Folha de S.Paulo, que sempre disse o que quer em seu artigos, sem ser questionado ou confrontado pela sociedade brasileira. Tanto que, em seu último artigo publicado nesta quarta-feira (20), teria reforçado uma tal “Fake News” da suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Em seu artigo, “O mistério do convite a Moro“, Gaspari teve a cara de pau em dizer que, Sérgio Moro, teria usado de seu cargo de juiz federal, para favorecer a vitória de Jair Bolsonaro, nas eleições presidencial do ano passado após ter sido segundo ele, sondado por um dos principais integrantes da equipe de Bolsonaro, Paulo Guedes, para ocupar o cargo de ministro da Justiça , se isto realmente Bolsonaro precisava para ser eleito. – “Houve um certo sincronismo entre os vazamentos da delação de Palocci e a campanha eleitoral. Moro determinou prisão de Lula no início de maio e semanas depois as confissões do ex-ministro começaram a pipocar”. E completou sua estapafúrdia, dizendo: – “Bolsonaro não falou com Moro durante a campanha, mas Guedes falou. Moro, por sua vez, informou que ‘caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão’. Parolagem, o convite já havia sido feito. Tudo seria o jogo se Moro não tivesse soltado o anexo da delação de Palocci seis dias antes do primeiro turno”. – jornalista Elio Gaspari.

O que chama atenção neste caso, é a resposta dada por Sérgio Moro ao jornalista Elio. Segundo o ministro Moro, na semana anterior ao segundo turno das eleições presidencial na qual o jornalista Elio Gaspari se refere com tão entusiasmo, Moro que dispensa qualquer comentário da sua ilibada conduta, disse que “nunca teve nenhum relacionamento ou quaisquer tratativas com Jair Bolsonaro ou Paulo Guedes. E que, portanto, rechaça qualquer tipo de insinuações com base em suas atuações como juiz”.

Toda esta afronta ao ministro Moro, se deve com toda certeza a prisão de Lula, e principalmente sobre a declaração do presidente Bolsonaro, em declarar “guerra com as organizações Globo“. Tanto que a Folha, em dar querer dar a narrativa de uma resposta de Moro ao jornalista Elio Gaspari, deixa claro a distorções do fatos. Para a Folha e seus jornalista, Moro é alvo de um pedido de suspeição feita pela defesa do criminoso, bandido do ex-presidente Lula, que só foi solto, devido a manobra manipulada por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O mesmo tribunal que libertou não somente o Lula, como a maioria dos criminosos condenados em segunda instância.

A realidade em questão, é que o caso será julgado pelos mesmo ministros que libertaram Lula. E caso seja aceito a suspeição, a sentença na qual condenou Lula, poderá ser anulada e, assim, limpar a ficha do velho larápio, em condições de disputar as eleições presidencial de 2022.

A patifaria da Folha de S.Paulo contra Moro, e contra o presidente Bolsonaro é tanta, que tiveram a discrepância em acrescentar em seu artigo, “Moro responde a colunista e diz que ‘repudia insinuações’ sobre convite para ministério”, notas das mensagens de natureza criminosa, obtidas pelo site The Intercep Brasil, na qual afirmam a proximidade entre Moro e os procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato. Querendo desta forma, colocar em duvida a conduta de Moro, em ter cometido algum tipo de imparcialidade como juiz no julgamento de empresários e políticos corruptos, inclusive a do ex-presidente Lula, não somente condenado por Moro, mas pelos desembargadores da 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), e pelos ministros do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Lei abaixo a integra da nota de Moro em resposta ao colunista da Folha, Elio Gaspari.

“Em relação à coluna ‘O mintério do convite a Moro’ do jornalista Elio Gaspari, o Ministro da Justiça e Segurança Pública esclarece, mais uma vez, que, na semana anterior ao segundo turno das eleições de 2018, foi sondado pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de ser convidado para compor o governo, caso fosse eleito o então candidato Jair Bolsonaro e que, somente após o resultado do segundo turno, recebeu o convite oficial do então Presidente eleito. O ministro Sérgio Moro reitera que, até então, não havia nenhum relacionamento ou quaisquer tratativas com Jair Bolsonaro ou Paulo Guedes. E que, portanto, repudia insinuações, sem nenhuma base, sobre a sua atuação isenta como juiz”.

Fonte: Folha de S.Paulo

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