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Falta de transparência põe em xeque sistema de distribuição de processos no STF

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Falta de transparência põe em xeque sistema de distribuição de processos no STF

Nota publicada no site “O Antagonista” fala que foi azar o fato de ter sido Gilmar Mendes o sorteado para julgar o pedido da Rede para blindar Glenn Greenwald na PF e no Coaf.

Mas quem garante que este sorteio ocorreu sem a interferência da “mão humana”, argumento usado pelos técnicos do TSE para defender as urnas eletrônicas em detrimento da utilização das cédulas de papel?

Pior do que a “mão humana” é a falta de honestidade de quem utiliza tal argumento, como se os programas utilizados nas urnas eletrônicas ou no sistema de distribuição automática de processos no STF não fossem desenvolvidos ou comandados “pela mão humana”.

Pior do que a mão humana é a falta de transparência imposta por estes dois sistemas eletrônicos, que  impedem “o olho humano” de fazer o que deveria, ou seja, fiscalizar de perto e de forma ampla não só a contagem dos votos nas eleições como também O sorteio dos juízes e relatores nos processos no STF.

A julgar pela honestidade intelectual dos que defendem a utilização destes sistemas eletrônicos programados por mãos humanas que impedem a ação do olho humano, não deve ter sido por falta de sorte que Gilmar Mendes foi o sorteado da vez.

Assim como não aceita a urna eletrônica na votação para a presidência do Senado, já passou da hora do Congresso questionar esse sistema eletrônico de distribuição de processos no STF.

Assim como não aceita a urna eletrônica na votação para a presidência do Senado, já passou da hora do Congresso questionar esse sistema eletrônico de distribuição de processos no STF.

Heberton Tavares da República de Curitiba.

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