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Fake news sobre coronavírus leva 44 pessoas à morte no Irã

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Fake news sobre coronavírus leva 44 pessoas à morte no Irã

Cerca de 150 brasileiros que vivem no Irã, trabalhando em ONGs ou empresas privadas, estão bastante preocupados com a rápida propagação do coronavírus na região. Nesta terça-feira, 10, o país registrou mais 54 de mortes causadas pela doença, batendo o recorde mundial de novos óbitos nas últimas 24 horas.

Oficialmente, o Irã tem mais de 8.000 infectados, 230 mortos e é o terceiro país com mais casos da doença no mundo. A oposição, no entanto, alega que esse número pode ser maior, já que muitos casos não estariam sendo notificados.

As ruas de Teerã, capital do Irã, e de outras importantes cidades do país têm amanhecido praticamente vazias. Faltam máscaras e álcool-gel em quase todo o país. O estoque desses produtos já acabou na Embaixada do Brasil em Teerã, e diplomatas brasileiros alocados em países próximos têm enviado remessas desses materiais.

Mas os problemas não param por ai: a falta de informação sobre a doença tem levado a erros fatais. Na última semana, começaram a circular boatos de que o álcool poderia combater o vírus.

Como a venda e o consumo de bebidas alcóolicas é proibida no país, que segue à risca os preceitos do islamismo, as pessoas resolveram tomar álcool puro, usado para limpeza, ou bebidas contrabandeadas.

O resultado foi catastrófico e mais de 40 iranianos morreram nesta terça-feira por intoxicação causada por metanol.

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