Dono da rede social Parler agradece a Bolsonaro por aderir e já esta criando versão em português

John Matze é engenheiro de software, tem 27 anos, é casado e tem uma filha. O jovem passou por empresas como Amazon e há dois anos ele criou a Parler, rede social que entrou em evidência nos últimos dias ao atrair o público conservador. Nos últimos anos Matze trabalhou mais de 80 horas semanais e agora vê seu trabalho sendo reconhecido.

Em meio a uma agenda apertada, o jovem concedeu uma entrevista exclusiva ao Pleno.News. Ele falou sobre o interesse dos brasileiros pela rede, revelou que está trabalhando em uma versão em português e agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro e seus filhos por terem aderido à plataforma. John falou sobre seus sonhos e contou que tem desejo de vir ao Brasil.

Como surgiu a Parler e como a rede evoluiu desde a sua criação?
Parler começou para resolver um problema com a censura online e algoritmos tendenciosos que prejudicam pessoas e meios de comunicação que desejam transmitir uma mensagem. Nos últimos dois anos e meio, a Parler adaptou seu design e direção para continuar a manter a privacidade e a liberdade de expressão, enquanto resolvia problemas adicionais de escala.

Como você vê o crescimento da Parler no Brasil?
É bastante impressionante e orgânico, natural. Atualmente, o Brasil é o terceiro país mais interessado na Parler, só perde para Estados Unidos e Reino Unido.

Como garantir a liberdade de expressão e a não censura?
Liberdade de expressão e não censura são os princípios fundamentais de nossa empresa. Projetamos nossos serviços para serem resistentes a boicotes corporativos. Isso tornou o desenvolvimento do produto muito mais difícil, mas valerá a pena para proteger os direitos de todos.

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