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Dinheiro dos respiradores superfaturados foi parar no exterior

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Dinheiro dos respiradores superfaturados foi parar no exterior

Os R$ 2,9 milhões usados para compra de 28 respiradores no Amazonas foram enviados para uma conta bancária no exterior, conforme informações da Polícia Federal (PF) sobre a deflagração da operação Sangria nesta terça-feira (30) em Manaus.

Em entrevista coletiva, o superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva, disse que a ação é extremamente suspeita. “Eu não me recordo exatamente o nome da empresa, mas é uma empresa sediada no exterior e esse dinheiro foi enviado para lá, o que é uma operação extremamente suspeita juntamente com todo aquele contexto que nós já tínhamos verificado”, disse.

Segundo relatório da PF a empresa que enviou o dinheiro é aparentemente de fachada e dá indícios de possível prática de crime de lavagem de dinheiro. O valor do superfaturamento totaliza a quantia de pelo menos R$ 1,7 milhão, até R$ 2,1 milhões.

Prisão de Papaiz

Alexandre Saraiva também explicou que a titular da Secretaria de Estado de Saúde, Simone Papaiz, teve prisão temporária na Operação Sangria porque a Susam é responsável por dar “o posicionamento técnico para aquisição de material médico”.

“O que nós percebemos nessa operação é que, além do superfaturamento do preço, havia também uma inconsistência, uma inadequação do equipamento que seria comprado para utilização para socorrer as vítimas da Covid-19. Por isso que o delegado entendeu por bem representar pela prisão dela”, explicou Saraiva.

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