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Coronavírus: Para Alexandre Garcia, vírus foi “fabricado” e China está lucrando com o caos

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Coronavírus: Para Alexandre Garcia, vírus foi “fabricado” e China está lucrando com o caos

“A China, que é uma grande compradora de petróleo, está comprando o combustível 30% mais barato”, disse o jornalista em artigo.

 

Após afirmar esta semana que o Coronavírus se tratava de uma “gripezinha” e que está tendo um grande exagero da imprensa, o jornalista Alexandre Garcia afirmou que a China é quem mais lucra com esse vírus. No seu comentário de toda manhã na Rádio Andaiá FM, Garcia disse que desconfia dos objetivos dessa doença e que a China está resolvendo os problemas econômicos internos com a pandemia.  Confira abaixo:

Agora a OMS classificou a doença como pandemia. A gente lembra que em 2013 a mesma Organização disse que a gripe aviária também era uma pandemia, mas a China cresceu mais graças a essa doença. A China também cresceu mais com a gripe suína e com a peste suína africana. A China também vai crescer mais com o coronavírus. No país asiático, o surto já está acabando e agora está crescendo. A China, que é uma grande compradora de petróleo, está comprando o combustível 30% mais barato. Está comprando mais barato também as commodities e o nosso minério de ferro está incluso. O país está comprando alimentos com valor mais baixo. Além de estar aproveitando para comprar empresas ocidentais cujas ações caíram de preço. Está uma maravilha para a China. Eles vão conseguir resolver os problemas internos e a inflação graças ao coronavírus.

China: Final do “pico” do surto

O governo da China declarou nesta quinta-feira (12) que o pico do surto do novo coronavírus acabou no país. Os novos casos de Covid-19 continuam em declínio, afirmou o porta-voz da Comissão Nacional de Saúde, Mi Feng, em entrevista coletiva em Pequim. Os casos surgiram no começo de dezembro de 2019, e o primeiro alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre uma pneumonia misteriosa foi dado em 31 de dezembro. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro. Nas últimas 24 horas, foram registrados apenas 15 novos casos no país. A província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, considerada o epicentro da epidemia, registrou apenas oito novas infecções. É a primeira vez que Hubei registra uma contagem diária de menos de 10 novos casos. Entre os novos casos figuram seis pessoas que chegaram do exterior. Nas últimas 24 horas, 11 pessoas morreram, e esse é o menor número desde 24 de janeiro no país mais populoso do mundo. Ao todo, o novo coronavírus já matou 3.173 pessoas na China, o país que mais foi afetado pela doença.

Impactos na economia chinesa

O avanço do novo coronavírus pelo mundo tem provocado abalos nos mercados globais e elevado as preocupações de investidores e governos sobre o impacto da pandemia nas cadeias globais de suprimentos, nos lucros das empresas e na atividade econômica, aumentando o risco de uma recessão global. Na China, o surto tem fechado fábricas e centros comerciais e deixado muitos cidadãos trancados em suas casas por medo do contágio, reduzindo dessa forma o consumo e a produção industrial. A China é a segunda maior economia do mundo, com uma participação no PIB global da ordem de 18%. Embora ainda seja difícil estimar a magnitude do choque na economia, já é praticamente consenso que a economia global e o PIB (Produto Interno Bruto) da China deverão crescer menos que o esperado em 2020. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu a previsão de crescimento da economia mundial para 2020, passando a projetar um crescimento de 2,4%, menor expansão desde 2009 e ante expectativa anterior de 2,9%, citando o coronavírus e as contrações na produção chinesa. A projeção da OCDE para a China é de uma taxa de crescimento de 4,9% em 2020, 0,8 ponto a menos do que as estimativas de novembro. Em 2019, o PIB chinês desacelerou para 6,1%, o menor crescimento em 29 anos.

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