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Com país atolado em dívida, Presidente da Argentina perde sua popularidade e tem até o fim do mês para sanar pagamentos externos

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Com país atolado em dívida, Presidente da Argentina perde sua popularidade e tem até o fim do mês para sanar pagamentos externos

Ao completar 200 dias de governo confinado na Quinta de Olivos, sob quarentena, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, está deixando para trás a prazerosa sensação de alta popularidade que o combate à pandemia lhe trouxe e mergulhando de volta, mascarado, na desastrosa situação econômica do país. Atolado em dívidas por todo os lados, o presidente que se julgava moderado e hábil nos acordos nos acordos de bastidores vai mostrando a sua cara, e ela é parecidíssima — metaforicamente, claro — com a da vice Cristina Kirchner. Isso se evidencia no congelamento de vários preços, no gasto desenfreado de dinheiro público e até em uma rumorosa tentativa de estatização, que acabou abortada.

O nó da dívida externa, maior ponto de estrangulamento do país, permanece em compasso de espera. Em maio, o governo suspendeu o pagamento de títulos públicos comprados por investidores e fundos privados que somam 64 bilhões de dólares. Desta vez, até o FMI entrou na torcida contra o nono calote. Tecnicamente, a Argentina, que no total deve mais de 300 bilhões de dólares (90% do PIB), já entrou em default, mas nenhum credor oficializou a situação. O governo tem prazo até o fim do mês para chegar a um acordo sobre um pagamento dos papéis negociados há vinte anos em Nova York. Depois disso, os credores podem mover ações na Justiça americana que virão a complicar ainda mais a situação fiscal do país.

Além disso, “A indústria automotiva, uma das mais importantes para o país, está parada. Há mais de três meses não se manda um carro de lá para o Brasil”, diz Federico Servideo, presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira

Fonte: Veja

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