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Cineasta da família que assaltou o Brasil convoca população contra Bolsonaro

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Cineasta da família que assaltou o Brasil convoca população contra Bolsonaro

A Cineasta Ana Petra Costa, (Petra Costa) de 36 anos está convocando a população, ou, a militância Lulo petista, a ‘reagir’ contra o presidente Jair Bolsonaro

Petra Costa, diretora do documentário com viés de esquerda, “Democracia em Vertigem”, que disputou e perdeu o Óscar 2020, criticou a iniciativa de Jair Bolsonaro, que, em vídeo distribuído a apoiadores no WhtasApp, fez uma convocação para atos favoráveis ao governo e às reformas.

“Que dia vai ser nossa manifestação contra tudo isso? 8 de março?”, questionou a esquerdista que goza de afinidade com a ex-presidente impeachmada Dilma Rousseff e o ex-presidente e ex-presidiário Lula

A família de Petra e a ligação com a corrupção

Filha de um dos fundadores da empreiteira Andrade Gutierrez, a mãe da cineasta é filiada ao PT desde 1997 e doou cerca de 400.000 reais a políticos da sigla desde 2010

Em uma cena no Palácio da Alvorada, Petra revelou que seu avô foi sócio-fundador da Andrade Gutierrez. Trata-se do engenheiro civil Gabriel Donato de Andrade, que, junto com Roberto Andrade e Flávio Gutierrez, fundou uma das maiores empreiteiras do país, em 1948 – o que faz da cineasta herdeira de uma empresa envolvida até o pescoço nas falcatruas do petrolão. A construtora perdeu seu status de grau de investimento da Fitch Ratings em meados de 2015, pouco antes da diretora começar a acompanhar Dilma.

A decisão da Fitch foi logo após o então presidente da companhia, Otávio Marques de Azevedo, ser preso sob a acusação de pagar subornos à Petrobras em troca de contratos. A empresa aderiu de pronto ao mea-culpa. Além de ter de devolver, em parcelas, durante oito anos, 1 bilhão de reais aos cofres públicos, a empreiteira foi obrigada a publicar um comunicado em vários jornais com um “pedido de desculpas” à sociedade e uma lista de oito sugestões de medidas para reduzir o escopo para irregularidades em obras públicas.

Petra nasceu em Belo Horizonte, em 1983. Quando tinha 1 ano, seus pais se separaram — o pai, Manoel Costa Júnior, foi o primeiro marido de sua mãe, Marília Andrade, e também se envolveu com política. Foi deputado pelo então PMDB nos anos 80 e, mais recentemente, como secretário nos governos dos tucanos Aécio Neves (com quem, aliás, Petra tem uma ligação familiar distante, mencionada no seu documentário) e Antonio Anastasia, viu-se envolvido em uma investigação que apontava fraudes na legalização de terras no norte de Minas Gerais (isso, é claro, também não aparece no documentário).

Petra usou o fato da indicação do seu filme ao Oscar para atacar o governo brasileiro lá fora, e atacá-lo com meias verdades e falsidades, o que não é justo. E o caso vai mais além.

Pesa sobre a fortuna de Petra Costa, a mais abjeta corrupção: a corrupção que atinge o dinheiro público, o dinheiro da saúde da criança pobre, sua educação, seu futuro. A Construtora Andrade Gutierrez, que pertence a sua família, só perde, na medida da régua da Lava-Jato, para a super campeã Odebrecht, na escala da corrupção. A construtora da família de Petra está na raiz dos roubos denunciados em Curitiba, e de outros, alguns por denunciar, como a quebra da telefônica Oi, mostrada em uma das melhores reportagens investigativas brasileiras, na revista “Piauí” nº 125 (fevereiro de 2017).

Aí há até uma certa lógica, no interior da contradição: defender Dilma Rousseff, para Petra Costa, é defender os companheiros quadrilheiros. Dizem que há ética entre bandidos, e este deve ser um exemplo. Petra Costa não tem como negar: é beneficiária de um dos maiores casos de corrupção do Brasil, e talvez do mundo. Até prova em contrário, o dinheiro que gasta, seja para fazer seus filmes, seja para a vida de luxo de esquerdista chique, é em parte sujo.

Petra Costa, como a mãe, pertence à classe que Paulo Francis chamava de “comunista fantasia”, e que os franceses tratam como “gauche caviar”. São os pseudo-marxistas ricos, donos ou herdeiros de grandes fortunas, que adotam uma retórica anticapitalista e pró-proletariado, mas não abrem mão dos hábitos de consumo de que só conseguem desfrutar porque possuem boa dose de capital.

Petra foi criada com a filha do Lula em París

A própria Petra Costa estudou em Nova York e Londres, nunca em sua adorada Cuba. Marília, sua mãe, presa no célebre Congresso da UNE em Ibiúna, em 1968, e seu pai, Manoel Costa Junior, sempre viveram às custas da empreiteira Andrade Gutierrez, mesmo na época do regime civil-militar. Até mesmo na época em que alegam terem vivido na clandestinidade, o que nunca ficou comprovado. Marília, quando resolveu morar na Europa (época em que hospedava Lurian, filha de Lula), foi para Paris, não para a paupérrima Albânia comunista. Foi junto com o segundo marido, Felipe Belizário Wermus, o petista argentino sombrio que escondia o próprio nome e se nomeava Luís Favre, mais tarde casado com outra “comunista fantasia”, Marta Suplicy.

Que Petra Costa gaste seu dinheiro, cuja origem não é limpa, enquanto ele não é devolvido ao povo brasileiro, o que possivelmente até não acontecerá. Mas que se abstenha de tentar pregar moralidade e simular comportamento ético. No seu caso, é muito mais que contradição.

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