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Senadores pedirão impeachment de Toffoli e Moraes por inquérito do STF

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) anunciou que apresentará na manhã desta quarta (17) uma denúncia de crime de responsabilidade contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele alega que os ministros incorreram em abuso de poder ao instaurarem um inquérito e executarem medidas judiciais por conta própria, sem a participação do Ministério Público.

O pedido também será subscrito por outros senadores. Já estão confirmados os apoios de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lasier Martins (Pode-RS), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Reguffe (sem partido-DF). A denúncia pode levar ao impeachment de Toffoli, que é presidente do STF, e de Moraes.

— O desrespeito desses dois ministros ao básico do direito brasileiro exige uma reação. Eles avançaram qualquer linha razoável na democracia. Abusaram flagrantemente do poder que têm para constranger denunciantes e críticos — afirmou o senador.

No fim do mês de março, Dias Toffoli instaurou um inquérito para investigar injúrias e ameaças virtuais contra ministros do STF. Nomeado relator do inquérito, Alexandre de Moraes expediu mandados de busca e apreensão contra sete cidadãos e determinou o bloqueio das suas redes sociais. Moraes também ordenou que uma revista retirasse do ar uma reportagem que citava Toffoli, mencionado em um depoimento no âmbito da Operação Lava-Jato.

Alessandro citou ainda um ofício da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviado ao tribunal nesta terça-feira, que sugere o arquivamento do inquérito. No documento, Dodge afirma que as decisões de Toffoli e Moraes configuram “afronta” a princípios do ordenamento jurídico, ao excluir o Ministério Público do papel de promotor de ações penais e ao concentrar todas as etapas do processo na figura do juiz.

A procuradora-geral acrescenta, ainda, que o inquérito contraria o devido processo legal ao não delimitar a investigação, pois não estabelecer, de partida, quais fatos devem ser apurados.

— Seguramente este é o primeiro pedido de impeachment que tem como lastro a manifestação da procuradora-geral da República, apontando os fatos concretos de abuso de autoridade por parte dos ministros — destacou Alessandro Vieira.

O pedido de impeachment segue para a Mesa Diretora e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deve decidir se ele será arquivado ou se terá prosseguimento. Caso seja aceito, será instalada uma comissão de 21 senadores para emitir parecer. A decisão final caberá ao Plenário. O quórum para o impeachment de um ministro do STF é de dois terços da Casa, ou 54 senadores.

as informações são da agência senado

Senadores avaliam fazer 3º pedido de CPI da Lava Toga

Decisão de Alexandre de Moraes de tirar reportagem do ar reacende pressão no Congresso por instalação de comissão

A determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de retirar do ar reportagem que cita o presidente da Corte, Dias Toffoli, pode reacender no Congresso iniciativas para a criação da CPI da Lava Toga. Senadores avaliam fazer um terceiro requerimento pela instalação da comissão, que pretende apurar “ativismo judicial” em tribunais superiores.

O senador Alessandro Vieira (PPS-SE) disse que pode fazer um novo pedido se conseguir apoio de colegas – são necessárias, no mínimo, 27 assinaturas. “Nada impede que a gente apresente um novo requerimento. A gente percebe que a busca pela impunidade está gerando situações absurdas”, afirmou Vieira, ao citar a decisão de Moraes.

Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado barrou a segunda tentativa de criação da CPI. A estratégia de Vieira agora é solicitar ao plenário que avalie o pedido rejeitado na comissão, o que depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

No sábado, no entanto, Alcolumbre deixou claro que não pretende instalar a CPI. “A maioria dos senadores entende que não é bom para o Brasil uma briga institucional.” Vieira respondeu: “Ele não tem autonomia para esse tipo de escolha de pauta”.

Nesta segunda-feira, 15, também houve reações no plenário. “Que argumento é esse usado por parte do Senado contra a CPI?”, disse o líder do PSB, Jorge Kajuru (GO). “Os ministros do Supremo estão se esmerando em criar um escândalo a cada semana e isso aumenta a demanda da sociedade por uma atuação do Senado”, afirmou Vieira.

‘Não podemos ficar inertes perante essa afronta ao Estado de Direito’, diz Deputado Felipe Barros (PSL)

O deputado Filipe Barros, da tribuna da Câmara dos Deputados, teceu duras críticas à censura feita pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, à imprensa. Filipe Barros apontou que a Suprema Corte vem se colocando como um poder acima dos outros poderes, e questionou: “Até quando nós vamos permitir que essa desvalorização de todos nós continue acontecendo?”. E acrescentou: “não podemos ficar inertes perante essa afronta ao Estado de Direito”.

Invasões de terra caem após início da gestão Bolsonaro

Nos primeiros cem dias de governo do presidente Jair Bolsonaro, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) registrou só uma ocupação de terra no País. Situação bem diferente da registrada no mesmo período de 2018, quando ocorreram 43 invasões de propriedades. O discurso de Bolsonaro pela “criminalização” de movimentos tem solapado as iniciativas de ocupação de terra. Mas não é só isso.

O movimento está mais fraco também pela falta de financiamento do setor público, feito por meio de convênios, de entidades e organizações não governamentais, algo que não ocorria nos governos do PT. Neste mês, que devia ser o marco da mobilização pelo País, os sem-terra nem sequer aparecem nos relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Os dados são usados pelo governo para antever protestos. As atividades dos sem-terra já estavam em ligeiro declínio de 2015 para cá, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), e acabaram ainda mais esvaziadas neste primeiro trimestre.

Marcado para começar a partir de quarta-feira, o Dia Nacional da Luta pela Reforma Agrária terá atos limitados a marchas, comercialização de produtos agrícolas e plenárias de debates. O abrandamento é uma decisão do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terrao (MST), cuja direção nacional quer evitar conflitos com forças de segurança nos Estados e com a ala mais radical dos bolsonaristas. “Temos de esperar diminuir o tensionamento das eleições”, disse João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do MST. “Temos de ser cautelosos.”

A facilitação da posse de armas, uma das primeiras medidas de Bolsonaro, e a atuação de milícias armadas no campo preocupam os militantes. “A criminalização dos movimentos fez com que recuassem”, explica a coordenadora executiva nacional da CPT, Isolete Wichinieski. “Para ter uma luta mais efetiva, você precisa ter um número maior de pessoas num local e dar segurança para elas. Há em muitos lugares milícias formadas e consórcios de fazendeiros que estão se juntando contra as comunidades.”

Ela observa que a Justiça também tem sido mais rigorosa com os movimentos: “Você não pode ocupar uma terra e ficar porque ela não vai ser desapropriada, há outros mecanismos e leis”. Políticos de oposição com acesso ao MST também avaliam que a inflexão dos movimentos sociais deve-se ao atual contexto repressivo, somado à poda de recursos públicos.

A única invasão de terra registrada pelo Incra nem foi promovida pelo Movimento Sem-Terra. Em janeiro, cerca de 70 integrantes da União Nacional Camponesa (UNC) permaneceram três dias na Fazenda Novo Mundo, em Itupiranga, no sudeste paraense. No governo Bolsonaro, um grupo de mulheres ligadas ao MST chegou a entrar numa fazenda do médium João de Deus, em março, na cidade goiana de Anápolis, Goiás. A invasão não entrou nas estatísticas oficiais e foi classificado pelo movimento como um ato político em protesto ao abuso sexual, crime pelo qual o líder espiritual é acusado. Numa ação anterior, em janeiro, mulheres do movimento bloquearam uma estrada de ferro da Vale próxima a Brumadinho, Minas Gerais, onde uma barragem rompeu, matando mais de 200 pessoas.

Bolsonaro é notório opositor do MST. Na campanha, o então candidato defendeu tipificar as invasões no campo como “terrorismo” e disse que os ruralistas e latifundiários deviam reagir a bala aos invasores de terra: “Invadiu, chumbo”, afirmou. No seu governo, o Incra chegou a publicar memorando orientando unidades regionais a não receber entidades que não possuam personalidade jurídica, o que na prática representava o fim do diálogo com o MST. Diante da repercussão, a medida foi anulada um mês depois.

“O discurso do presidente na campanha não foi de repressão, mas de cumprir a lei”, afirma o secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antonio Nabhan Garcia. Ele diz que o governo está determinado a não fazer vistorias de terras para reforma agrária que forem invadidas dois anos depois da desocupação, como estabeleceu uma Medida Provisória do governo Fernando Henrique Cardoso, em 2000. “Não faremos reforma agrária na base do grito e da pressão.”

O secretário afirma que o governo está “atento” a atividades do Abril Vermelho e a Justiça será logo acionada em casos de invasões de prédios públicos ou destruição de bens do Estado. “Esse governo fechou as torneiras. Não tem dinheiro para ONGs e invasores de propriedades. Não tem mais dinheiro para ser jogado na lata do lixo”, diz. “Só vai ter dinheiro para quem quer trabalhar e produzir.”

Incra vai usar assentamento para acomodar acampados
O governo prepara um vistoria em assentamentos do Incra para identificar lotes vazios e ocupações irregulares para alojar famílias que estão em acampamentos improvisados nas margens das rodovias. “Não dá para deixar as pessoas de baixo de lona nas margens das estradas em condições sub-humanas”, diz Luiz Antonio Nabhan Garcia.

O secretário especial de Assuntos Fundiários estima que há um “número elevado” de lotes que estão ocupados irregularmente por pessoas que compraram o imóvel de assentados. “Esses que estão lá nos assentamentos têm que provar que estão produzindo. Aí vai receber o título.” Ele diz que a reforma agrária não foi paralisada e afirma que o modelo “ideológico” de distribuição de terras do passado criou um passivo de R$ 1,2 bilhão com processos judiciais.

Sem acesso ao Incra, o MST quer abrir canais com o governo Bolsonaro por meio de dois ministros de confiança do presidente: o general Santos Cruz, da Secretaria de Governo, e Tereza Cristina, da Agricultura. O MST entende que o Incra teve as portas fechadas sob influência de Garcia, presidente da União Democrática Ruralista (UDR), principal organização opositora do MST.

Para o líder do MST João Paulo Rodrigues, essas alternativas podem ser viáveis para destravar as relações do movimento social com o governo. “Não somos inimigos dos militares.” Segundo ele, o movimento tem mais de 380 mil filiados e 110 mil acampados. Ele diz que o MST vive da ação das cooperativas produtoras e reclama que desde o governo Michel Temer não recebe repasses de verbas para programas de assistência técnica nem de educação na reforma agrária. “As compras de produtos das cooperativas pela Companhia Nacional de Abastecimento também foram suspensas.”

Outro tema é o combate à proposta de reforma da Previdência. Parte das ações foi combinada com outras organizações, em março, no congresso da Frente Brasil Popular. “O foco é a reforma da Previdência, que tem impacto grande na vida do trabalhador rural”, disse o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), que esteve no encontro.

com informações Estadão Contéudo

Pesquisa Datafolha, indica que cresceu a confiança dos brasileiros no STF

Pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (13), indica que cresceu a confiança dos brasileiros no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo o levantamento, 18% confiam muito no STF, 46% confiam um pouco e 32% não confiam. Antes eram 14%, 43% e 39%, respectivamente.

A mesma pesquisa indicou que as Forças Armadas são a instituição de maior confiança dos brasileiros, com 80%, seguido da Presidência da República sob o comando do atual presidente Jair Bolsonaro. O Congresso também cresceu no índice de confiança dos brasileiros. Os menos escolarizados os que mais confiam no Judiciário.

Quanto maior a idade, maior a confiança nas instituições. A maior diferença é em relação à imprensa. Enquanto 14% dos entrevistados entre 16 e 24 anos afirmaram confiar muito, entre os maiores de 60 o índice salta para 32%.

Os mais velhos (13% dos maiores de 60 anos) e não os mais jovens (7% dos entrevistados de 16 a 24 anos) consideram as redes sociais muito confiáveis.

Alcolumbre diz que CPI da Lava Toga não está na pauta: ‘Não é bom para Brasil’

Em entrevista, em Macapá, ele disse que não há previsão de colocar em pauta a proposta de uma investigação que pode acirrar de vez os ânimos entre os poderes. “A maioria dos senadores entende que não é bom para o Brasil uma briga institucional”, afirma.

Há duas semanas, ele rejeitou em plenário o pedido de instalar a CPI, mas recorreu de ofício encaminhando o caso para análise da Comissão de Constituição e Justiça. Alcolumbre minimiza a possibilidade de a proposta voltar a ser discutida no plenário. “Não temos previsão. Isso não está na pauta. Deixa ela ficar do jeito que ela está, na CCJ”, afirma.

Na entrevista, o senador se coloca como um intermediador da crise entre o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e o Legislativo. “Não vou ser mais um para criar uma discórdia no Brasil”, diz. Ele se classifica como um “pacificador”. “Quem me conhece desde vereador, conhece um Davi pacificador. Chance zero de eu brigar com alguém, a não ser que a pessoa queira brigar comigo. E (mesmo assim), se ela quiser brigar comigo do mesmo jeito, eu estando certo ou ela estando certo, eu vou pedir desculpar para gente não brigar”.

É com este argumento que “matou no peito” e enterrou a tentativa de criar uma CPI para investigar o Judiciário. Ele nega. “Não matei no peito. Eu segui a regra que consultores e advogados do Senado apresentaram para mim”, diz.

Sobre a PEC da reforma da Previdência, Alcolumbre admite que a pauta não é simpática e nunca será. Ele lembra que alguns parlamentares questionam pontos da reforma, como a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e defende que o governo não mexa no benefício, para proteger os mais humildes.

O Estado acompanhou as agendas de Alcolumbre em Macapá nos últimos dois dias. É a segunda vez que o presidente do Senado retorna ao Estado natal após assumir o posto de quarto na linha sucessória do País. “Antes (de ser eleito presidente do Senado), se eu tivesse ficado dez finais de semana em Brasília era muito. Agora, o cargo me obriga”.

Em menos de 48 horas, ele teve três agendas públicas e duas conversas privadas com políticos locais. A mais importante, para ele, foi receber o presidente Bolsonaro na inauguração do novo aeroporto da cidade, que levou mais de 15 anos para ser construído e foi alvo de investigações da Polícia Federal. O novo espaço, com capacidade para mais de 5 milhões de passageiros por ano – dez vezes a mais do que o utilizado hoje -, leva o nome do seu tio, Alberto Alcolumbre, conhecido como “Bacana”.

Veja seguir os principais pontos da entrevista que Alcolumbre deu neste sábado em Macapá.

Crise entre poderes

`A divergência, a briga, o conflito não leva a gente a lugar nenhum. Chance zero eu criar ou construir um problema como presidente do Senado. Talvez como senador, em outro momento, eu possa me posicionar diferentemente da opinião do Rodrigo (Maia), da opinião do (presidente Jair) Bolsonaro ou de algum ministro do governo. Mas, como presidente do Senado, eu represento uma instituição que tem atribuições importantíssimas neste momento que o Brasil vive. Quero ser um pacificador. O Senado da República está em paz.’

Maia x Bolsonaro

`Se houve um momento de divergência entre o presidente da Câmara e o presidente da República, o bombeiro Davi entrou em campo. Não vou ser mais um para criar uma discórdia no Brasil. Vou buscar diálogo. Falei com o presidente Rodrigo, falei com o presidente Bolsonaro e disse `olha o Brasil está precisando das instituições fortes. Presidente, o senhor é presidente da República pelos próximos quatro anos, o Rodrigo Maia é presidente da Câmara pelos próximos dois (anos) e eu também do Senado pelos próximos dois. Tem 200 milhões de brasileiros ali na porta esperando a gente trabalhar. Não vai para lugar nenhum (essa discussão)’. Então o presidente Rodrigo Maia já fez as declarações que tinha que fazer, o presidente da República já fez as que tinha que fazer e vida que segue.’

Relação com Bolsonaro

`Eu não sou obrigado a pensar e concordar com tudo que o Bolsonaro pensa. Mas, como presidente do Senado, eu vou tentar construir da melhor maneira possível um caminho para que a gente possa pacificar o Brasil. A eleição está aí, a eleição foi isso, uma divisão do Brasil monstruosa e ainda continua dividido.’

Mudanças no Senado

`A Presidência do Senado não oxigenou depois de 30 anos? Vamos oxigenar os servidores também. É bom. Olha, ninguém é insubstituível. Estamos naturalmente fazendo algumas modificações. Só isso.’

Parlamentarismo

`O que há é a vontade de alguns senadores que estão conversando sobre uma emenda constitucional sobre o parlamentarismo. Eu estou ouvindo e acompanhando. Não vou me envolver neste momento, mas a PEC vai tramitar se eles apresentarem. Tenho escutado de deputados também. Então, deputados e senadores estão falando disso. Não sei se vai ter voto, mas é uma ideia boa. (Acho que com o parlamentarismo) Não teria uma crise tão grande nas instituições como aconteceu no impeachment da presidente Dilma. Ela tinha perdido as condições de governar porque tinha tido toda aquela crise e aí o Congresso se reunia e mudava o chefe do poder. A gente tem que avaliar. Vindo, coloco em discussão.’

CPI do Judiciário

`Eu fui muito criticado sobre a decisão que tomei da CPI. Mas eu sou político eleito, presidente de um poder. Se os advogados, os consultores falaram que aquilo ali não tinha embasamento jurídico e técnico para seguir em frente. Não temos previsão (para colocar a CPI da Lava Toga para votar no Plenário). Isso não está na pauta. Deixe ela ficar do jeito que ela está na CCJ.’

Impeachment de ministros do Supremo

`Isso que não está na pauta e nem está passando na cabeça do presidente do Senado pautar isso. Estamos vivendo um momento delicado para o Brasil. Uma briga institucional não vai fazer bem para 200 milhões de brasileiros’.

A Globo vai surtar: Bolsonaro ao vivo em rede nacional

IMAGINE A CARA DE INDIGNAÇÃO DA GRANDE MÍDIA  DESTE PAÍS SE VENDO OBRIGADA A TRANSMITIR O PRESIDENTE BOLSONARO EM SUA REDES DESMASCARANDO A ELES PRÓRPIOS E NÃO PODEREM FAZER NADA, É ISSO MESMO NÃO PODENDO FAZER NADA, POIS SÃO OBRIGADOS A TRANSMITI-LO!

Jair Bolsonaro tem que ocupar espaços, tem que mostrar autoridade, tem que dirigir-se à população em cadeia nacional (ao menos uma vez por semana).

Não pode continuar apanhando e apanhando, diariamente, e aguentando calado todas as difamações e “bullying” da mídia contra ele (e contra a própria instituição da Presidência da República), sendo massacrado da maneira que vem sendo, sem fazer nada.

A impressão que a passividade de Jair Bolsonaro passa para o povo, que ainda – friso o “ainda” – o apoia é ruim, pois o desmotiva a continuar mobilizado.

Esses “cafés da manhã” com a imprensa, lá no Palácio do Planalto, são um tiro no pé, pois servem apenas para dar munição para a mídia “mainstream”, que quer sabotar o Governo, e já não esconde mais isso.

Projeto no senado acaba com a mordomia do carro oficial com motorista e placa preta

Apenas cinco dos 81 senadores dispensam carrão oficial com motorista e placa preta, e um deles, Antônio Reguffe (sem partido-DF), é o autor de um projeto no Senado que extingue a mordomia de uma vez, em todo o território nacional. Avesso a privilégios, Reguffe tem 9 assessores, enquanto outros somam até cem, e há anos “pilota” em Brasília o seu Mobi, o carro popular da Fiat. O Senado informou que, além de Reguffe, outros quatro senadores recusam carros oficiais. A informação é do jornalista Claudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

Os senadores Alessandro Vieira (PPS-SE), Confúcio Moura (MDB-RO), Eduardo Girão (Pros-CE) e Jorge Kajuru (PRP-GO) usam seus carros.

O projeto de lei 547, de Reguffe, proíbe carros oficiais de autoridades públicas, exceto o presidente da República, como Chefe de Estado.

O projeto de Reguffe foi aprovado na CCJ, mas aguarda há 50 dias que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defina seu relator.

Os presidentes da Câmara e do Senado parecem ter vergonha do carro oficial. Eles usam carros placas de carro “particular”, na verdade placa “fria”.

Lasier propõe cortar gastos do Senado: ‘podemos economizar meio bilhão’

O senador Lasier Martins (Pode-RS) informou nesta terça-feira (2) em Plenário a apresentação de Projeto de Resolução do Senado (PRS) para reduzir cerca de R$ 500 milhões, por ano, dos gastos no Senado Federal. Lasier Martins, que é o segundo vice-presidente da Casa, quer acabar com algumas despesas consideradas excessivas, como o uso de carro oficial por servidores, o acúmulo de cota parlamentar e o pagamento de função de chefia para servidor sem subordinado.

No projeto, sugere também limitar o plano de saúde para ex-senadores e familiares, reduzir o número máximo de assessores por gabinete, eliminar cargos comissionados de setores de caráter temporário, além de verificar gastos com a terceirização de serviço, o pagamento de passagens aéreas e os apartamentos funcionais.

O senador ainda propõe que se crie uma comissão para avaliar todos os gastos do Senado. Na opinião dele, a aprovação da proposta pode estimular que as assembleias legislativas e câmaras de vereadores espalhadas pelo país façam o mesmo.

— E nos estudos a que procedi junto com a minha equipe, nós podemos economizar em torno de meio bilhão de reais por ano. Isto é, o orçamento para este ano é 4,5 bilhões. Se nós quisermos, podemos economizar meio bilhão. E poderíamos direcionar para o ensino infantil, para creches, para os hospitais — disse o senador.

Renan Calheiros faz critica a Bolsonaro e diz que ‘governo que nem sequer começou vai ter de recomeçar’

Derrotado por Davi Alcolumbre (DEM-AP) na eleição pelo comando do Senado — renunciou em meio à disputa — Renan Calheiros (MDB-AL) disse que agora, no “baixo clero”, fica mais à vontade para criticar e cobrar resultados do governo.

“Se é verdade que a reforma da Previdência naufragou, como consequência, esse governo acabou. Vai ter de começar novamente. Mas é duro você vaticinar que o governo que nem sequer começou vai ter de recomeçar”, disse o senador à Época.

Disse que Jair Bolsonaro erra ao promover uma agenda beligerante na lua-de-mel, em vez de fazer juras de amor.

“Não se trata de velha e nova política. Há política e há vazio político. Confundir articulação política, negociação, coalizão com a velha política é, antes de qualquer coisa, não compreender seus limites e o que ela pode ajudar a resolver do ponto de vista dos avanços, do crescimento econômico, da geração de emprego.”

Itamaraty anuncia assinatura de 6 importantes acordos com Israel – Gov. Bolsonaro

De acordo com o Itamaraty, o Brasil decidiu estabelecer um escritório em Jerusalém para a promoção do comércio, investimento, tecnologia e inovação. Os governos do Brasil e de Israel assinaram hoje 6 acordos de cooperação.

O primeiro dos atos de cooperação relacionou-se a assuntos de Defesa e foi assinado pelo ministro Ernesto Araújo, da pasta de Relações Exteriores. O segundo ato assinado por Araújo relacionou-se a serviços aéreos. O mesmo ministro assinou, também, o terceiro e o quarto acordos: acordo de cooperação em matéria de segurança pública e combate ao crime organizado e o planos de cooperação em saúde e medicina.

Em matéria de ciência e tecnologia, o Brasil foi representado pelo astronauta Marcos Pontes, responsável pela pasta no Governo Bolsonaro. No acordo a respeito de cooperação em segurança cibernética, foi responsável o General Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.

Deputado denuncia guerra contra o presidente Bolsonaro e aponta planos da mídia

Em meio a severo pronunciamento na Câmara dos Deputados, o parlamentar Otoni de Paula foi taxativo e categórico: “Não se enganem. Nós estamos diante de uma guerra ideológica (…) Jesus falou que, quando uma casa é limpa, aquilo que é ruim sai, mas vai tentar voltar”, encetou.

“A imprensa, acostumada a nadar em dinheiro público, agora se tornou a grande inimiga desse governo que disse que a mamata acabou. Não sei quantos sabem, mas o ministro da Justiça notificou a Rede Globo por causa de sua novela ‘O Sétimo Guardião’ por não ser apropriada para menores de 14 anos. Alguém poderia imaginar isso? O Ministério da Justiça cumprindo o seu papel em defesa de nossas crianças e adolescentes e notificar a poderosa Rede Globo! Os tempos realmente são outros. Minha defesa ao Governo Bolsonaro é ideológica. Não tenho uma indicação no Governo Federal, mas tenho consciência de que esse governo não pode dar errado, para o bem do Brasil!”, declarou Otoni.

Chá beneficente com Michelle Bolsonaro arrecada R$ 5,3 mi

Um chá beneficente com as presenças de Michelle e Jair Bolsonaro conseguiu arrecadar R$ 5,3 milhões em doações. O evento aconteceu nesta última quarta-feira (27), na casa de Elie Horn, empresário e filantropo sírio-brasileiro, dono da incorporadora de imóveis Cyrela Brazil Realty.

Jair Bolsonaro discursou rapidamente para os cerca de 200 convidados. Ele falou sobre Deus e sua recuperação e prometeu trabalhar pela aprovação da reforma da Previdência.

O chá da tarde foi organizado pela Unibes, ONG que presta assistência para crianças, adolescentes, idosos e famílias submetidos à situação de vulnerabilidade social. Mais de 15 mil pessoas são beneficiadas por ano.
Ainda em 2015, Horn doou cerca de 60% do seu patrimônio para causas sociais. Os valores chegaram a cerca de R$ 4 bilhões no câmbio atual. Atualmente, ele estuda criar um fundo permanente para manter os projetos sociais da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

ANA HICKMANN PRESTIGIOU O CASAL BOLSONARO
A modelo e apresentadora Ana Hickmann também esteve no evento de caridade e aproveitou a oportunidade para conhecer pessoalmente Jair e Michelle Bolsonaro. Nas redes sociais, Ana publicou uma foto ao lado do presidente e afirmou que era “uma honra”conhecer Jair.
Após a publicação, ela foi duramente criticada nas redes sociais. Em resposta, a apresentadora disse que há pessoas que não aceitam a democracia e que “cada um tem o livre arbítrio para escolher o que achar melhor”.

Davi Alcolumbre arquiva o requerimento para a criação da CPI da Lava Toga.

Presidente do senado Davi Alcolumbre arquivou o requerimento para a criação da CPI da Lava Toga.

O presidente do Senado alegou que o pedido não cumpria os requisitos constitucionais e regimentais para a instalação da comissão.

Alcolumbre, porém, encaminhou sua decisão à CCJ do Senado, para que a comissão se manifeste e ele não arque com todo o peso da decisão final

Ministra Damares cancela a compra de R$ 42 milhões em Bitcoin para FUNAI (ÍNDIOS)

A Ministra Damares, cancelou o envio suspeito de mais de R$42 milhões para a FUNAI, que poderia ser usado em qualquer coisa, sem nenhum tipo de registro.

Além disso, o Presidente Bolsonaro se posicionou sobre o fato, através de suas redes sociais. Em suas palavras:

” A Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves cancelou envio de cerca de R$42 mi para compra de bitcoins para uso da FUNAI (índios) e a UFF. Agora, outra “estranheza” na Comissão Da Anistia: compra de HD por R$7milhões.

Veja quem são os deputados contrários à reforma da Previdência, portanto, contra o Brasil

O site Atlas Político criou uma plataforma em que divulga a intenção de voto de cada parlamentar para a Nova Previdência.

Segundo o site, os deputados foram contatados pelo Atlas Político por e-mail, telefone e presencialmente.
Os que não responderam foram classificados como indecisos, exceto nas seguintes hipóteses:
Deputados de bancadas partidárias, com posicionamentos públicos unânimes, foram classificados de acordo com o consenso do partido até este momento;

Deputados que se manifestaram por meio das redes sociais ou notícias, foram classificados de acordo com este posicionamento.

Confira o levantamento:
No Acre, os deputados Jesus Sérgio e Perpétua Almeida são contrários.
Em Alagoas, os deputados Paulão e Tereza Nelma são contrários.
No Amazonas, somente José Ricardo é contrário.
No Amapá, os deputados Camilo Capiberibe e Professora Marcivania são contrários.
Na Bahia, os deputados Afonso Florence, Alex Santana, Alice Portugal, Antonio Brito, Bacelar, Daniel Almeida, Félix Mendonça, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Lídice da Mata, Marcelo Nilo, Nelson Pellegrino, Otto Alencar, Pastor Sargento, Uldurico Junior, Valmir Assunção, Waldenor Pereira e Zé Neto são contrários.
No Ceará, os deputados André Figueiredo, Capitão Wagner, Célio Studart, Denis Bezerra, Domingos Neto, Eduadro Bismarck, Idilvan Alencar, José Félix, José Guimarães, Júnior Mano, Leônidas Cristino, Luizianne Lins, Mauro Benevides e Robério Monteiro são contrários.
No Distrito Federal, apenas a deputada Erika Kokay é contra a Nova Previdência.
No Espirito Santo, a trinca comunista, Helder Salomão, Sergio Vidigal e Ted Conti são contrários.
Em Goiás, a trinca comunista, Elias Vaz, Flávia Morais e Rubens Otoni são contrários.
No Maranhão, o quarteto socialista, Bira, Gil, Márcio Jerry e Zé Carlos são contrários.
Em Minas Gerais, os deputados André Janones, Áurea Carolina, Emidinho Madeira, Júlio Delgado, Leonardo Monteiro, Margarida Salomão, Mário Heringer, Odair Cunha, Padre João, Patrus Ananias, Paulo Guedes, Reginaldo Lopes, Rogério Correia, Gonzaga, Vilson da Fetaemg, Weliton Prado e Zé Silva são contrários.
Em Mato Grosso do Sul, a dupla Dagoberto Nogueira e Vander Loubet são contrários.
Em Mato Grosso, somente a professora Rosa Neide é contra.
No Pará, os deputados Airton Faleiro, Beto Faro e Edmilson Rodrigues são contra.
Na Paraíba, os deputados Damião Feliciano, Frei Anastacio e Gervásio Maia são contra.
Em Pernambuco, os deputados Carlos Veras, Danilo Cabral, Eduardo da Fonte, Gonzaga Patriota, João H.Campos, Marília Arraes, Renildo Calheiros, Tadeu Alencar, Túlio Gadêlha e Wolney Queiroz são contrários.
No Piauí, a trinca Assis Carvalho, Flavio Nogueira e Rejane Dias são contrários.
No Paraná, os deputados Aliel Machado, Enio Verri, Gleise Hoffmann, Gustavo Fruet, Luciano Ducci e Zeca Dirceu são contrários.
No Rio de Janeiro, os deputados Alessandro Molon, Benedita da Silva, Chico D’angelo, Clarissa Garotinho, David Miranda, Glauber Braga, Jandira Feghali, Marcelo Freixo, Paulo Ramos, Talíria Petrone e Wladimir Garotinho são contrários.
No Rio Grande do Norte, o deputado Rafael Motta e a deputada Natália Bonavides são contrários.
Em Rondônia, os deputados Mauro Nazif e Silvia Cristina são contrários.
Em Roraima, somente a deputada Joenia Wapichana é contra.
No Rio Grande do Sul, os deputados Afonso Motta, Bohn Gass, Heitor Schuch, Fernanda Melchionna, Henrique Fontana, Liziane Bayer, Marcon, Maria do Rosário, Marlon Santos, Paulo Pimenta e Pompeo de Mattos são contrários.
Em Santa Catarina, os deputados Pedro Uczai e Rodrigo Coelho são contrários.
Em Sergipe, os deputados Fábio Henrique e João Daniel são contrários.
Em São Paulo, os deputados Alencar Santana, Alexandre Padilha, Arlindo Chinaglia, Carlos Zarattini, Ivan Valente, Luiza Erundina, Nilsto Tatto, Orlando Silva, Paulo Silva, Paulo Teixeira, Rodrigo Agostinho, Rosana Valle, Rui Falcão, Sâmia Bomfim e Vicentinho são contrários.
Em Tocantins, o deputado Célio Moura é contra.

Ao todo, 142 deputados já se declararam contrários à Nova Previdência.

Governador Camilo Santana(PT), agradece Bolsonaro por obra e promete reforçar parcerias

O governador Camilo Santana (PT) elogiou e agradeceu nesta quarta-feira, 20, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) pelas parcerias do governo federal com o Ceará. Em discurso durante entrega 1.248 unidades do programa Minha Casa Minha Vida em Fortaleza, o petista reforçou ainda compromisso em continuar com a cooperação com a União em obras no Estado.

“A minha palavra, além de uma palavra de gratidão, é (que você) transmita ao presidente da República o nosso agradecimento pelos investimentos feitos aqui no Estado do Ceará. Transmita e reitere o nosso compromisso de continuar com as parcerias”, disse Camilo diretamente ao ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), presente no ato.

Veja a íntegra da fala de Camilo Santana no evento:
“Queria pedir uma forte salva de palmas ao ministro”, acrescentou, dizendo que, “se Deus quiser”, o gestor voltará ao Ceará para inaugurar a Transposição do rio São Francisco. “É no Ministério dele que a gente tem o Minha Casa Minha Vida, as parcerias do Metrô de Fortaleza, as urbanizações do Cocó e do Maranguapinho (…) o senhor será sempre bem vindo”, diz.

O tom mostra que, ao contrário da maioria dos petistas, o governador do Ceará segue em linha “diplomática” com o Planalto, reforçando parcerias e evitando embate com Bolsonaro. No evento, estavam presentes ao lado do governador parlamentares próximos de Jair Bolsonaro, como o deputado federal Heitor Freire (PSL) e o deputado estadual André Fernandes (PSL).

“Aqui não há vaidade, aqui há parceria. Quando os três entes federados – União, estados e municípios – se unem, quem ganha não é o governador, não é o presidente, não é o prefeito. Quem ganha são vocês, população, que precisa de habitação aqui em Fortaleza. São famílias que deixam o aluguel hoje e aí vão ter uma economia no seu orçamento”, disse.