POLICIA FEDERAL

Família, advogados e amigos revelam preocupação com tristeza do ex-presidente Lula em Curitiba

Conforme divulgado pelo jornal O Globo, um dos visitantes e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria revelado que o petista está numa situação preocupante na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro na ação do triplex de Guarujá.

Segundo informações da coluna de Bela Megale, o petista estaria descrente e não se conforma com a morte do neto, Arthur Araújo Lula da Silva, de sete anos, vítima de meningite meningocócica.

Um dos receios de amigos, familiares e advogados é que a tristeza dele se torne mais grave e crônica.

A filha Lurian chegou a visitar o pai, juntamente com as filhas e um neto, para tentar animá-lo. No entanto, ele se mostrou recluso e abatido, não conversando muito e deixando de lado as brincadeiras.

Segundo informação dos visitantes, Lula vive repetindo que não se conforma com a morte do neto.

Regalias
Por determinação da Justiça do Paraná, Lula perdeu vários benefícios na Superintendência da PF em Curitiba. Antes, ele recebia todas as segunda-feiras visitas de líderes espirituais que o ajudavam a vencer os problemas de isolamento que vive em uma cela pequena.

No entanto, a juíza Carolina Moura Lebbos, responsável pelo cárcere do petista, cancelou essas regalias e manteve uma visita de líderes espirituais por mês. Ela seguiu uma regra já imposta no local.

Lula recebia padres, rabinos, pais de santo, pastores e outros líderes. O petista, que é católico, estaria descrente ultimamente, segundo disse um amigo ao jornal O Globo. Em um pequeno altar que ele mantém em sua cela, há imagens de santos, um orixá, um buda e um crucifixo.

Esperança
Aliados do ex-presidente estão confiantes que o seu líder possa conseguir uma prisão domiciliar.

A expectativa é que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analise recursos da defesa e diminua os anos de cadeia dele. Com isso, ele poderá conseguir regime de prisão domiciliar.

Conforme informações da Folha de S.Paulo, ministros do STJ relataram que foram criticados por colegas da Suprema Corte por serem “chancela automática” dos atos de Curitiba. Segundo o jornal, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem que o STJ faça uma análise mais técnica e não deixe que todas as decisões fiquem concentradas no STF.

Advogado de Adelio está confiante que PF não irá descobrir quem pagou a primeira fase da defesa

Ele reafirmou aquilo que já havia dito em depoimento: recebeu R$ 25 mil no primeiro momento de um patrocinador anônimo. Segundo o advogado, esta figura desapareceu em seguida.
O defensor do esfaqueador de Jair Bolsonaro afirma que veículos de comunicação bancaram viagens da defesa a Campo Grande (MS), onde Adélio está preso em regime de segurança máxima.
Segundo a “Gaúcha ZH“, Zanone Júnior declarou:
Estou totalmente tranquilo. Podem procurar que não vão achar uma agulha aqui. Eu me cuido. Mas fico pesaroso porque está abrindo um precedente.
Ele creditou a ação da Polícia Federal e o aumento das cobranças por um esclarecimento do caso à proximidade da posse de Bolsonaro:
Isso é por causa da posse. Inclusive se o Bolsomito quiser contratar o meu escritório é só me procurar. Não tenho absolutamente nada contra ele.
Segundo o advogado de Adélio Bispo, a PF não vai descobrir quem pagou a primeira fase da defesa “a não ser que a pessoa queira” e aproveitou para passar uma orientação:
Escreva aí que se a pessoa quiser manter a cláusula de confidencialidade que não me procure e nem a nenhum dos advogados do meu escritório pois estamos todos grampeados. Essa conversa nossa, agora, está sendo espelhada.

Terrorista está dando um baile na polícia: Foragido há uma semana, PF já fez 32 operações frustradas para prender Cesare Battisti

Terrorista está dando um baile na polícia: PF fez 32 operações para encontrar Battisti, foragido há uma semana
A Polícia Federal divulgou no último domingo (16) 20 retratos de possíveis disfarcess do terrorista italiano. Ele foi condenadoo em seu país pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970.
A Itália fez no ano passado um novo pedido de extradição de seu cidadãoo. O STF já havia decidido em 2009 aprovar a repatriação, mas o então presidente Lula (PT), no último dia de seu mandato, em 2010, permitiu a permanência dele no Brasil. A palavra final em casos de extradição é do presidente da República.
O presidente Michel Temer (MDB) decidiu na sexta-feira passada (14) autorizar a devolução do italiano, gesto que foi considerado controversoo por especialistas no tema. A medida não foi cumprida porque o europeu já havia sumido.
Na sexta, dia seguinte à determinação de Fuxx, a PF fez operação nas casas do estrangeiro. Battisti vive nos últimos anos em Cananeia (litoral de São Paulo).
Ele morou por muito tempo em um imóvel na região central emprestado por um amigoo. Há cerca de seis meses, se mudou para uma casa que construiu em um bairro mais afastado do centro da cidade. Vizinhos dizem que o viram pela última vez em novembro.
“A PF prendeu Battisti três vezes e todas as vezes ele foi liberado”, lembrou Galloro em referência a capturas ocorridas anteriormente. Segundo o diretor-geral, todos os protocolos foram acionados e a Interpol também está trabalhando no caso.
Galloro ainda disse não saber se Battisti será encontrado em território brasileiro, mas afirmou ter confiança em sua localização.
As buscas feitas desde a semana passada incluíram visitas a amigos do condenado. Ex-companheira do italiano, a professora Priscila Pereiraa relatou que foi procurada por agentes da PF em sua casa, em São José do Rio Preto (SP). Ela teve com Battisti um filho que hoje tem cinco anos.
Um dos argumentos da defesa do italiano para tentar mantê-lo no país é sua ligação com o menino. Em recurso apresentado ao STFF, os advogados afirmaram que o garoto depende economicamente do pai.
O casal Carlos Lungarzo e Silvana Barolo disse também ter sido procurado em casa, em Santos (SP), por membros da divisão antiterrorismo da PF, nesta quinta-feira (20).
De acordo com o historiador e a socióloga, que são amigos do italiano, eles informaram aos agentes que já faz tempo que não falam com o europeu e que não têm notícia sobre seu paradeiro.
A defesa de Battisti afirma que não conseguiu contato com o cliente desde o dia em que o ministro do STF determinou sua prisão. Segundo o advogado Igor Tamasauskas, os defensores foram procurados pela Polícia Federal com uma proposta de negociação para que o italiano se entregasse.
A conversa sobre uma possível rendição, no entanto, não avançou, já que os advogados dizem não saber onde ele está.

URGENTE! – PF faz Busca e apreensão no prédio-sede da Ancine (Agência Nacional de Cinema)

A polícia está na sede da Ancine, a Agência Nacional do Cinema.

Segundo a Folha de S. Paulo, os agentes “recolhem computadores, HDs, livros contábeis e outros itens utilizados por cinco integrantes da entidade, incluindo seu presidente, Christian de Castro”.

POR OFENSA À DONO DA HAVAN, POLÍCIA FEDERAL ABRE INQUÉRITO CONTRA GLEISI

O Ministério Público Federal no Paraná pediu à Polícia Federal instauração de inquérito sobre ofensas da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ao empresário Luciano Hang.
Durante ato de campanha em outubro em favor do candidato derrotado Fernando Haddad, do PT, Gleisi chamou o dono da Havan de “nazista” e “canalha”.
Os advogados de Luciano Hang pedem“R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) para cada um dos 4 (quatro) ilícitos praticados” em discurso de Gleisi Hoffmann, no dia 18 de outubro, em Curitiba, conforme noticiou a Renova.
Durante o evento denominado “plenária da frente suprapartidária pela democracia”, a presidente do PT declarou:
É caixa 2 na veia. O que esse dono da Havan tá fazendo… Aliás, um Nazista esse cara né… Nazista e canalha. É isso que ele é. O que ele está fazendo é ilegal! Ele tem que prestar contas do que ele está fazendo. Aliás, deveria ser pedida a prisão preventiva dele… dele, e de todos os empresários que participam desse processo para que não continuem fazendo o que estão fazendo.
Na queixa, Hang aponta crime de injúria e pede que o caso tramite na primeira instância, alegando que o caso não se relaciona ao mandato e que não há imunidade parlamentar, registra “O Antagonista“.

Delegados federais apoiam a proposta de Witzel no combate à criminalidade

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, participou do Simpósio Nacional de Combate à Corrupção na tarde desta sexta-feira, na Fundação Getúlio Vargas. O encontro reuniu acadêmicos, autoridades e entidades da sociedade civil que discutiram temas como iniciativas de prevenção à corrupção, repressão aos crimes de corrupção e recuperação de ativos.

Após assistir ao painel no qual discursaram o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o juiz federal Marcelo Bretas, Witzel falou sobre o combate à corrupção no seu futuro governo e sobre investimentos que fará em tecnologia para aprimorar a segurança pública no estado: “Vamos criar um departamento de combate à lavagem de dinheiro. E eu acredito na tecnologia para melhorar a atividade policial. Vamos trazer milhares de câmeras para colocar nas cidades e também implantar um sistema de localização nas viaturas para saber, em tempo real, que contingente temos nas ruas e otimizar o trabalho das polícias”, disse.

O governador eleito, que compôs o último painel do evento ao lado do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, falou também sobre a importância de garantir a independência das polícias: “Teremos uma Polícia Civil independente, uma Polícia Militar aparelhada e vamos avançar. Disse aos meus secretários que vejam a Polícia Federal como um modelo. Precisamos de uma polícia independente, que tenha efetividade na sua investigação. Não haverá mais indicação política de delegados e policiais no Rio de janeiro”, afirmou.

APOIO À PROPOSTA – No encerramento de um dos painéis, o Presidente da ANDPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), Edvandir Félix de Paiva, manifestou apoio às propostas de Witzel para a segurança.

“Vimos com excelentes olhos a extinção da Secretaria de Segurança, pois assim as polícias terão autonomia para trabalhar”, disse o delegado federal.

Operação ‘Sem fundos’ da PF tem os assustadores R$68 milhões em propinas identificado

A pedido da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) e da Polícia Federal (PF), a 13ª Vara Federal de Curitiba expediu e a PF cumpre, na manhã desta sexta-feira (23/11), oito mandados de prisão preventiva, quatorze mandados de prisão temporária e diversos mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O objetivo é aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e organização criminosa em esquema relativo à construção da sede da Petrobras em Salvador (BA), denominada Torre Pituba. O esquema de contratações fraudulentas e pagamentos de vantagens indevidas se estendeu de 2009 a 2016.
Os alvos das medidas são os executivos das empresas que se envolveram na construção do empreendimento, além de intermediadores, agentes públicos da Petrobras e então dirigentes do fundo de pensão Petros, beneficiários das vantagens indevidas.
Contratações fraudadas – Os dirigentes da Petrobras e da Petros conceberam o empreendimento Torre Pituba para abrigar a sede da Petrobras em Salvador. A Petros se comprometeu a realizar a obra e a Petrobras, a alugar o edifício por 30 anos (construção na modalidade built to suit). De acordo com as investigações, no esquema ilícito montado desde o início, Petrobras e Petros formaram grupos de trabalho nos quais seus integrantes, em conluio com outros dirigentes da estatal e do fundo de pensão, em troca de vantagens indevidas, inclusive para o Partido dos Trabalhadores (PT), passaram a fraudar os procedimentos seletivos para a contratação da empresa gerenciadora da obra (Mendes Pinto Engenharia), da responsável pelo projeto executivo (Chibasa Projetos de Engenharia) e das empreiteiras que ficaram responsáveis pela obra – OAS e Odebrecht, que participaram por meio da Edificações Itaigara (uma sociedade de propósito específico – SPE). A primeira detinha 50,1% e a segunda, 49,9% de participação no empreendimento.
A investigação evidenciou que, para a contratação das empreiteiras, foram acionadas outras duas empresas (Carioca e Engeform) integrantes do cartel que atuava na Petrobras para apresentar propostas-cobertura no procedimento seletivo.
Pagamentos a dirigentes da Petrobras, da Petros e ao Partido – Na investigação, foram identificados dois esquemas simultâneos de pagamentos de propinas, que também foram relatados por colaboradores, realizados pelas empreiteiras OAS e Odebrecht entre 2011 e 2016.
De um lado, os executivos da OAS acertaram e distribuíram vantagens indevidas em percentuais de 7% a 9% do valor da obra. Os montantes foram pagos, em espécie e por meio de contrato fictício, aos dirigentes da empresa gerenciadora Mendes Pinto para que fossem repassados aos agentes públicos da Petrobras e aos dirigentes da Petros. Os pagamentos ocorriam em hotéis em São Paulo, na sede da OAS e em outros endereços já identificados e eram organizados pelos integrantes da “área de propinas” da OAS, por ordem dos dirigentes máximos dessa empreiteira. Além do montante de 7%, mais 1% do valor da obra da Torre Pituba foi destinado ao PT em repasses organizados pelo “setor de propinas” da empreiteira OAS e entregues, em espécie, por meio de pessoa interposta pelo tesoureiro do partido, João Vaccari, ou diretamente ao PT, por meio de doações partidárias ao Diretório Nacional. Além desses percentuais, outros valores expressivos foram destinados ao diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, por meio de contrato simulado com sua empresa, a D3TM. Além disso, valores significativos foram repassados ao então presidente da Petros, mediante entregas em espécie realizadas por operador financeiro que atuava para o marqueteiro do PT, bem como por meio de depósitos no exterior em conta de empresa offshore controlada por esse dirigente máximo da Petros, com a intermediação do mesmo publicitário do partido, além de outros repasses a serem ainda identificados.
Simultaneamente, os executivos da Odebrecht se comprometeram a distribuir vantagens indevidas no percentual de 7% do valor da obra. Os montantes foram repassados por meio de contratos fictícios com duas empresas controladas por dirigentes da gerenciadora Mendes Pinto, para o atendimento de seus “compromissos institucionais” com os agentes públicos da Petrobras e dirigentes da Petros. Ainda de acordo com a investigação, pagamentos em espécie foram dirigidos ao PT por meio de marqueteiro do partido e operacionalizados pelo “Setor de Operações Estruturadas” da Odebrecht, a área da empreiteira responsável pela distribuição de caixa 2 para o pagamento de vantagens indevidas. Assim como a OAS, também a Odebrecht efetuou o pagamento de propinas ao diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, por meio de transferências para conta no exterior de offshore controlada por operador que atuava para a empreiteira e que podia ser movimentada por executivo dela em benefício de Duque, além de outros repasses a serem ainda rastreados.
Propina de até 10% do valor da obra – Conforme apurado até o momento, ambas as empreiteiras distribuíram vantagens indevidas de ao menos R$ 68.295.866,00, em valores históricos, e que representam quase 10% do valor da obra. Segundo os colaboradores, essa propina era embutida no valor da construção, causando prejuízo expressivo à Petrobras, já que o montante de aluguel pelo qual se comprometeu e vem pagando é calculado sobre o valor total do empreendimento.
A investigação aponta que, para obterem volume ainda maior de vantagens indevidas, os envolvidos no esquema ilícito atuaram para que fossem celebrados aditivos ao contrato de gerenciamento, em favor da Mendes Pinto, e ao contrato da obra, em favor da OAS e da Odebrecht (Edificações Itaigara), além de novo contrato de projeto executivo celebrado com a Chibasa. Isso implicou aumento expressivo do valor do empreendimento, acarretando prejuízo adicional à Petrobras. Com os aditivos contratuais e as novas contratações, o valor do empreendimento da Torre Pituba atingiu o montante de R$ 1.317.063.675,10, em valores corrigidos até novembro de 2018.
Para embasar as medidas requeridas, foram obtidas evidências de quebra de sigilo de dados bancários, fiscais, telemáticos e telefônicos que comprovaram as afirmações dos colaboradores, além de documentos oriundos de cooperação jurídica internacional. Além disso, diligências realizadas evidenciam a utilização de dinheiro em espécie por parte dos beneficiários finais do esquema, mediante depósitos estruturados e compra de bens valiosos, alguns em espécie, e não declarados à Receita Federal.
“É estarrecedor ver um golpe dessa magnitude aplicado não apenas contra a tão vilipendiada Petrobras, mas também contra todos aqueles que confiaram destinar suas economias de uma vida ao fundo de pensão, buscando, destacadamente, amparo na velhice por meio das aposentadorias. Atos de gestão fraudulenta como os revelados no caso da Petros são afrontosos à higidez do sistema de previdência complementar e comprometem gravemente a confiabilidade de seus investimentos”, afirma Isabel Groba Vieira, procuradora regional da República e integrante da força-tarefa Lava Jato no Paraná.

Moro afirma estar recebendo diversas ameaças devido às suas propostas que deverão ser apresentadas a partir de 2019

Juiz federal, que conduzia a Lava Jato no Paraná, deverá assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro.

O juiz federal Sergio Moro concedeu entrevista ao programa Fantástico, da Globo, na noite deste domingo (11). Recentemente, Moro solicitou o afastamento do comando da Operação Lava Jato. Ele conduzia os trabalhos da força-tarefa em primeira instância como titular da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba. O juiz aceitou convite para assumir, a partir do próximo ano, o comando do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, no Governo do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro.

Novo trabalho de Moro e supostas ameaças
Ao ser questionado sobre seu papel de combate ao crime organizado e de combate à corrupção no futuro governo Bolsonaro, o magistrado paranaense afirmou que estaria recebendo diversas ameaças, devido às suas propostas que deverão ser apresentadas a partir de 2019.

Moro ressaltou que o motivo de estar recebendo as ameaças acarretaram que ele não solicitasse já, de antemão, a exoneração da magistratura.

Uma das principais preocupações de Moro é que se caso algo de mal viesse a ocorrer contra sua vida, sua família estaria totalmente desemparada e sem proteção do Estado brasileiro. O magistrado afirmou que está aguardando cessar seu período de férias e continua atuante no processo relacionado à transição de governo. A crítica de opositores à nomeação do magistrado é relacionada ao acúmulo de funções de Moro, de acordo com o que ele explicitou em sua entrevista.

Entretanto, o juiz que conduziu a Lava Jato e futuro ministro de governo da próxima administração do país assegurou que não exerce, ainda, uma função no poder. O magistrado alegou que até o momento não está cumprindo qualquer tipo de compromisso oficial, estando apenas colaborando com a transição de governo no Brasil.

Moro revelou ter se sentido “tentado”, quando, em dia 23 de outubro, foi sondado pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, para que o magistrado assumisse a pasta da Justiça e Segurança Pública.
Moro compreende que “existe uma grande expectativa e que ele espera corresponder”. Moro disse que não migrou para a política e que seu cargo será predominantemente, de caráter técnico. Ao se referir sobre o tema relacionado às minorias, o juiz afirmou que ao acompanhar o processo eleitoral, não vislumbrou que haja qualquer tipo de política discriminatória por parte do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Moro argumentou que “não viu propostas de cunho discriminatório dirigidas às minorias do país e que elas não estariam ameaçadas, pois, nada irá mudar”.

FHC sobre Lula: “sempre tive relações cordiais” com o petista e que ‘Lula preso é ruim para ele e para o País’

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não ficou feliz em ver Lula atrás das grades. Em entrevista ao jornal argentino Clarín, o tucano disse que “sempre teve relações cordiais” com o petista e que, durante o período de Lula no Planalto, o então presidente esteve mais ligado “aos interesses que chamaríamos de direita”.  “É ruim para ele e ruim para o País. Não me faz feliz ver um ex-presidente preso, mas respeito a lei”, disse.

Emílio Odebrecht confessa os crimes relativos ao “Sítio de Atibaia”,entrega detalhes assustadores sobre pagamentos de propina e termina de ‘enterrar’ Lula em depoimento à juíza Gabriela Hardt

Vendo e ouvindo os depoimentos de Marcelo Odebrecht, Emílio Odebrecht, Paulo Gordilho, Léo Pinheiros e Franklin uma coisa tenho certeza. O SÍTIO É DE LULA.

 São estarrecedores! Os caras não só confessaram os crimes relativos ao “Sítio de Atibaia” atribuído ao ex-presidente Lula, mas deram detalhes assustadores sobre pagamentos de propina.

O empresário Emílio Odebrecht, ex-presidente do grupo Odebrecht, afirmou que, por causa de sua relação de mais de 20 anos com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não poderia negar, “mesmo que quisesse”.

O patriarca Emílio Odebrecht foi interrogado nesta quarta-feira (07). Ele confirmou a juíza Gabriela Hardt que aprovou a reforma no sítio de Atibaia ligado ao ex-presidente Lula. Ele contou que no último dia de mandato de Lula, disse ao petista que a reforma do sítio estaria pronta em poucos dias, mas o petista não respondeu.
O empresário Marcelo Odebrecht, delator da Operação Lava Jato e filho de Emílio, disse que as reformas do sítio de Atibaia estavam ligadas à pessoa física do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em depoimento à juíza substituta Gabriela Hardt, o empreiteiro contou que soube da obra quando ela já estava em andamento.
Essa ação penal investiga se o petista recebeu propina da Odebrecht e da OAS por meio da aquisição e de reformas do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras.
Marcelo Odebrecht afirmou que logo no início, quando tomou conhecimento da obra, foi contra, por se tratar de uma exposição desnecessária. Segundo ele, a decisão de bancar as obras no sítio foi do pai dele, Emílio Odebrecht, e as despesas foram acertadas na “planilha italiano”, que era gerenciada pelo então ministro Antonio Palocci, e contabilizava propinas destinadas ao PT.
Em outro trecho do interrogatório, Marcelo Odebrecht disse que reclamou com o pai sobre valores muito altos que o PT, via Palocci, pedia ao grupo.

Advogado preso pela PF na Operação Capitu foi encontrado no momento que jogava o dinheiro no vaso sanitário

Mateus de Moura Lima Gomes, um dos presos na Operação Capitu, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (9), tentou se desfazer de dinheiro de uma maneira no mínimo inusitada. Após perceber a chegada de agentes da PF em sua casa, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o advogado jogou cerca de R$ 3 mil no vaso sanitário, segundo o G1.

 

Gomes ocupou a vice-presidência da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Também foram presos na ofensiva da polícia o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, o vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), e outras 14 pessoas. A operação investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).
O inquérito foi instaurado em maio deste ano com base na delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, que apontou supostos pagamentos de propina a servidores públicos e agentes políticos que atuavam direta ou indiretamente no ministério em 2014 e 2015. A PF apurou a atuação de um esquema na Câmara dos Deputados e na pasta integrado por empresários.

Durante as apurações, segundo a PF, “houve clara comprovação de que empresários e funcionários do grupo investigado — inicialmente atuando em colaboração premiada com a PF — teriam praticado atos de obstrução de justiça, prejudicando a instrução criminal, com o objetivo de desviar a PF da linha de apuração adequada ao correto esclarecimento dos fatos”. Daí veio o nome da operação — Capitu, a personagem dissimulada da obra-prima de Machado de Assis Dom Casmurro.

Associação dos Funcionários do BNDES divulgam nota sobre declaração de Bolsonaro

A Associação dos Funcionários do BNDES divulgou uma nota na qual afirma que o banco “cumpre as normas previstas em lei” em relação ao sigilo bancário.

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Bolsonaro anuncia que vai abrir a ‘caixa-preta’ do BNDES na primeira semana de governo

O texto é uma resposta a Jair Bolsonaro, que na quarta-feira afirmou que irá “abrir os sigilos bancários do BNDES na primeira semana de governo”.

CADEIA NELES! – Operação Lava Jato fez uma limpa hoje na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Alerj era uma propinolândia

A Lava Jato fez uma limpa hoje na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Deputados amigos de Sergio Cabral são acusados de formar uma organização criminosa que desviou dos cofres públicos mais de R$ 54 milhões. Os belezinhas roubavam dinheiro enquanto a população morria por falta de atendimento médico e segurança. 22 pessoas foram presas. 10 são deputados.
Cadeia neles!

PF NAS RUAS: Operação Armistício mira repasse de R$ 4 milhões ao senador Romero Jucá pela Odebrecht

A Polícia Federal abriu nesta quinta-feira, 8, a Operação Armistício, que investiga o suposto recebimento de R$ 4 milhões como vantagem indevida ao senador Romero Jucá (MDB-RR). Os valores estariam ligados à edição, no ano de 2012, de uma Resolução do Senado que se destinava a restringir a guerra fiscal nos portos brasileiros. Jucá não é alvo de medidas judiciais nesta operação.
A PF cumpre 9 mandados de busca e apreensão – 7 na capital de São Paulo, 1 em Santos e 1 em Campo Limpo Paulista – contra doleiros e investigados por pagar vantagem indevida.

Em nota, a PF informou que os pagamentos indevidos, na ordem de R$ 4 milhões, teriam sido feitos pela Odebrecht que tinha interesse na edição do ato. As medidas foram deferidas pelo ministro Edson Fachin, no Inquérito 4382-STF.

Bolsonaro vai acabar com o cabide de empregos que virou o Ministério do Trabalho.

Bolsonaro vai acabar com o cabide de empregos que virou o Ministério do Trabalho. Ele anunciou hoje a extinção da pasta. Não tem controle, não tem ministério. Simples assim! Propina para criar sindicatos, apoio a manifestações de esquerda, carguinho para apaniguados, o poço sem fundo secou, já era.

Haddad visitará Lula na prisão pela primeira vez após eleições

Derrotado na disputa pelo Palácio do Planalto, Fernando Haddad (PT) vai visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela primeira vez desde o segundo turno das eleições nesta quarta-feira (7). O líder petista cumpre pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em Curitiba (PR).

Haddad se reuniu durante horas com a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, na segunda (5), em São Paulo. O tema foi o futuro do ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo. Ele vai ocupar o papel de líder de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A discussão do Partido dos Trabalhadores é como Haddad cumprirá a função, já que ele não está em nenhum dos três poderes brasileiros. A hipótese de assumir a presidência do PT em julho, quando termina o mandato de Gleisi, é tida como remota por interlocutores.

O final deste ano deve ser marcado por uma agenda de viagens, algo que Haddad deve continuar fazendo ao longo do ano que vem. Em cenário que com partidos de esquerda formando bloco sem o PT, a articulação do partido deve ser o principal tema da conversa com Lula.

Delegada Erika Mialik Marena é cotada para comandar a Polícia Federal

São fortes os rumores em Curitiba de que o novo Ministro da Justiça, Sérgio Moro escolherá e nomeará a Delegada Federal Erika Mialik Marena como a nova Diretora-Geral da Polícia Federal. Uma delegada federal que se tornou famosa por seu trabalho incansável na Lava Jato.

Erika Mialik Marena, nascida em Apucarana-pr, 43 anos de idade. Erika faz parte da força tarefa da lava jato em Curitiba e sempre foi alvo de críticas por parte da esquerda.