OPINIÃO E ANALISES

Deputado manda recado ao STF: “Haverá reação. Estão brincando com o povo brasileiro e isso não será tolerado.”

Cientista político, jornalista, consultor de relações internacionais e agora deputado federal, Marcelo van Hatten (partido Novo) é uma das promessas do cenário político nacional.

Eleito com quase 350 mil votos, van Hatten também possui especialização lato sensu em Direito, Economia e Democracia Constitucional pela UFRGS, ou seja, tem uma bagagem sólida para atuar no Congresso e defender os interesses da Nação.

Em mensagem publicada nas redes sociais, o deputado fez questão de mandar um recado para os ministros do STF, que na última quinta-feira decidiram ‘enfraquecer’ a Operação Lava Jato.

“O julgamento no STF, passando a competência de julgar crimes de corrupção quando relacionados a caixa dois ao TSE é um retrocesso tremendo. E não é só um retrocesso para a Lava Jato ou para o combate à corrupção: é para o Estado de Direito.”

“As ditas ‘justiças especializadas’ estão sendo usadas como subterfúgio para dificultar a realização da Justiça no Brasil – assim mesmo, com J maiúsculo e sem adjetivos.”

“A judicialização da política e a intromissão de parte relevante do Supremo nas atribuições de legisladores é outra anomalia que fere de morte a democracia representativa.”

“O que está acontecendo no Brasil é muito sério. E a nossa reação no Congresso, daqueles que querem um Brasil melhor e com menos corrupção, será mais séria ainda. Estão brincando com o povo brasileiro. Isso não será tolerado.”


Texto sobre armas, atribuído ao padre Fábio de Mello, é de autor desconhecido

Texto

Atribuído ao

Padre Fábio de Melo

Cansado e perplexo com tantas baboseiras e falsas justificativas para as atrocidades que ainda nos surpreendem todos os dias, digo que os meninos não mataram porque o porte de arma é um projeto do atual governo. Os meninos não mataram porque jogavam jogos violentos. Os meninos não mataram porque a escola foi omissa. Os meninos não mataram porque sofreram bullying…

Eles mataram porque as famílias estão desestruturadas e fracassadas, porque não se educa mais em casa, não se acompanha mais de perto, a tecnologia substitui o diálogo, os presentes compram limites, direitos e deveres, e não há o conhecimento e respeito a Deus.

Precisamos parar de nos omitir, de transferir culpas. A culpa é minha, é sua, de todos nós! A violência é o desdobramento de carências afetivas, da necessidade de ser visto e notado, ainda que da pior maneira.

As armas não matam, o que mata é a ausência de amor!!!

Destemido, íntegro e corajoso, Carvalhosa do alto de seus quase 90 anos é um grande defensor do povo brasileiro

O advogado Modesto Carvalhosa é um homem admirável, que merecia por parte da banda limpa da OAB uma homenagem memorável.

Do alto de seus quase 90 anos é um grande defensor do povo brasileiro, combatendo com sua reconhecida competência de brilhante jurista, as afrontas praticadas pelo judiciário.
Agora está enfrentando o STF, protocolando um pedido de impedimento de Gilmar Mendes, embasado em argumentos irrefutáveis.

Modesto Carvalhosa é um exemplo para os novos advogados e uma esperança para todos os cidadãos comuns.

O país necessita de mais homens destemidos, íntegros e corajosos como ele. Parabéns a este grande defensor do povo e do país.

A menos que STF solte Lula, ele só saíra da cadeia num caixão

  • fev 6, 2019

Amenos que os advogados do PT travestidos de Ministros do STF soltem Lula, o petista só deixará a prisão para ir em seu próprio velório.

Lula acaba de ser condenado pela segunda vez, a 12 anos e 11 meses, a juíza Gabriela Hardt entendeu que o petista é culpado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso que envolve as reformas do Sitio de Atibaia.

Além de Lula, executivos da OAS e da Odebrecht foram condenados na sentença da juíza Gabriela Hardt sobre o sítio de Atibaia.

Léo Pinheiro, da OAS, pegou 1 ano e 7 meses. Marcelo Odebrecht foi condenado a 5 anos e 4 meses. O pai de Marcelo, Emílio, recebeu pena de 3 anos e 3 meses.

Lula vai continuar preso, Babaca!

 

Perfil do “Isentões” Vira alvo de Jornalistas de Esquerda que querem saber sua identidade

  • jan 15, 2019

Quem está por trás do @isentoes? Esta é a pergunta que não quer calar entre os Jornalistas de esquerda.

Eu não sei quem é responsável pela conta do Twitter , mas bem que gostaria para dar um belo de um abraço! O perfil da um baile da mídia tradicional e alem disso tem dado aula de jornalismo investigativo.

O perfil do twitter @Isentoes, conhecido por divulgar informações de utilidade publica, principalmente sobre recursos públicos captados por artistas e intelectuais militantes de esquerda, para ‘projetos culturais’ virou alvo de jornalistas que se sentem incomodados com o trabalho de quem esta por trás da pagina.

Após receber ataques o ‘Isentões’ questionou:  Juro que gostaria de entender o ódio todo dos jornalistas contra mim. Eles próprios falam que eu não faço nada de mais, que acho tudo no Google, que qualquer um pode fazer… Pq estão tão incomodados?

A todos que usam o Jornalismo para perseguição deixamos apenas o quue diz a Constituição Federal de 1988, leia com atenção!

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: […] IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; […] V – é livre a expressão da atividade intelectual, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação; […] XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdade fundamentais;

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

O perfil não faz criticas a vida pessoal de ninguém, apenas expõe dados públicos porque tem conhecimento e audiência para tal, faz ótimo uso de seus direitos garantidos pela Constituição Federal de 1988 e esperamos que continue assim…

 

 

Durante muito tempo a esquerda falou em “Colocar fogo no Brasil” e a agora começou pelo Ceará

  • jan 11, 2019

Foi só Bolsonaro tomar posse da Presidência que o caos se instalou num dos maiores redutos esquerdista do Nordeste, o Ceará, durante muito tempo os líderes de esquerda ameaçam ‘colocar fogo no Brasil’ e me parece que escolheram  o momento a dedo!

O Estado enfrenta uma grande onda de violência com indicies alarmantes de ocorrências, e neste período após a posse de Bolsonaro, o Estado passou a sofrer atentados terroristas constantes, supostamente orquestrados pelas organizações criminosas que dominam o trafico de drogas na região.

Os atendados seriam retaliação ao Governo Estado (Petista) por implementar novas medidas mais duras nos presídios, no entanto é curioso que tudo esteja acontecendo só agora…

Ha um grande interesse da oposição (Petista) de paralisar o governo do presidente Bolsonaro e as reformas que estão previstas este ano. Teorias sugerem que a onda de violência possa ter influencia politica, para forçar uma intervenção federal no Ceara.

Isso levaria a paralisação da tramitação de todas as reformas estruturais como a  da Previdência por exemplo.

Outro ponto que chama a atenção são as ameaças que os bandidos fazem ao Presidente ao cometer os crimes. Veja o Vídeo:

“Vagabundo incendiando posto de combustível na Caucaia e ameaçando nosso presidente”

Lula assiste posse sozinho pela TV e classifica discurso de Bolsonaro de ‘vazio’

Luis Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba desde abril do ano passado, assistiu a posse do presidente Jair Bolsonaro pela televisão de sua cela no prédio da Polícia Federal. Sem acesso a visitas devido ao feriado, o petista passou o dia praticamente sozinho. A exceção foram as breves conversas que teve com os agentes que o monitoram.

Nesta quarta-feira, Lula recebeu advogados de Curitiba e o deputado não reeleito Wadih Damous (PT-RJ), que também integra sua banca de defesa. Na conversa, criticou o discurso de Bolsonaro e disse que o PT precisa explicar ao povo o que é soberania nacional e adotar o tema como sua bandeira na oposição.

Perguntei a Lula o que achou do discurso de Bolsonaro. Ele disse que era “vazio de conteúdo”, sem falar de políticas econômicas, sociais, nada. A avaliação dele foi a mesma que a nossa, de que Bolsonaro falou para sua plateia com essa coisa de livrar o Brasil do socialismo. Sabemos que não é isso que está em jogo hoje.
( as informações são do O globo)

Gleisi Hoffmann: “Não temos medo de Bolsonaro e vamos enfrentá-lo”

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, está disposta a travar uma verdadeira batalha contra o governo de Jair Bolsonaro. Em nota publicada pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a senadora ironizou o discurso da posse em que Bolsonaro afirmou que “o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”.

– Todo governo que não tem projeto precisa de um inimigo a ser combatido. Nós somos o do Bolsonaro, mas não temos medo e vamos enfrentá-lo. Temos 15 milhões na miséria, não universalizamos nem a educação básica. Onde está o socialismo? – questionou.
Como resposta, Gleisi anunciou a criação de uma Rede Democrática de Proteção Solidária intitulada Você Não Está Só. Em um texto postado no site do PT, o partido atribuiu as mortes das minorias a Bolsonaro e ao que eles chamam de uma “pregação anti-humanista”. A rede democrática irá ajudar as vítimas de violência prestando atendimento e o encaminhamento para o suporte jurídico para que as medidas cabíveis sejam tomadas.(informações são do pleno.news)

Henrique Meirelles: “Bolsonaro nomeou uma boa equipe econômica”

Em entrevista à Folha, o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles respondeu quais são as convergências das pautas do presidente eleito Jair Bolsonaro e do governador eleito de São Paulo, João Doria.

“Existem várias coisas que ele (Bolsonaro) já anunciou, por exemplo, privatizações, que conversam com o que queremos fazer em São Paulo. A reforma da previdência nacional com a abertura de possibilidade de reforma da previdência estadual: isso converge completamente com o que precisa ser feito em São Paulo”, disse Meirelles.

Meirelles também negou que suas críticas a Bolsonaro durante a corrida presidencial possam afetar o trânsito com o governo federal.

“Ele próprio resolveu essa questão depois que ganhou a eleição. Disse ‘não entendo nada de economia’ ou ‘entendo pouco’. Nomeou uma boa equipe econômica, então isso está indo bem. O problema seria se ele dissesse: ‘Entendo, sim, e quem vai resolver as coisas sou eu’, como, inclusive, [fez] a presidente anterior [Dilma Rousseff].”

Meirelles será o secretário da Fazenda no Governo do Estado de São Paulo, na gestão do governador eleito João Doria (PSDB).

Lula vai continuar preso babaca!

  • dez 19, 2018

O presidiário Lula vai continuar preso, apesar da tentativa desesperada do Ministro Marco Aurelio de Melo de acabar com a Lava Jato.

O presidente do Supremo Dias Toffoli cassou a liminar concedida pelo ministro horas mais cedo e frustrou os planos dos petistas!

‘É um golpe que foi dado no Supremo’, diz Reale Júnior sobre decisão de Marco Aurélio Mello

O jurista, político e professor Miguel Reale Júnior criticou nesta quarta-feira (19) a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello.
A liminar determina a soltura de milhares de presidiários condenados em segunda instância.

Em entrevista à “Jovem Pan“, Miguel Reale declarou:
É um acinte do ministro ao Supremo, do qual ele faz parte. Ele tinha que esperar que a Casa tomasse essa decisão. Ele não é o STF, é um ministro do STF. No último dia de trabalho do Supremo, monocraticamente, ele impõe seu pensamento ao colegiado.
A liminar, que é uma decisão provisória, é resposta a uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) protocolada pelo PCdoB em 18 de abril deste ano.
O jurista afirmou:
É um golpe que foi dado no Supremo Tribunal Federal. É realmente uma surpresa, porque o presidente [da Corte, ministro Dias] Toffoli já havia determinado que essa questão voltaria ao plenário [para ser reavaliada] em abril do próximo ano.
O entendimento atual do STF é que a prisão seja executada após segunda avaliação.

fonte renova mídia

Modesto Carvalhosa: Marco Aurélio Mello quer ‘desestabilizar a posse de Bolsonaro’

Em comentário enviado à Jovem Pan, o jurista Modesto Carvalhosa criticou a decisão de Marco Aurélio Mello. Segundo ele, ao determinar a soltura de todos os presos que foram detidos após condenação em segunda instância, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pretende “desestabilizar” a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro.
“A decisão monocrática mandando soltar todos os políticos corruptos que estão atualmente presos fere todos os princípios constitucionais e o próprio regimento interno do STF. Trata-se de uma conspiração do PT para desestabilizar a posse do novo presidente da República. Mais uma medida contra a democracia. Nós iremos reagir a esse ato, esse atentato. A sociedade civil não vai aceitar, não vai engolir esse tipo de crime contra as instituições brasileiras. Fiquemos unidos. Vamos reverter a situação o mias breve possível”, afirmou

 

A mensagem de Boulos a Bolsonaro: “A resistência não vai entregar o Brasil ao Governo eleito. O Brasil vale muito mais que isso”

“A resistência não vai entregar o Brasil a Bolsonaro. O Brasil vale muito mais que isso”. (Guilherme Boulos, líder do MTST, no momento empenhado na montagem de uma certa “frente global contra o fascismo”, ensinando que um verdadeiro democrata deve rejeitar o resultado da eleição e tentar derrubar o presidente eleito antes mesmo de assumir o mandato) AS INFORMAÇÕES SÃO DE AUGUSTO NUNES -VEJA

‘STF é muito maior do que a Operação Lava Jato’, diz Edson Fachin

Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a morte do colega Teori Zavascki, em janeiro de 2017, o ministro Edson Fachin defende regras mais rígidas para evitar a prescrição de processos e dar rapidez na tramitação de ações na Corte.
Entre as propostas, está a de permitir que o relator de um caso aceite ou não o recebimento de denúncia sem a votação em uma das duas Turmas, compostas por cinco ministros cada, como ocorre hoje. A mudança depende de aval do Congresso.
Na visão do ministro, esse pode ser um caminho para rebater críticas de que o STF demora para julgar processos criminais, especialmente os da Lava Jato. “O Tribunal é, seguramente, muito maior do que a Operação Lava Jato”, disse Fachin ao Estado.
Em relação a acordos de delação do grupo J&F, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) rescindiu, ele afirmou que a validade das provas não está em jogo no julgamento que será travado no plenário. Elas lastrearam denúncias contra o presidente Michel Temer e outros políticos.

O sr. acha que será lembrado como o relator da Lava Jato?

O Tribunal é, seguramente, muito maior do que a Operação Lava Jato. No meu gabinete, ela responde por 20%, 25% dos casos. A Lava Jato deve ter início, meio e fim. O tribunal vai realizar sua função. E eu, sem nenhuma falsa modéstia, acho que estamos cumprindo a função de fazer aquilo que deve ser feito. O que espero, do ponto de vista de legado para quando eu sair, é que tenha contribuído para o Supremo se tornar uma corte constitucional.

O sr. defende menos processos criminais e mais constitucionais no Supremo?
É preciso discutir se um ministro do Supremo deve dedicar-se a debater prioritariamente as questões de índole constitucional ou se somos e continuaremos a ser a quarta instância revisora de quase todos os procedimentos criminais que se iniciam no Brasil. Os demais tribunais – os regionais, os de Justiça e o STJ – são cortes ou tribunais de passagem para chegar ao Supremo? Ou há que se fixar um limite dizendo que nessas matérias a última palavra, por exemplo, é do Superior Tribunal de Justiça?

Há críticas de lentidão na análise de processos no STF. O que o sr. propõe para dar agilidade?
É preciso abrir espaço para o regimento interno prever possibilidades de ajustes e adaptações tecnológicas. Alguns aspectos precisam ser discutidos nessa seara, como a publicação dos acórdãos, uma sistematização dos pedidos de vista. E também alterações de médio prazo na legislação infraconstitucional. Um exemplo controvertido – já que alguns ministros têm posição no sentido contrário – é a denúncia no Supremo, dependendo do investigado ou do denunciado, ser apreciada pela Turma ou pelo pleno (com os 11 ministros). Isso significa que o relator não tem poderes para deliberar pelo recebimento da denúncia.

O sr. propõe que o relator de um caso julgue o recebimento da denúncia sozinho?
Esse é um debate de alteração legislativa porque a legislação federal prevê esse recebimento do colegiado. Mas qualquer juiz federal no Brasil em qualquer comarca pode, monocraticamente, receber uma denúncia. Ministro do Supremo não pode. Na ideia segundo a qual não há autoridade com maior ou menor privilégio, todos se submetem ao mesmo patamar. É natural que algumas autoridades continuem tendo julgamento colegiado, como o presidente da República.

Qual seria o efeito dessa modificação na legislação federal?

Entendo que hoje há uma solenização excessiva. E isso não atende nem ao interesse da defesa nem a dos investigados ou dos acusados. Nós quase apreciamos três vezes a conduta: ao abrir o inquérito, ao apreciar a denúncia e, se for recebida, ao julgar a ação penal. A rigor, quando há uma imputação tem de se proceder, se for o caso, e o Ministério Público pediu, a investigação no inquérito, na verdade a coleta de informações no inquérito. Se houver indício de materialidade e autoria, o MP oferece a denúncia, o juiz dirá se esses indícios estão presentes ou não, faz a instrução penal para que com a maior brevidade possível não fique assim uma espécie de espada de Dâmocles no pescoço, inclusive do réu. É direito de todos. Então, não estou dizendo apenas que isso é importante para o juízo de acusação. É importante para a defesa, afinal, os condenados serão condenados porque a culpa restou provada, e os que não restarem a culpa num prazo razoável, célere, terão a sua absolvição. É disso que se trata, “dessolenizar” esses três momentos para que tenhamos mais julgamentos definitivos.

O sr. propõe mais alterações?
Cheguei a redigir um anteprojeto mudando o regime jurídico da prescrição criminal. Apesar de ser um dever constitucional, a ampla defesa e o devido processo legal, a forma como está no Código Penal e no Código de Processo Penal o regime jurídico da prescrição é uma porta aberta à impunidade.

O futuro ministro da Justiça e ex-juiz, Sérgio Moro, também quer propor mudança em leis. Como ele, o sr. pretende apresentar um pacote?São essas duas ideias, uma já feita e outras a fazer, e algumas outras que eu vou trabalhar pontualmente. Não há pacote, não tenho pretensão de fazer algo nesse sentido, até porque isso não compete a mim como magistrado. Compete a mim, como juiz de uma corte constitucional, dar sugestões a partir dos problemas concretos que temos aqui.

A chegada de Jair Bolsonaro à Presidência e de Moro à Justiça, ambos com discurso contra o crime e de combate à corrupção, favorece alterações legislativas?

Proponho alterações de natureza estrutural. Está na Constituição o prazo razoável da duração de processo. Governos têm projetos conjunturais. Se houver evidentemente um ambiente que acolha essa ordem de ideias, tanto melhor, mas eu não me refiro a este ou aquele momento. Essas são mudanças de médio prazo.

O pedido de rescisão do acordo de executivos da J&F põe em risco o futuro de delações no País?
São 110 colaborações que já passaram por mim. Só quatro estão sendo questionadas.
Mas nas quatro houve pedido de anulação de provas pelas defesas do presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves.

O questionamento que estou observando diz respeito à rescisão total ou parcial da colaboração. Em nenhum momento que pediu a rescisão o Ministério Público tocou na questão das provas. Pelo contrário, o MP diz que, independentemente do resultado, considera que as provas são válidas.
Em julgamento no ano passado sobre a delação, alguns ministros do STF falaram sobre possível anulação de provas.

Existe uma coisa que os julgadores dizem nos colegiados, que é o obiter dictum, ou seja, opiniões manifestadas no curso do julgamento, mas que não há sobre isso nenhum juízo de valor. Nas rescisões que estão comigo, não há menção do autor, MP, qualquer alegação de ilegalidade das provas. Vamos discutir o que foi pedido.
O que o julgamento significa para o futuro das delações?

Esse será um momento importante para estabelecer os limites e possibilidades das colaborações. Não vejo nenhuma possibilidade de ser colocado em risco o instituto da colaboração premiada. É uma das inovações legislativas mais importantes que o Brasil teve nos últimos tempos. Se há algum tipo de excesso, alguma circunstância, a jurisprudência certamente colocará limite nisso.

Breno Pires e Amanda Pupo, O Estado de S.Paulo

Renan Calheiros sai em defesa de João de Deus: “Não é um Roger Abdelmassih”

Frente à repercussão das denúncias contra o médium João de Deus – acusado de abusar sexualmente de uma série de mulheres, enquanto fazia atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio Loyola, em Abadiânia, Goiás –, o senador Renan Calheiros decidiu se posicionar sobre o assunto nas redes sociais.

De acordo com Renan, João de Deus é “um patrimônio nosso, da espiritualidade, da cura e da crença” e, por isso, não deve ser “prejulgado”. A declaração do senador, em defesa do médium, se posiciona contra todos os depoimentos já divulgados pela imprensa, de mulheres que se dizem vítimas de João e que detalham os abusos sexuais e os estupro praticados pelo líder espiritual.
“Deve sim ser investigado. Se for o caso, condenado. Jamais prejulgado, sangrando em vida, porque ele é um patrimônio nosso, da espiritualidade, da cura e da crença”, escreveu o senador. “Falo com a responsabilidade de quem fez a Lei Maria da Penha, cominou o Feminicídio na legislação, o Observatório do SF,avanços contra a violência,contra a pedofilia e todos de gênero”, continuou Renan Calheiros .

Em seguida, o senador afirmou que o médium não é o maior problema do Brasil e que deve continuar fazendo suas curas e seus trabalhos espirituais em Adadiânia. Renan chegou, inclusive, a compará-lo com o médico Roger Adbelmassih, para dizer que João não é um “qualquer”.

“O médium não é o maior problema do Brasil, não é um Roger Abdelmassih, um lasier qualquer, e deve, até pelo menos o trânsito em julgado, continuar curando a sociedade, que parece mais doente e odienta”, afirmou.

FONTE ÚLTIMO SEGUNDO

Raquel Dodge emite parecer e diz: “Lula não tem que dar entrevista. Ele é detento e não comentarista de política”

Rаԛuеl Dоdgе, Prосurаdоrа-gеrаl da República, еmіtіu um раrесеr ao STF contra o реdіdо іnѕіѕtеntе раrа que o ex-presidente Lula seja entrevistado dеntrо da cadeia.

Mаіѕ umа vez, o PT uѕа nоѕѕоѕ trіbunаіѕ (раgоѕ соm o dіnhеіrо dе nоѕѕоѕ impostos) раrа discutir questões іrrеlеvаntеѕ раrа o país.

Sіm, Luiz Inácio é іrrеlеvаntе раrа o раíѕ nеѕtе mоmеntо.

A ԛuеm interessa a еntrеvіѕtа dе um condenado? Somente ао PT.

Eѕѕа brincadeira dа іmрrеnѕа mаrrоm já ultrараѕѕоu tоdоѕ оѕ limites imagináveis.

Cаdа vez ԛuе Lulа асіоnа o STF, сеntеnаѕ dе ѕеrvіdоrеѕ e mіlhаrеѕ dе reais em rесurѕоѕ públicos são mоbіlіzаdоѕ.

O Supremo não é um trіbunаl еxсluѕіvо dо PT!

Nо dосumеntо, Raquel Dоdgе defendeu a lіbеrdаdе dе еxрrеѕѕãо e de іmрrеnѕа, mаѕ аlеrtа ԛuе, еm аlgunѕ саѕоѕ, existe a possibilidade de рrоіbіr ԛuе presos соnсеdаm entrevistas.

“O fаtо é ԛuе еlе [Lulа] é um detento еm pleno сumрrіmеntо dе реnа e não um соmеntаrіѕtа dе política. Cоnсluі-ѕе que a proibição dе ԛuе Luiz Inácio Lulа da Sіlvа conceda entrevistas еm áudіо e/ou vídeo, ареѕаr de ser restritiva da ѕuа liberdade dе еxрrеѕѕãо, é mеdіdа рrороrсіоnаl e аdеԛuаdа a garantir ԛuе аѕ finalidades dа реnа a ele imposta ѕеjаm concretizadas, ѕеndо, portanto, соmраtívеl соm a оrdеm jurídіса dо раíѕ”, lасrоu a PGR.

Para Dodge, рrеѕоѕ dеvеm сumрrіr penas com “соm dіѕсrіçãо e sobriedade”.

Fonte: diariodobrasil.org

Bolsonaro não tem um projeto para o País’, afirma Luciano Huck em entrevista

O apresentador e empresário Luciano Huck diz não enxergar nas propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro “um projeto de País”. Embora afirme que Bolsonaro “não enganou ninguém” durante a eleição e defenda um voto de confiança no futuro presidente, Huck cobra um plano de redução da desigualdade para o País “não ficar andando de lado para sempre”. O apresentador já admitiu que não tem mais como sair da “caixinha” da política, onde entrou quando passou a ser cotado como um potencial “outsider” na disputa presidencial deste ano. Após muitas especulações, ele não aceitou entrar na arena eleitoral. Na  entrevista que deu ao jornal  Estado de SP, Huck admite que centro está convergindo para um novo partido e comenta as acusações contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.