Lava Jato

Juiz Bretas, no despacho que ordena prisão de Temer, dá recado ao STF

Na decisão que ordenou a prisão de Michel Temer, Marcelo Bretas deu uma pancada no inquérito aberto por iniciativa do próprio STF para investigar supostas ameaças e ofensas aos ministros da Corte:

“Em primeiro lugar deve-se esclarecer que, se nenhuma investigação deve ser inaugurada por autoridade judiciária, em respeito ao sistema penal acusatório consagrado em nosso texto constitucional e em obediência ao princípio da inércia (o magistrado não deve agir de ofício, mas apenas mediante provocação das partes), que rege toda e qualquer atividade jurisdicional, verdadeira garantida da imparcialidade dos membros do Poder Judiciário nacional, não é permitido aos magistrados afirmarem, ab initio, quais crimes merecem ser investigados e a respeito dos quais haveria elementos probatórios mínimos a justificar a atuação ministerial e/ou policial. Essa ‘atividade judicial espontânea’, própria de sistemas inquisitórias, com a devida vênia, é totalmente vedada a qualquer membro do Poder Judiciário brasileiro.” ( as informações são do antagonista)

“Me chocou muito”, afirma Ives Gandra após prisão de Temer

Jurista, membro da Academia Brasileira de Direito e amigo de Michel Temer, Ives Gandra recebeu a notícia da prisão do ex-presidente, feita nesta quinta-feira (21) pela Lava Jato, com espanto. “Tenho muita admiração por ele. Nos encontramos poucas vezes desde que ele assumiu a presidência, mas a prisão me chocou muito”, afirmou.

Foram também alvos de mandado de prisão João Baptista Lima Filho, mais conhecido como coronel Lima, o ex-ministro de Minas e Energia Moreira Franco, Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa, Vanderlei de Natale e Carlos Alberto Montenegro. De acordo com a decisão do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, Temer é o líder da organização criminosa que movimentou R$ 1,8 bilhões em propinas em 40 anos.

Leia mais: Prisão de Temer é motivada por investigação sobre Eletronuclear

Para Gandra, a prisão de Temer é desnecessária e questionável. “Realiza-se a prisão preventiva quando há risco de o cidadão sair, segundo quando há risco de destruir documentos e ou provas, e terceiro quando se coloca em risco a segurança nacional. Nenhum dos três pontos ia ocorrer com o ex-presidente”, argumenta.

O juiz Marcelo Bretas justificou, no entanto, que a prisão de Temer era necessária para garantir a ordem pública e para que as atividades da suposta organização criminosa liderada pelo ex-presidente cessassem. Segundo o juiz, são evidentes pressupostos para o que chamou de “medida cautelar extrema”.

O jurista recorda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso pela Lava Jato em abril de 2018. O petista não foi preso preventivamente, mas, antes de ser levado para Curitiba, onde cumpre pena há menos de um ano, ele prestou depoimento na Polícia Federal de São Paulo de forma coercitiva. “Nem o Lula, que foi condenado em segunda instância, foi preso preventivamente”, justifica.

Em sua visão, a prisão de Temer enfraquece a democracia, pois “cria decisões não em função da necessidade da decisão em si, mas por causa da cinematografia política”. Gandra acredita que “irá existir anticorpos como reação da detenção”. “Todo mundo é contra a corrupção, mas o crime como tal deve ser apurado dentro da legalidade e com provas”, reitera.

Dessa forma, surge a disputa entre os poderes. Na quinta-feira (14), o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 6 votos a 5, que crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, quando investigados junto com caixa dois, devem ser processados na Justiça Eleitoral, e não na Federal, como queria membros da Lava Jato. Um revés para a força-tarefa.

“Tem uma exacerbação, no momento em que o crime deve ser apurado com serenidade, para que não haja injustiça. O que eu estou sentido é que isso (disputa) não auxilia em nada, ainda mais no confronto da CPI da Lava Toga, reação do Ministério Público Federal, e decisão do STF”, avalia o jurista. “É preciso relembrar o artigo 2 da Constituição, que prega a harmonia e independência entre os poderes.”

Questionado sobre sua relação de amizade com Temer, Gandra disse que quando o parlamentar foi presidente da República Federativa do Brasil, “não teve contato”. “Um ou outro em palestra, mas nada mais que isso”, conta. Ele explica que se afasta dos amigos que entram para o poder público, “para que mantenham a independência, tanto deles quanto a minha”.

Confira: Prisões de Temer e Lula fortalecem o Judiciário, dizem especialistas

Mas conta que, sim, tem admiração por ele. “Ele dentro do direito constitucional, e eu no tributário”, diz. “Eu conheço a qualidade intelectual dos livros que ele publicou. O ex-presidente já publicou três livros, são eles: “Elementos de Direito Constitucional”, “Anônima Intimidade” e “Democracia e Cidadania”. “Não estou a par do processo, mas na verdade, como amigo, isso me chocou muito”, finaliza.

O Brasil está sendo passado a limpo pela operação lava jato !!

PARABÉNS JUIZ MARCELO BRETAS. O BRASIL ESTÁ DO LADO DA LAVA JATO. O BRASIL ESTÁ DO LADO DA JUSTIÇA JUSTA, SEM VIÉS IDEOLÓGICO. LAVA JATO ORGULHO NACIONAL…..

O povo brasileiro precisa de mais homens como os Senhores!!! Esperamos que todos os envolvidos com essa esquerdalha bandida sejam presos!

Lava Jato do Rio mostrando como se faz! Fica cada dia mais visível o porquê de alguns “supremos” estarem com o ar de nervosismo.

 

 

Lava Jato: “Temer é chefe de organização criminosa há 40 anos e desvios chegam a mais de R$ 1 bilhão”

No despacho em que decretou a prisão preventiva de Michel Temer, o juiz Marcelo Bretas chamou o ex-presidente de “chefe de organização criminosa”.

As investigações apontam que a organização criminosa praticou diversos crimes envolvendo variados órgãos públicos e empresas estatais, tendo sido prometido, pago ou desviado para o grupo mais de R$ 1,8 bilhão”

Moreira Franco, sogro de Rodrigo Maia e amigo de Temer também é preso pela Lava Jato

Moreira Franco, amigo do Michel Temer e sogro do Rodrigo Maia, também foi preso hoje.
Aí você entende por que o Rodrigo está bravo com o Sérgio Moro…

O ex-presidente Michel Temer foi preso em São Paulo na manhã desta quinta-feira (21) pela força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro. Os agentes também prenderam o ex-ministro Moreira Franco sogro do presidente da câmara Rodrigo Maia no Rio. A PF cumpre mais 10 mandados de prisão, entre eles contra o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer.

Temer falou por telefone ao jornalista Kennedy Alencar, da CBN, no momento em que havia sido preso. O ex-presidente afirmou que a prisão “é uma barbaridade”.

 

Chefe da Polícia Federal toma medida para fortalecer e intensificar a lava jato

Luciano Flores, Superintendente da Polícia Federal no Paraná, afirmou hoje em Curitiba que a Lava Jato deverá ter uma fase por mês durante o ano de 2019.

Conforme informa o UOL, a Operação atingiu seu 5 ano com 60 operações realizadas. “Quando todos imaginavam que ela [Lava Jato] estaria em fase de declínio, terminando, na verdade a gente está com um bom planejamento para este ano de 2019, para ter pelo menos uma fase por mês. Nós temos material para isso” disse ele.

Raquel pede 18 investigações contra deputados e senadores do MDB, PT e Pros delatados por propinas na Petrobrás”

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (18), a abertura de 18 investigações autônomas envolvendo deputados federais e senadores do MDB, do PT e do Pros suspeitos de participação num esquema de pagamento e recebimento de propina na Petrobrás. Os inquéritos são embasados em duas colaborações premiadas ainda sob sigilo, homologadas pelo ministro Edson Fachin.
As informações são da Procuradoria-Geral da República. Os nomes dos colaboradores e dos políticos envolvidos não foram divulgados.
De acordo com a Procuradoria, Raquel pediu ‘ainda o desmembramento de parte dos processos, e a remessa ao juízo competente, dos documentos envolvendo pessoas sem foro por prerrogativa de função’. “A depender das irregularidades constatadas, Dodge opina pelo envio para a 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba e para a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro – onde tramitam inquéritos da Operação Lava Jato – ou para Procuradorias da República no Pará e no Rio de Janeiro, para acompanhamento”, afirma, por meio de nota.
Segundo a Procuradoria, neste pedido, Raquel ‘reconhece a nova jurisprudência da Corte a qual definiu que a competência é da Justiça Eleitoral para julgar os crimes federais comuns conexos com crimes eleitorais’. “No entanto, esclarece que a cisão requerida não implica em definição de competência judicial, que deverá ser posteriormente avaliada nas instâncias próprias e diante da denúncia feita pelo Ministério Público”.
“As indicações de declínio de competência feitas nesta fase investigatória [inquérito] têm base em juízos aparentes, incipientes e precários da participação de pessoa com ou sem foro com prerrogativa ou de elementos do tipo penal investigado, para o processamento do feito, e que o reconhecimento da competência judicial para processar e julgar a ação penal será feito no momento processual oportuno”, afirmou.
A PGR ressaltou ‘a importância da manutenção do sigilo dos depoimentos e das investigações em respeito ao estabelecido na Lei 12.850 – que regulamenta a colaboração premiada e também para garantir mais efetividade das investigações que serão iniciadas’. “Ao todo, são mais de 90 termos de colaboração cujas informações serão objeto de apuração”.

Lava Jato monta estratégia para manter investigações e continuar a caça aos ladrões do colarinho branco

Procuradores que atuam na investigação em Curitiba articulam estratégia para manter na Justiça Federal parte dos processos que apuram sobre corrupção e lavagem de dinheiro.

Na última quinta (14), o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que casos de corrupção associados a caixa dois de campanha devem ser remetidos à Justiça Eleitoral, e não à comum —o que, para a Procuradoria-Geral da República, pode impactar a apuração de crimes de corrupção.

Na mesma semana, ‘a força-tarefa viu ser suspenso o acordo com a Petrobras para criar um fundo bilionário anticorrupção e entrou na mira de inquérito aberto pelo STF para apurar supostas injúria e difamação contra ministros da corte’.

Reunidos neste sábado (16) na sede da Procuradoria em Curitiba para um ato de desagravo, membros da Lava Jato diziam ter passado pela semana de maior pressão desde que iniciada a operação, em 2014.

A decisão do STF sobre Justiça Eleitoral é considerada a mais crítica à investigação. A Procuradoria argumenta que os tribunais eleitorais não estão estruturados para julgar crimes complexos. Por isso, agora, força-tarefa centra esforços em reunir os melhores argumentos técnicos possíveis para que os processos da Lava Jato permaneçam na Justiça Federal e que novas investigações não sofram questionamentos de nulidade no futuro.
Uma das principais apostas é discutir, no caso a caso, quais são as provas de caixa dois e defender que sejam encaminhados à Justiça Eleitoral apenas casos em que o crime esteja efetivamente comprovado. Se um réu afirmar, por exemplo, que arrecadou propina para investir ilicitamente em uma campanha, a Lava Jato deve pedir a inversão do ônus da prova —ou seja, se o réu diz que havia caixa dois, então que demonstre.

“A alegação do réu não basta. Você precisa de documentos materiais que comprovem aquilo, sob pena de que a competência seja determinada pela livre vontade do réu”, disse à reportagem o procurador Deltan Dallagnol.

Numa segunda etapa, mesmo que os inquéritos e ações sejam enviados à Justiça Eleitoral, os procuradores ainda esperam que, eventualmente, o juiz ou promotor responsável decida arquivar a suspeita de caixa dois, reenviando o caso à Justiça Federal.

Isso pode acontecer porque o crime eleitoral prescreveu, por exemplo, porque não havia provas suficientes de caixa dois ou pelo entendimento de que ele está abarcado pelo crime de corrupção.
É a mesma brecha vista por alguns ministros do STF vencidos no julgamento de quinta. Reservadamente, afirmam que a decisão da corte apenas indica onde a investigação deve correr, mas não impõe.
Nessa avaliação, membros do Ministério Público e o juiz na primeira instância têm independência para avaliar qual é o foro competente para cada inquérito ou ação penal —o que pode levar os casos a voltarem à Justiça comum.
Foi o que ocorreu com parte de uma apuração sobre desvios em concessões rodoviárias no Paraná usados em campanha do ex-governador Beto Richa (PSDB). No ano passado, a Justiça Eleitoral recebeu o caso, por determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas arquivou o inquérito de crime eleitoral, atendendo a pedido do Ministério Público.

A juíza, na época, entendeu que não havia indícios suficientes da prática de caixa dois, mas de corrupção e lavagem de dinheiro. Assim, o caso foi reenviado à Justiça Federal.
Na sessão da semana passada no Supremo, ministros como Luís Roberto Barroso e Luiz Fux mencionaram em seus votos que um juiz eleitoral pode, após analisar um processo que lhe seja submetido, decidir que ele não é de sua atribuição. Então, na linguagem jurídica, esse juiz pode declinar da competência de um caso da Lava Jato em favor da Justiça Federal.

Sob esse entendimento, inquéritos ainda em apuração, por exemplo, podem ser enviados de antemão à corte eleitoral e retornar à Justiça comum, evitando assim questionamentos futuros.
O cenário é diferente para casos em que o próprio Ministério Público admite o caixa dois na denúncia. É o que ocorre em processos que envolvem, por exemplo, os marqueteiros João Santana e Mônica Moura—condenados por terem recebido US$ 4,5 milhões por serviços de campanha em contas não contabilizadas no exterior. Nesses casos, para os procuradores, não há escapatória a não ser enviar os casos à Justiça Eleitoral —e eventualmente torcer pelo arquivamento.

Ainda há uma terceira alternativa: argumentar que o julgamento do STF não tem repercussão geral e só diz respeito a casos específicos. Essa, porém, é considerada uma “estratégia kamikaze”, sujeita a inúmeros recursos e com elevada chance de derrota nas cortes superiores.
Por outro lado, denúncias que envolvem pagamentos a fornecedores e doações oficiais de campanha feitos com dinheiro de corrupção não seriam crime eleitoral, segundo os procuradores, pois foram contabilizados oficialmente, e não feitos em caixa dois.
“Mas tudo vai ser discutido. Vai ter habeas corpus, recursos, três instâncias. Esse é o problema”, diz Dallagnol. “Existem teses? Existem modos de defender? Sim. Mas isso está sujeito a uma discussão infinita.” Para o procurador, a decisão do STF traz à Lava Jato a “barreira das discussões formais de nulidade”, que acabaram com investigações anteriores contra a corrupção no Brasil, como a Castelo de Areia e a Satiagraha.
“Voltamos à era pré-Lava Jato. Isso vai drenar energia que poderíamos estar dedicando às investigações e ainda gerar risco de prescrição.”
As defesas já começaram a encaminhar pedidos de incompetência à vara onde corre a maioria dos processos da operação. Por ora, ainda não se sabe para onde podem seguir os casos da Lava Jato —para a Justiça Eleitoral do Paraná, por exemplo, ou para os estados em que os políticos foram eleitos. Isso também terá que ser discutido caso a caso.

“Lula negociou propina com presidente francês em compra de submarinos” Afirma Palocci

  • mar 18, 2019

O ex-presidente Lula teria combinado propinas com o então presidente da França Nícolas Sarkozy.

O ex-ministro de Lula, Antonio Palocci, afirmou nesta segunda feira (18) que na compra de helicópteros e submarinos franceses. O ex-presidente Lula teria negociodo propinas com o então presidente da França.

De acordo com o depoimento de Palocci, tudo teria sido tratado em uma reunião com Sarkozy que  virou a madrugada quando o então presidente francês visitou o Brasil em 7 de Setembro de 2019. As informações são do Infomoney.

“Ali se tratava da compra dos aviões caça, dos helicópteros e dos submarinos para a Marinha. Sobre os submarinos e os helicópteros, eu conheço várias situações de ilícitos”, disse Palocci.

Entretanto, Palocci negou saber de irregularidades sobre a compra de caças da França ou da Suécia, que é o alvo específico da ação penal na qual o ex-ministro prestou depoimento nesta segunda-feira (18).

PF manda celular de Irma de Aécio para os EUA

  • mar 18, 2019

5O iphone de Andréa Neves, Irma de Aécio Neves, que foi apreendido cerca de  um ano e dez meses atras está a caminho dos Estados Unidos, para uma tentativa de desbloqueio da senha de acesso.

Andrea foi presa em maio de 2017, na Operação Patmos, acusada de pedir propina a Joesley Batista, da J&F, no valor de R$ 2 milhões, em benefício de Aécio. Na época da suposta transação, o tucano era senador e presidente nacional do PSDB. Ambos foram denunciados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) em abril de 2017. Atualmente, ela responde o processo em liberdade.

Andreia se nega a informar a senha de seu aparelho, ela se vale de não ser obrigada a produzir provas contra ela mesma e, se os investigadores quiserem saber seus dados terão que descobrir a senha por outros meios.

A PF tenta acessar o conteúdo gravado no celular de Andrea desde o dia 18 de maio de 2017, quando apreendeu dois iPhones e um iPad na casa dela, em um condomínio de luxo em Brumadinho (MG). Dos três aparelhos, dois tiveram os dados extraídos, mas um deles segue imune às investidas.

O desbloqueio poderia ajudar na continuidade de investigações sobre os repasses da JBS ao parlamentar e à irmã dele, mas as apurações avançam independentemente disso.

Em um dos relatórios abordando essa dificuldade, um delegado citou o bloqueio com “código de usuário com número de dígitos indeterminado”. E informou que os equipamentos disponíveis só conseguem desbloquear iPhones com sistema operacional somente até o iOS 7. O telefone da irmã de Aécio é posterior: iOS.8.1. O que, escreveu, “impossibilitava, à época dos exames, o acesso ao conteúdo do aparelho sem que haja o fornecimento deste código de usuário”.

Para Evandro Lorens, da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, não existem celulares blindados. “O que pode tornar o acesso aos dados e a análise mais complexa é uma combinação de fatores, como as configurações de segurança, a complexidade das senhas, entre outros”, disse.

A posição de Andrea difere da adotada por seu primo, Frederico Pacheco. Alvo da mesma operação, ele entregou a senha do celular – o que a defesa ressaltou como “postura colaborativa”. O primo foi flagrado por ações controladas da PF recebendo dinheiro em espécie de um representante da J&F. O valor seria para Aécio. O deputado sempre negou a acusação e diz que pegou dinheiro empresado.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Durante a viagem do Presidente Bolsonaro e o Ministro Moro aos EUA, haverá troca de informações criminais com o FBI e a Polícia Federal.

O ministro Sergio Moro, responsável pela pasta da Justiça, autorizou a ida dos delegados Maurício Valeixo, Erika Marena e Igor Romário de Paula, para irem aos Estados Unidos na viagem que o Presidente Jair Bolsonaro fará ao país aliado. O próprio Sergio Moro estará presente na comitiva, e os delegados farão “visitas institucionais em Washington e Nova York”.

Conforme noticiado pelo site República de Curitiba, a Polícia Federal fará uma troca de informações criminais com o FBI. Além disso, na viagem será concedido ao Brasil o status de “aliado privilegiado”, condição que possibilita acordos comerciais e tecnológicos benéficos aos dois países.

Deltan Dallagnol: “Não desistam. Não desistiremos”

Deltan compartilhou um post do procurador da Lava Jato Roberto Pozzobon em sua rede social , escrevendo: “Não desistam. Não desistiremos”

Um país com um STF igual ao nosso, não precisa de inimigos… Ou o Brasil acaba com o Supremo, ou o Supremo acaba de vez com o Brasil… Parabéns Deltan pelo incansável trabalho contra o “Câncer” Corrupção que se instalou no Brasil e com o apoio do STF.

O BRASIL NÃO VAI DESISTIR DELTAN, O POVO ESTARÁ JUNTO COM VOCÊS NESTA BATALHA.

 

Beto Richa está convicto de que logo será libertado por Gilmar Mendes

A defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) disse por meio de nota que a prisão preventiva – por tempo indeterminado – do tucano nesta sexta-feira (25) afronta decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Segundo a defesa, além disso, os fatos usados para a decretação são antigos.
Richa foi preso em casa, em Curitiba, por volta das 7h desta sexta, conforme a Justiça Federal, na deflagração da 58ª fase da Operação Lava Jato.

JUSTIFICATIVA – A prisão foi justificada com base em uma tentativa de influenciar os depoimentos de testemunhas de uma investigação de esquema de lavagem de dinheiro. A investigação que originou o mandado de prisão apura supostos crimes na concessão de rodovias do estado.
“Os fatos ora invocados já foram anteriormente utilizados, na decretação das medidas cautelares expedidas contra o ex-governador. Cumpre registrar que o Supremo Tribunal Federal, ao julgar referidas medidas, reconheceu a flagrante ilegalidade na ordem prisão decretada”, diz trecho.

LEIA MAIS: Em nota pública, Lava Jato diz que Gilmar ‘se apoderou de jurisdição alheia’ ao soltar irmão de Beto Richa

DESCUMPRIMENTO – A defesa afirma que a prisão desta sexta tem “o evidente objetivo de desrespeitar os julgamentos proferidos pela Suprema Corte sobre o tema”. Richa ficou preso por quatro dias em setembro de 2018, sendo solto após decisão do ministro.
Ainda conforme a defesa, o ex-governador esclareceu todos os fatos, “não restando qualquer dúvida quanto à regularidade de todas as condutas praticadas no exercício de suas funções”. A defesa informou que confia que a Justiça reverterá a ordem de prisão.

DIZ A DEFESA – Leia a íntegra da nota dos advogados do ex-governador Beto Richa:
“1- Os fatos que conduziram à prisão do ex-Governador são antigos. Sobre eles, todos os esclarecimentos foram por ele devidamente esclarecidos, não restando qualquer dúvida quanto à regularidade de todas as condutas praticadas, no exercício de suas funções.

2- Mais do que isso. Os fatos ora invocados já foram anteriormente utilizados, na decretação das medidas cautelares expedidas contra o ex-Governador. Cumpre registrar que o Supremo Tribunal Federal, ao julgar referidas medidas, reconheceu a flagrante ilegalidade na ordem prisão decretada.
3- Na realidade, a prisão requerida pelo Ministério Público Federal afronta o quanto decidido pelo Supremo Tribunal Federal, com o evidente objetivo de desrespeitar os julgamentos proferidos pela Suprema Corte, sobre o tema.

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4- No mais, o pedido se lastreia em ilações do MPF, exclusivamente suportadas em falsas e inverídicas informações prestadas em sede de colaboração premiada, por criminosos confessos.
5- Em síntese, a prisão se baseia em fatos absolutamente requentados, carentes de qualquer comprovação e sobre os quais o Supremo Tribunal Federal já decidiu, no sentido de que os mesmos não justificam a decretação de prisão.
6- A defesa confia que o Poder Judiciário reverterá a ordem de prisão, que não atende a qualquer dos pressupostos exigidos em lei.”

A rede corrupta de Lula na América Latina

  • jan 14, 2019

O Globo, em editorial, festeja o julgamento de mais um comparsa de Lula que participou do esquema de propinas da Odebrecht e da OAS:

“O Equador prepara o julgamento por corrupção do ex-presidente Rafael Correa, de seu vice, Jorge Glas, e de mais sete ex-ministros e ex-secretários. Esse país de 16 milhões de habitantes, cuja economia tem porte equivalente à do estado do Espírito Santo, foi governado por Correa entre 2007 e 2017. A dimensão do legado de corrupção de Correa surpreende.

O ex-presidente, na década passada, foi um ícone de parte da esquerda que, patrocinada em petrodólares pelo venezuelano Hugo Chávez, propagandeava o breviário bolivariano no cenário político da América do Sul. No Brasil, o governo do PT foi além, com Lula abrindo os cofres do BNDES e privilegiando empresas como a Odebrecht em ‘parcerias estratégicas’ com Chávez e Correa.”

A caixa-preta do BNDES tem de ser aberta diretamente na cadeia.

Na volta do recesso, Lava jato prepara um “combo” e deve prender ex-presidentes da República, diz Jornalista

O jornalista Ricardo Cappelli afirma que a lava jato prepara um “combo”, no retorno do recesso, cujo objetivo seria prender ex-presidentes da República.

“Com o fim do recesso judiciário a Lava Jato e suas ramificações devem voltar a operar com força máxima.
Alcançaram seus objetivos e vão refluir? Não creio. Uma nova leva de prisões “espetaculares” não seria surpresa. Circulam boatos de que pode acontecer um “combo”, com outros ex-presidentes presos de uma só vez”, escreve Cappelli.
O articulista não declina quais ex-presidentes iriam fazer companhia a Lula, em Curitiba, mas de antemão especula-se em Brasília que seriam os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor de Mello e Michel Temer.
Fonte: Blog do Esmael

Em alegações finais, “CAPATAZ” de Lula complica ainda mais a situação do petista

Ex-SEGURANÇA de LULA pede ABSOLVIÇÃO sob a ALEGAÇÃO de que “APENAS CUMPRIA ORDENS”
O FATO notório é que Rogério Pimentel CONFIRMOU os CRIMES praticados pelo LULADRÃO

EM ALEGAÇÕES FINAIS, o ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ROGÉRIO AURÉLIO PIMENTEL, COMPLICOU AINDA MAIS a SITUAÇÃO do PETISTA.

PIMENTEL REITEROU tudo o que já havia dito em seu depoimento, CONFIRMANDO que RECEBIA ENVELOPES de DINHEIRO da ODEBRECHT, CUMPRINDO ORDENS EXPRESSAS de dona MARISA LETÍCIA.

O ex-segurança se auto intitula “CAPATAZ” das OBRAS do SÍTIO e PEDE a ABSOLVIÇÃO por NÃO ter ENVOLVIMENTO na ATIVIDADE CRIMINOSA ou em QUALQUER tipo de ACERTO ENVOLVENDO PROPINA, pois não tinha nenhum conhecimento sobre a origem ilícita dos recursos.

O MINISTÉRIO PÚBLICO, implacável, QUER a CONDENAÇÃO do ex-segurança, SUSTENTANDO que ELE teria AJUDADO a OCULTAR as VANTAGENS INDEVIDAS da OAS, Odebrecht e Schahin.
Independente de ser culpado ou inocente, o FATO NOTÓRIO é que ROGÉRIO PIMENTEL CONFIRMOU os CRIMES PRATICADOS pelo ex-presidente LULA. ( as informações são do Jornal da cidade online)

Defesa de Lula apresenta ‘alegações finais’ do Sítio de Atibaia e cita Tiradentes: “O enforcado que virou herói”

A defesa de Lula apresentou dia (7) as chamadas ‘alegações finais’ referentes ao processo do Sítio de Atibaia.
O ex-presidente é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva pelas reformas executadas no imóvel.
Uma banca composta por 10 advogados protocolou o documento pedindo a absolvição do réu por “insuficiência de provas” e “atipicidade das condutas” do processo.

Já na primeira página do documento, uma fala de Lula é citada:
“O herói não é o cara que enforcou Tiradentes. Foi o enforcado que virou herói”.
Será que o petista tá pedindo para ser enforcado ???
Uma curiosidade: No dia 19 de abril de 1789, Joaquim José da Silva Xavier (o Tiradentes) foi condenado à morte pelo crime de lesa-majestade (traição) … quanta coincidência!

Críticas a Sérgio Moro
Zanin, que é o líder da trupe de causídicos, criticou o ex-juiz da Lava Jato.
“Prática de atos por este Juízo, antes e após o oferecimento da denúncia,
que indicam a impossibilidade de o Defendente obter julgamento justo, imparcial e independente; magistrado que presidiu a fase de investigação atualmente é ministro do governo do Presidente eleito a partir de sufrágio que impediu a participação do Defendente …”

Trocando em miúdos:
Moro não foi justo em seu julgamento porque atualmente ele é ministro da Justiça
Agora a referência a Bolsonaro:
” … até então líder disparado em todas as pesquisas de opinião — a partir de atos concatenados praticados ou com origem em ações praticadas pelo mesmo juiz; Governo Federal sob a condução de Presidente da República que anunciou que iria “fuzilar petralhada” e que o Defendente deve “apodrecer na cadeia” e que seus aliados têm a opção de “deixar o país ou cadeia”, diz o documento.”( as informações são do diário do Brasil)