Cientistas israelenses dizem ter achado a ‘cura definitiva’ para o câncer

Cientistas israelenses que trabalham na empresa Accelerated Evolution Biotechnologies (AEBi), fundada no ano 2000, dizem ter conseguido criar um composto capaz de “curar completamente” o câncer em menos de um ano. A informação foi divulgada pelo jornal israelense The Jerusalem Post.

“Acreditamos que daqui a um ano teremos a cura completa para o câncer. Ela será eficaz desde o primeiro dia, durará algumas semanas e não terá efeitos colaterais sérios, além de ter um custo muito menor do que a maioria dos tratamentos existentes no mercado”, comenta o pesquisador Dan Aridor, diretor do conselho da AEBi, em entrevista para o periódico.

O tratamento está sendo chamado de MuTaTo (multi-target toxin, ou toxina de múltiplos alvos, em tradução livre) e consiste numa espécie de “antibiótico” contra o tumor, segundo o cientista.

O composto anti-câncer potencialmente revolucionário é baseado na tecnologia SoAP, que envolve a incorporação do DNA de determinada proteína dentro de um bacteriófago (vírus que infecta bactérias). Essa proteína é então exposta na superfície do micro-organismo “hospedeiro”. Com isso, os pesquisadores podem usar as proteínas exibidas pelos bacteriófagos como forma de rastrear interações com outras proteínas, com material genético ou com pequenas moléculas.

A ideia, segundo Aridor esclarece ao The Jerusalem Post, é que o tratamento seja capaz de atingir três alvos ou células cancerosas de uma só vez, o que o torna mais eficaz do que os remédios usados atualmente, que, normalmente, são direcionados a um alvo específico e que pode sofrer mutações e metástase (multiplicação).

O MuTaTo usa uma combinação de vários peptídeos para atingir cada tipo de célula cancerosa ao mesmo tempo, associada a uma toxina peptídica capaz de matar apenas o tumor. “Nós nos certificamos de que o tratamento não será afetado pelas mutações; as células cancerosas podem até sofrer mutações e ainda assim os receptores alvos acabarão sendo eliminados”, esclarece o pesquisador Ilan Morad, CEO da AEBi, também em conversa com o jornal israelense.

Por enquanto, a novidade foi testada apenas em cobaias e o próximo passo é passar para os testes clínicos, em pacientes com câncer. Eles não informaram quando isso será feito.

Publicado originalmente em: https://www.tnh1.com.br/noticia/nid/cientistas-dizem-ter-achado-a-cura-definitiva-para-o-cancer/

“Vamos construir um SUS juntos”, diz Mandetta, ao tomar posse no ministério da Saúde

O novo ministro da Saúde Henrique Mandetta afirmou nesta quarta-feira, 2, que sua gestão terá um compromisso grande com a família, fé e pátria e garantiu que não haverá retrocesso na Saúde. Em seu discurso de transmissão de posse, ele defendeu a necessidade de se garantir a equidade no Sistema Único de Saúde (SUS). “Não tem retrocesso, vamos cumprir a Constituição e é isso que pede o presidente”, disse. Ele salientou não haver “verdades absolutas” abaixo da Constituição e defendeu tratamentos diferentes para desiguais.

Médico ortopedista, Luiz Henrique Mandetta é ex-secretário de Saúde de Campo Grande (MS) e foi por duas vezes deputado federal pelo DEM. No parlamento, foi uma das vozes contrárias à criação do Mais Médicos, programa que agora ele pretende modificar. Na eleição do ano passado, Mandetta não se candidatou à reeleição e colaborou com o programa de governo de Jair Bolsonaro, na área da saúde.

Na semana passada, ao apresentar as prioridades para a pasta que agora chefia, Mandetta afirmou que irá coordenar um “choque de gestão”, com a unificação de compras e revisão de contratos nos seis hospitais federais do Rio.
Ao contrário de antecessores, Mandetta tem uma relação estreita com o Conselho Federal de Medicina. Essa proximidade se solidificou na campanha contrária ao Mais Médicos e ficou patente no discurso de transmissão de cargo nesta quarta.”Medicina não se ensina de atacado, não se aprende de orelhada”, afirmou, numa clara referência à expansão das faculdades.
Na despedida do cargo, o agora ex-ministro Gilberto Occhi fez um discurso afinado com seu sucessor. Disse ser favorável às bandeiras já anunciadas por Mandetta: a reformulação do Mais Médicos, o reforço na atenção básica e a revisão dos hospitais federais.
“Dentro daquilo que eu ouvi você falar nos últimos dias, concordo plenamente com a revisão dos hospitais e institutos federais no Rio de Janeiro, do programa Mais Médicos, com a saúde da Família sendo cada vez mais reforçada, o programa de vacinação e também a gestão da informação do ministério para que a gente possa ser mais eficiente e usar os recursos da melhor maneira possível”.

Com voz embargada, Occhi afirmou ter dado a Mandetta uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida e citou como desafios avançar na rotulagem de alimentos e na informatização da saúde.

Fonte Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

Carta aberta de Médica sobre o programa de saúde ‘SUS’

Em que momento da história republicana nacional, você assistiu o governo defender algo que não fosse exclusivamente vantajoso apenas pro governo e seus membros? .
Pois é. Quando o governo vem a público para defender um “programa social”, um “direito da sociedade”, uma “medida para ampliar os benefícios dos mais necessitados”, torna-se necessária uma tecla SAP, para traduzir em português claro, o idioma oficial dos burocratas do governo. Todas essas frases, no conjunto administrativo da governança pública, querem apenas dizer: VOU ARRANCAR MAIS DINHEIRO DE VOCÊS, SEM DAR NADA OBJETIVO OU ÚTIL EM TROCA.

Vejamos o SUS. Maravilhoso. No papel. É bom pro paciente? Não. É bom pro médico? Não. É bom pra equipe de enfermagem? Não. É bom pro hospital? Não. É bom pra quem então?

O SUS na concepção atual, não serve a ninguém. Serve apenas e tão somente, como mera desculpa útil para o governo tomar dinheiro da sociedade, sem dar nada em troca.

“Malévola! Coxinha! Insensível!”

Não. Realista. Não estou aqui dizendo que a saúde pública e gratuita deve acabar. Não mesmo. Estou dizendo que o SUS é ruim e deve ser profundamente reformulado ou extinto.

Enquanto não colocamos o dedo na ferida, a nobre casta dos “homens do governo”, continua a gastar desmedidamente, como se não houvesse amanhã. E certamente não haverá.

Enquanto nos enchemos de pudores, evitando a realidade, vivemos um mundo onírico, onde o governo finge que nos beneficia, enquanto o resto vive o pesadelo de pagar a conta. Cada vez mais alta. Para um serviço cada vez pior.

*Médica em Santa Catarina

MILITANTES DO MST NA MEDICINA DE CUBA – MST SELECIONAVA MILITANTES

Militantes de esquerda eram selecionados pelo MST para ir a Cuba estudar medicina, ou seja para se pós graduar no comunismo, técnicas de guerrilha e lavagem cerebral. Militantes selecionados declaram em vídeo que passavam por treinamentos em revolução socialista. Bolsonaro acabou com a farsa.

“Objetivo do Mais Médicos era lavar dinheiro”, diz Merval Pereira

Merval Pereira, em uma coluna do O Globo, explicitou provas de que, conforme Ronaldo Caiado havia denunciado, o programa Mais Médicos em acordo com Cuba, era apenas um meio de lavar dinheiro para financiar o PT.
Segue abaixo a transcrição do texto:
“Quando o hoje governador eleito de Goiás Ronaldo Caiado denunciou no Senado que o acordo com Cuba para o programa Mais Médicos seria uma maneira de “lavar” parte do dinheiro, que voltaria ao Brasil para financiar o PT, parecia mais uma denúncia sem comprovação de um inimigo dos petistas.
Agora, no desdobramento dos telegramas que a “Folha de S.Paulo” revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.
Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que “o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel”.
Os cubanos propuseram “um mecanismo de compensação” para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos.
Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de “ajuda humanitária” como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.
O caráter pecuniário do programa, em benefício da ditadura cubana, explica porque o governo petista não se interessou, ao longo desses anos, em montar um programa de estímulo para que médicos brasileiros fossem substituindo gradativamente os estrangeiros, na maior parte cubanos.

Se fosse um “programa de solidariedade”, como também era chamado, não teria sido rompido abruptamente, sem que fosse feita uma tentativa de negociação com o futuro governo. Ou, pelo menos, haveria uma retirada gradual dos médicos, dando tempo ao novo governo de reorganizar a situação médica nos grotões brasileiros.
Imaginemos se organizações realmente humanitárias como o Médicos Sem Fronteira, ou a Cruz Vermelha, cujos integrantes trabalham em lugares inóspitos e têm que enfrentar guerras e ditaduras sanguinárias, decidissem abandonar seu trabalho por alguma dificuldade com os governantes locais.
Tudo foi feito como um acordo comercial, e dessa maneira foi rompido por Cuba com a chegada de um novo governo, crítico à ditadura cubana. A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) só entrou na negociação justamente para que o convênio tivesse ares de ajuda humanitária.
Os telegramas da embaixada brasileira em Havana revelam que partiu de Cuba a proposta para criar o programa Mais Médicos no Brasil, justamente para viabilizar recursos para a ditadura, que tem na exportação de mão de obra médica um dos seus três maiores produtos, só perdendo para a cana de açúcar e o tabaco.
O Brasil aceitou exigências de Cuba de não realizar o Revalida, programa que avalia a capacidade dos médicos estrangeiros, nem permitir que eles exercessem a profissão fora do programa, para evitar que pudessem pedir asilo e trabalhar aqui. As questões jurídicas deveriam ser levadas à “Corte Cubana de Arbitragem Comercial Internacional”, sob suas normas processuais, na cidade de Havana, e no idioma espanhol.
Como não se sabe nem mesmo quanto o Brasil pagou nesses cinco anos de convênio com Cuba, e nem a forma do pagamento – se como compensação pelas obras da Odebrecht em Cuba, ou através das OPAS – será preciso agora abrir a caixa preta do BNDES para entender exatamente o que aconteceu.
A empreiteira Odebrecht estava envolvida em todas as obras de infraestrutura de Cuba, especialmente no Porto de Mariel, e é possível que pelo menos parte desse dinheiro tenha sido transferida para o PT, dentro do sistema de financiamento de obras públicas exportado pelo governo petista para muitos países da América Latina. Vários desses governantes estão hoje ou presos ou respondendo a processos.”
Informação do MBLNews.

Inscritos no Mais Médicos já podem começar a trabalhar

Os profissionais que estão inscritos nas vagas abertas pelo programa Mais Médicos podem, a partir desta sexta-feira (23), entregar a documentação no município escolhido para atuar e começar a trabalhar na cidade escolhida. O prazo segue até o dia 14 de dezembro.
Para os ainda interessados em preencher uma das vagas, o prazo limite de registro foi prorrogado até o dia 7 de dezembro. Os trabalhadores com registro no Brasil têm prioridade.

A prorrogação ocorre devido a uma instabilidade do site do programa. Segundo o Ministério da Saúde, o problema foi causado pelos ataques cibernéticos identificadas desde o primeiro dia de inscrição.

Até o início da noite desta quinta-feira (22), o número de inscritos para o Mais Médicos já soma 11.429. Desses, 5.212 foram efetivadas e 3.648 profissionais selecionaram o município de atuação.
A abertura das 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas foram abertas após Cuba anunciar a saída do programa devido a declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Alexandre Padilha chora o fim do programa que garantiu uma bolada mensal à ditadura dos irmãos Castro

Alexandre Padilha chora o fim do programa que garantiu uma bolada mensal à ditadura dos irmãos Castro e submeteu médicos cubanos ao trabalho escravo.

“Senhor presidente eleito, suas declarações já quase significaram perdas no comércio exterior. Agora impactam a saúde dos mais vulneráveis. É melhor já ir se acostumando: o senhor é presidente eleito, não mais animador de redes”. (Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde de Dilma Rousseff, ao comentar o fim do Mais Médicos, programa que implantou para garantir uma bolada à ditadura dos irmãos Castro e ressuscitou a escravidão feita sob medida para jalecos importados da ilha-presídio) (As informações de Augusto Nunes da veja)

Alguém já teve a oportunidade de cobrar de Alexandre Padilha uma explicação para a reportagem sobre os telegramas a respeito do programa Mais Médicos?

Alguma explicação para esse VERGONHOSO acordo “entre compadres” para financiar a DITADURA CUBANA?

A caixa-preta do Mais Médicos. Mais uma falcatrua do PT que vem a tona

A ditadura cubana rompeu o Mais Médicos porque Jair Bolsonaro prometeu abrir a caixa-preta do BNDES.

Diz Merval Pereira:

“No desdobramento dos telegramas que a Folha de S. Paulo revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.

Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que ‘o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel’.

Os cubanos propuseram ‘um mecanismo de compensação’ para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos (…)

Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de ‘ajuda humanitária’, como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.”

84% das 8.517 vagas disponibilizas para substituir os cubanos no Mais Médicos já foram preenchidas

O Ministério da Saúde registrou, até as 8h desta sexta-feira (23), que 84% das 8.517 vagas disponibilizas para substituir os cubanos no Mais Médicos já foram preenchidas.

O Ministério da Saúde registrou, até as 8h desta sexta-feira (23), que 84% das 8.517 vagas disponibilizas para substituir os cubanos no Mais Médicos já foram preenchidas.

7.154 profissionais já escolheram onde vão atuar e estão definitivamente alocados no programa.

As inscrições, que iriam até domingo (25), foram prorrogadas até 7 de dezembro devido a ataques cibernéticos.

CAI MAIS UMA NARRATIVA DA ESQUERDA..

Governo federal gasta R$ 268 milhões em 145 UPAs prontas e fechadas

Falta de planejamento, promessas eleitorais e baixo orçamento dos municípios. Essas são algumas razões para o desperdício de mais de R$ 268 milhões investidos pelo governo federal na construção de 145 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) que, embora estejam prontas, permanecem de portas fechadas em todas as regiões do Brasil.

Criadas para o atendimento emergencial da população, essas unidades de saúde acumulam poeira enquanto sua demanda é escoada para as filas de outros hospitais. São Paulo é o estado com mais UPAs de portas fechadas: 22 postos. É seguido pela Bahia e Pará, com 13 prédios cada um, Paraná, com 11, Ceará, com 10, Rio Grande do Sul e Pernambuco, com 9 cada um.
Goiás (8), Mato Grosso (8), Piauí (5), Espírito Santo (5), Tocantins (5), Minas Gerais (5), Santa Catarina (4), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Norte (3), Rondônia (3), Paraíba (2), Amazonas (2) e Amapá (1) completam o ranking.

Em média, cada unidade custou R$ 1,8 milhão aos cofres públicos. A mais barata saiu por R$ 35.700, em Realeza, no Paraná. As mais caras custaram R$ 4 milhões. São as UPAs de Fortaleza, Cariacica (Espírito Santo), Belém e Bacabal (Maranhão), entregues entre 2016 e fevereiro deste ano.

Mas existem UPAs prontas e sem uso há mais tempo. Dezesseis delas estão trancadas desde 2014, quatro foram entregues em 2013 e outras quatro em 2012. A unidade mais antiga espera há sete anos para receber pacientes.

As informações são do UOL

 

 

 

Políticos do PT cogitam alegar ‘problemas mentais’ para soltar o condenado Lula

Políticos do PT têm procurado jornalistas para “plantar” a informação de que andam preocupados com a saúde mental do presidiário, citando alterações de humor, abatimento e até supostas “falhas de memória”. O objetivo, que mal disfarçam, seria criar um ambiente para arrancar dos tribunais a decisão “humanitária” de transferir para o regime de prisão domiciliar o petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O temor dos apoiadores do reeducando é que os processos pendentes de julgamento, cinco no total, possam resultar em novas condenações.

Lula e seus apoiadores já acham que Sérgio Moro pode não ter sido seu juiz mais rígido. A substituta Gabriela Hardt é ainda mais dura.

Fiel à estratégia de hostilizar quem investiga e julga, a defesa de Lula questiona a competência da juíza Gabriela Hardt para julgar o detento.

A armação começou com plantações em publicações amigas sobre o “coitado” do presidiário, “tão velho e abatido” e até “meio esquecido”.

Documentos sigilosos revelam que o programa Mais Médicos foi sugerido por Cuba, e não pelo Brasil

Documentos oficiais revelados agora mostram que o programa Mais Médicos foi sugerido por Cuba, e não pelo Brasil. E que os dois governos negociaram em sigilo para driblar o Congresso e evitar a reação negativa da classe médica brasileira.

Lula vai tramar “doença” para picar a mula e ganhar prisão domiciliar.

A aparência envelhecida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria impressionado alguns juízes de tribunais superiores em Brasília. Segundo apurado pela jornalista Mônica Bergamo, do jornal ‘Folha de S. Paulo’, a possibilidade de insistir na prisão domiciliar do petista voltou a ser discutida em gabinetes.

Preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde abril, após ser condenado em segunda instância, no âmbito da Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente prestou depoimento à Justiça na última quarta-feira (14).

Mesmo preso e com as regalias que são tantas, que nem parece estar cumprindo pena. Trata-se de outro plano do Lula e advogados, para alegar que ele está doente ou sofrendo risco de vida e pedir prisão domiciliar!
E com a mídia esquerdista divulgando que Lula tá envelhecido, deprimido, doente, etc… Só pra causar comoção pública, e ele conseguir prisão domiciliar.

Pelo jeito que está indo, já já terá vídeo do Lula muito doente, pedindo prisão domiciliar…

Médicos Cubanos já tinham entrado na Justiça por salário integral e direito de ficar no país

Pelo menos 154 ações são movidas na Justiça por 194 médicos de Cuba que vieram ao Brasil pelo programa Mais Médicos, de acordo com o Ministério da Saúde. Eles pedem para permanecer no país e receber o valor integral do salário que, pelo acordo estabelecido no programa, era transferido ao governo cubano e repassado apenas parcialmente aos profissionais.

As ações na Justiça são contra a Organização Panamericana de Saúde (Opas), intermediária do convênio, a União Federal e/ou o governo de Cuba. O caso foi publicado pelos jornais “The New York Times” e “O Globo”.

O advogado André Santana Correa, que com dois sócios representa parte dos médicos em ações na Justiça Federal do Distrito Federal, diz que os cubanos alegam falta de igualdade de condições em relação aos brasileiros e estrangeiros, como os argentinos, ao não conseguir renovar por mais três anos a participação no programa.

O G1 teve acesso a dois processos em que o juiz decide a favor dos médicos, exigindo o restabelecimento no Mais Médicos e a continuidade do visto no Brasil.

O Ministério da Saúde informa que parte dos médicos cubanos consegue renovação, mas que isso fica a critério do governo de Cuba. Afirma ainda que os “profissionais [de Cuba] mantêm o vínculo de trabalho com seu país de origem. Assim, os médicos cubanos, pela cooperação, estão em missão no país — diferente dos demais participantes que entraram no programa por meio de uma seleção via edital, e cujo vínculo é direto com o Ministério da Saúde do Brasil”.

No acordo que trouxe os cubanos ao Brasil, ficou estabelecido que o governo brasileiro deve pagar os salários deles à Opas, que então os repassa ao governo de Cuba, que é responsável pelo contrato com os médicos.

Essa forma de pagamento é alvo de outro pedido nos processos movidos pelos cubanos. Eles querem o recebimento do valor integral pago pelo governo brasileiro. Desde o início do programa, o Ministério da Saúde transfere à Opas o valor de R$ 10.570, reajustado neste ano para R$ 11.520. Os profissionais cubanos então recebem cerca de R$ 3 mil — o resto fica com o governo de Cuba.

Dr Rey foi pedir pro Bolsonaro pra ser o Ministro da Saúde

O cirurgião plástico famoso por tratar de várias artistas internacionais  Dr. Robert Rey chegou há pouco à casa de Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca. Ele disse a jornalistas que vai pedir para ser ministro da Saúde no governo de Bolsonaro.

Diz que vai acabar com o SUS e que todos os brasileiros terão sistema privado de saúde. “Nos Estados Unidos é assim”, ele diz.

Brasil tem mais de 1,9 mil casos de sarampo confirmados

  • out 6, 2018

Até o dia 1º de outubro, 1.935 casos de sarampo foram confirmados no Brasil – sendo 1.525 no Amazonas e 330 em Roraima. O Amazonas contabiliza ainda 7.873 caso em investigação e Roraima, 101. Casos isolados foram registrados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), Rio Grande do Sul (33), em Rondônia (3), Pernambuco (4), no Pará (14), Distrito Federal (1) e em Sergipe (4).

Ainda de acordo com a pasta, dez mortes por sarampo foram confirmadas, sendo quatro em Roraima (3 estrangeiros e 1 brasileiro), quatro no Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 em Manaus e 2 no município de Autazes) e dois no Pará (indígena e venezuelano).

Campanha

Balanço divulgado hoje (3) pelo ministério aponta que 97,7% das crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos foram vacinadas contra o sarampo, enquanto 97,9% receberam a dose contra a poliomielite. Até o momento, 15 estados atingiram a metade 95% de cobertura para as duas vacinas.

Alerta

O Brasil tem até fevereiro de 2019 para reverter os surtos de sarampo registrados em diversas áreas do país – sob pena de perder o certificado de eliminação da doença, concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016. O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizações da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio de Janeiro.

O critério adotado pela entidade para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano.

“Sabemos que os casos no Brasil são de importação, lamentavelmente, pelas condições de saúde em que vive a Venezuela. Mas só estamos tendo casos de sarampo no Brasil porque não tínhamos cobertura de vacinação adequada. Se tivéssemos, esses casos viriam até aqui e não produziriam nenhum tipo de surto”, destacou a assessora da Opas.

Com informações Agencia Brasil

Brasil espera bater recorde de doação de órgãos em 2018

  • set 28, 2018

O Ministério da Saúde espera atingir, até o final do ano, o maior número de doação de órgãos desde 2014. Entre janeiro e junho deste ano a pasta registrou crescimento de 7%, em relação ao ano passado, no número de doadores efetivos de órgãos – aqueles que iniciaram a cirurgia para a retirada de órgãos com a finalidade de transplante.

O número de doadores no primeiro semestres passou de 1.653 em 2017 para para 1.765 em 2018 e a expectativa é chegar a 3.530 até o final do ano. O Ministério da Saúde estima que vai alcançar recorde nos transplantes de fígado (2.222), pulmão (130), coração (382) e medula óssea (2.684), até o final de 2018.

Entre os órgãos que tem mais demanda do que oferta para doação, o pulmão é o que apresenta maior defasagem, segundo o presidente da Associação Brasileira de Transplante de Orgãos (ABTO), Paulo Pêgo Fernandes. A demanda potencial desse órgão para atender uma população de 210 milhões de pessoas seria de 1,6 mil doações. “A maior defasagem teórica entre o número de transplantes realizados e o número de transplantes necessários é o de pulmão, é o que necessitaria aumentar mais a oferta. O transplante de pulmão exige mais atenção, poucos estados fazem. É um órgão que exige mais cuidado e tratamento mais adequado do doador”, explica Fernandes.

A expectativa do Ministério da Saúde é realizar 24,6 mil transplantes até o final do ano, sendo 8.690 de órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim e pâncreas) – maior número dos últimos oito anos. Os transplantes de córnea apontam redução em 2018 em razão da redução da lista de espera em alguns estados. Amazonas, Ceará, Goiás, Pernambuco e Paraná são considerados em situação de lista zerada com relação ao transporte de córnea.

Rio de Janeiro – O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva inaugura ala com quatro novos leitos, no Centro de Transplante de Medula Óssea (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Centro de Transplante de Medula Óssea do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro – Tânia Rêgo/Agência Brasil
Lista de Espera
A lista de espera registrou queda de 6% em relação ao mesmo período ano passado passando de 44.005 parar 41.266 o número de pessoas que aguardam por uma doação de órgãos no país. Apesar da diminuição em relação ao ano anterior, a lista ainda está acima dos patamares atingidos em 2016 (41.052 ) e 2015 (41.236).

“Houve um aumento de casos da lista de 2017 e uma redução em 2018, estabilizando se você considerar os últimos anos. Precisamos priorizar as campanhas, conscientizar a população e fazer essa relação direta com as famílias para que a gente possa aumentar tanto o número de doadores quanto o de transplantes para reduzir efetivamente os números”, afirmou o ministro da Saúde interino, Adeílson Cavalcante.

Para o presidente da ABTO as campanhas ajudam, mas tem limitações. Ele aponta como medidas efetivas para aumentar o número de doações de órgãos o treinamento de equipes multidisciplinares de saúde com relação ao diagnóstico de morte encefálica e a criação de centros regionais de transplante.

“Você tem quem treinar pessoas a nível de Brasil inteiro no sentido dessa questão: de fazer diagnóstico e de saber como conversar, explicar essa situação para os familiares. Outra questão são os centros regionais de transplante, porque o fato de o país ser muito grande, dependendo do órgão você não consegue transportá-lo do Norte para o Sul a tempo, ficaria muito tempo fora do corpo e, com isso, inviável para utilização”, afirma Fernandes.

O Ministério da Saúde informou que repassa recursos para estados e municípios qualificarem profissionais de saúde envolvidos nos processos de doação de órgãos e tecidos. O orçamento federal para esta área é de R$ 1 bilhão. A pasta diz que vai ofertar 74 oficinas de capacitação para 4 mil médicos até 2020 em atendimento à nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) para o diagnóstico da morte encefálica.

Estrutura de atendimento
O Sistema Único de Saúde (SUS) é o maior sistema público de transplante do mundo sendo responsável por cerca de 96% dos transplantes realizados no país. O Sistema Nacional de Transplantes é formado pelas 27 Centrais Estaduais de Transplantes; 13 Câmaras Técnicas Nacionais; 504 estabelecimentos e 851 serviços habilitados; 1.157 equipes de transplantes; 574 Comissões Intra-hospitalares de Doações e Transplantes; e 72 Organizações de Procura de Órgãos (OPOs).

Transporte
As companhias de aviação civil transportaram, entre junho de 2016 até junho deste ano, a partir do termo de cooperação firmado com o Ministério da Saúde, 9.236 órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, rim e pulmão) e tecidos. Em relação ao primeiro semestre deste ano, houve crescimento de 6% em comparação ao primeiro semestre de 2017, passando de 2.327 itens transportados, entre órgãos, tecidos e equipes para 2.474. Já a FAB transportou entre junho de 2016, quando saiu o Decreto Presidencial nº 8.783, de junho de 2016, até junho deste ano, 513 órgãos sólidos (coração, fígado, pâncreas, rim e pulmão) e tecidos.

*Colaborou Débora Brito