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Bombeiros de Brumadinho vão para Moçambique salvar vitimas do Ciclone Idai

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Bombeiros de Brumadinho vão para Moçambique salvar vitimas do Ciclone Idai

Os heróis de Brumadinho devem chegar a Moçambique nos próximos dias

Bombeiros que trabalharam incansavelmente nas buscas das vitimas do rompimento da barragem da Vale em brumadinho (MG), embarcam para Moçambique com missão de ajudar às vitimas do Ciclone Idai. 

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais confirmou a informação de que um grupamento que atuou em brumadinho partirá para auxiliar na localização de sobreviventes e na diminuição do sofrimento de milhares que lidam com falta de comida.

Brumadinho(MG)

Há 62 dias o Corpo de Bombeiros segue em busca de vítimas em Brumadinho. Segundo a Defesa Civil, 216 pessoas morreram e outras 88 ainda estão desaparecidas. A Barragem do Feijão, controlada pela Vale, se rompeu em 25 de janeiro. Casas estão destruídas e o Rio Paraopeba morto.

O Ciclone Idai

Ciclone Idai visto do Alto / Foto Reprodução

 

Desabrigados em Moçambique / Foto Reprodução

O ciclone Idai, foi de longe um dos eventos climáticos mais catastróficos  das ultimas décadas na região, Moçambique, Zimbábue e Malawi foram atingidos por ventos de mais de 170 quilômetros.

A destruição deixada pelo Idai foi tanta que este pode se tornar a maior tragedia humana do Hemisfério Sul. Até o momento forma confirmadas mais de 700 mortos e existem milhares de desaparecidos.

A Organização das Nações Unidas pede o equivalente a R$1 bilhão, em doações para financiar a ajuda para Moçambique pelos próximos meses.

Resgates

Em Moçambique, uma zona de 100 quilômetros de extensão está totalmente inundada, segundo o ministro do Meio Ambiente, Celson Correia.

Existe um “oceano” isolando completamente muitos povoados, disse à AFP um trabalhador humanitário que não quis se identificar.

Além disso, a capacidade de algumas represas está se aproximando de seu nível máximo, indicaram várias ONGs.

Desabrigados em Moçambique / Reprodução TV Globo

O presidente Nyusi pediu para aqueles que vivem perto de rios na região que “deixam a área para salvar suas vidas”, porque as autoridades poderiam não ter outra escolha senão abrir as barragens, apesar de as terras já estarem inundadas.

Tanto em Moçambique como no Zimbabué, muitas pontes e estradas foram arrasadas pela água, complicando as operações de socorro.

Em botes infláveis ou em helicópteros, os trabalhadores humanitários continuavam a socorrer as pessoas que se refugiaram em árvores e telhados.

“Nas árvores, as pessoas têm de lidar com cobras, insetos, animais”, disse à AFP Ian Scher, presidente da organização sul-africana Rescue SA, que participa das operações de socorro em Moçambique.

Mas as operações são complicadas pela falta de helicópteros.

“Salvamos aqueles que podemos, mas muitos vão morrer”, advertiu Scher em Beira, uma cidade do centro de Moçambique. “Temos que tomar decisões difíceis. Às vezes podemos salvar apenas duas pessoas a cada cinco. Às vezes deixamos comida e vamos socorrer outras pessoas em maior perigo”, explicou.

Via: Coluna Brasil 

 

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