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Bolsonaro rebate críticas sobre falta de agenda: “Não quero paternidade de nada”

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Bolsonaro rebate críticas sobre falta de agenda: “Não quero paternidade de nada”

De volta ao Brasil após visita oficial à Argentina, o presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta sexta-feira (7) as críticas do presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) às “trapalhadas” do governo e a possibilidade de que pontos polêmicos do decreto que alterou o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) sejam derrubados na Câmara.

Em visita ao Rio de Janeiro, Bolsonaro declarou estar disposto a ouvir “gente com conhecimento” e afirmou que “a iniciativa das leis não é exclusiva do presidente”. As frases foram ditas por Bolsonaro após a cerimônia de formatura do curso especial de habilitação para promoção a sargento, no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA) da Marinha, na Zona Norte do Rio.

Questionado por jornalistas sobre as declarações de Alcolumbre à GloboNews nesta semana , de que “falta agenda” ao governo federal, Bolsonaro dividiu com Câmara e Senado a responsabilidade de construir um projeto de país. “Projeto as Casas legislativas podem ter. A iniciativa das leis não é exclusiva do presidente. Não quero paternidade de nada, quero que o país vá para frente”, afirmou.

O presidente defendeu ainda o decreto sobre as leis de trânsito que, entre outras mudanças, alterou a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de cinco para dez anos, o limite de pontuação (de 20 para 40 pontos) antes da perda da carteira e que estabeleceu punição apenas com advertência em caso de transporte de crianças sem cadeirinha em carros de passeio .

Por iG Último Segundo – Com informações da Agência O Globo | 07/06/2019 13:16

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Alcolumbre disse que governo comete trapalhadas todo dia e vê falta de agenda para o Brasil; presidente dividiu responsabilidade com o Congresso
Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro rebateu críticas de Alcolumbre
De volta ao Brasil após visita oficial à Argentina, o presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta sexta-feira (7) as críticas do presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) às “trapalhadas” do governo e a possibilidade de que pontos polêmicos do decreto que alterou o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) sejam derrubados na Câmara.

Em visita ao Rio de Janeiro, Bolsonaro declarou estar disposto a ouvir “gente com conhecimento” e afirmou que “a iniciativa das leis não é exclusiva do presidente”. As frases foram ditas por Bolsonaro após a cerimônia de formatura do curso especial de habilitação para promoção a sargento, no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA) da Marinha, na Zona Norte do Rio.

Questionado por jornalistas sobre as declarações de Alcolumbre à GloboNews nesta semana , de que “falta agenda” ao governo federal, Bolsonaro dividiu com Câmara e Senado a responsabilidade de construir um projeto de país. “Projeto as Casas legislativas podem ter. A iniciativa das leis não é exclusiva do presidente. Não quero paternidade de nada, quero que o país vá para frente”, afirmou.

O presidente defendeu ainda o decreto sobre as leis de trânsito que, entre outras mudanças, alterou a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de cinco para dez anos, o limite de pontuação (de 20 para 40 pontos) antes da perda da carteira e que estabeleceu punição apenas com advertência em caso de transporte de crianças sem cadeirinha em carros de passeio .

“A segurança dos filhos é responsabilidade de pai e mãe em primeiro lugar. Não é porque não está na lei que eu vou conduzi-los de forma irresponsável”, disse Bolsonaro. “Acho que todo mundo gostou, por exemplo, de tirar o monopólio do Detran para tirar o atestado médico. Queremos reduzir o custo da carteira de motorista”.

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De volta a Brasília
Bolsonaro foi acompanhado no evento pela primeira-dama, Michelle, pelos deputados federais do PSL Eduardo Bolsonaro (SP), seu filho, e Hélio Lopes (RJ), e também pelo deputado Marcel von Hattem (RS), do Partido Novo, que tem mostrado alinhamento com o governo federal em votações no Congresso.

Os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa) também acompanharam a cerimônia, que contou ainda com a presença do comandante da Marinha, almirante Ilques Barbosa Junior, do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e do governador Wilson Witzel.

De acordo com o cerimonial, cerca de 2,5 mil formandos do CIAA estavam convidados para a cerimônia, que começou por volta das 10h15m e durou cerca de 1h.

Bolsonaro retornou na manhã desta sexta de visita oficial à Argentina , onde se reuniu com o presidente Mauricio Macri. Após a cerimônia de formatura de sargentos da Marinha, Bolsonaro segue para Brasília.

Fonte: Último Segundo

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