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Argentinos copiam fiscais do Sarney em pleno 2020

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Argentinos copiam fiscais do Sarney em pleno 2020

Em sua cruzada para conter uma das taxas de inflação mais altas do mundo (em 2019 chegou a 53,8%), o governo do presidente argentino Alberto Fernández anunciou que capacitará aposentados para que atuem no controle do programa de preços congelados, o chamado “Preços Cuidados”.

 

O acordo entre a Secretaria de Comércio Interior e a Anses (o INSS local) foi anunciado durante o fim de semana, enquanto Fernández tenta obter o apoio de governos europeus no processo de renegociação da dívida da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e credores privados.

O programa Preços Cuidados inclui 311 produtos, com preços congelados em muitas redes de supermercados do país, e vem sendo aplicado por vários governos, mas existem muitas queixas da população e a taxa de inflação continua nas nuvens.

Segundo os dados oficiais, em janeiro, os preços subiram 2,93%. “Para garantir a eficiência do programa Preços Cuidados é fundamental a participação da cidadania. Todos temos que ir aos supermercados e controlar os preços”, declarou a secretária de Comércio Interior, Paula Español.

Reduzir a inflação foi uma das promessas de campanha de Fernández, embora o presidente tenha sido bastante mais cauteloso do que seu antecessor, Mauricio Macri (2015-2019). Quando era candidato, Macri assegurou que baixar a inflação era algo simples e seria conseguido “como conseguiram tantos outros países no mundo”.

Analistas consideram que seu excesso de otimismo em relação aos preços internos foi um de seus principais erros como candidato e como presidente. Fernández tem se mostrado mais moderado e disse aspirar a uma taxa de um dígito no final de seu mandato.

 

 

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