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Alexandre Garcia enquadra o STF “Que tal liberar saúde, educação e segurança em vez de drogas?”

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Alexandre Garcia enquadra o STF “Que tal liberar saúde, educação e segurança em vez de drogas?”

Um recado para o Supremo

O jornalista Alexandre Garcia foi direto no ponto em relação a liberação da drogas. “Que tal antes liberar saúde, educação e segurança?.”

“Neste domingo (3), em 40 cidades brasileiras, um grupo contra a legalização das drogas fez manifestações, porque o Supremo está examinando um pedido sobre o assunto, ou, seja, vai legislar mais uma vez. Será que eles vão incluir na Constituição a liberação de drogas?

As pessoas que entraram nessa manifestação dizem que antes é preciso liberar a saúde, a educação e a segurança pública para depois pensar em coisas mais complicadas como é a liberação de drogas. Legalizar as drogas vai abrir as portas, piorar a situação que já está muito ruim. As drogas que entram, as que passam, e o pior, as drogas que ficam no país.”

“O poder que emana do povo está saindo das redes sociais
O estado brasileiro, nos governos petistas, tentou regular os meios de informação, o que não foi conseguido. A novidade agora são os meios de comunicação no meio digital. O mundo digital surpreendeu muita gente quando, em outubro, elegeu um presidente da República.


O estado brasileiro sempre com aquela vontade de manter tudo sobre controle fez uma CPI que, no fundo, no fundo, é uma tentativa de controlar esse mundo cibernético. Eu li no livro Homo Deus, do Yuval Harari, afirmações sobre isso. O livro diz que a tecnologia vai superar a política. A tecnologia surpreende até os eleitores.

O governo vem tentando regular esse mundo digital e não consegue. Não acompanharam o nascimento do mundo digital e agora ele já está com vida própria. Ele se reproduz e atualiza com mais rapidez do que o nosso cérebro é capaz de acompanhar.

Os políticos que não querem ser superados pelo mundo digital estão correndo atrás porque eles querem ter o monopólio da política. Esse monopólio foi destroçado pelo mundo digital. O poder que emana do povo está saindo das redes sociais. Houve uma pulverização do poder. Cada pessoa que está com o celular tuitando é como antigamente alguém gritando na praça pública.”

Comentários

Pai, casado, católico, editor de notícias e Brasileiro com muito orgulho. Um cidadão em pleno gozo de seus direitos constitucionais e de opiniões pessoais.

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