Connect with us

Noticia Brasil Online

Alcolumbre repudia presidente da CCJ em pautar votação da PL de prisão em 2ª instância marcada para próxima semana

BRASIL

Alcolumbre repudia presidente da CCJ em pautar votação da PL de prisão em 2ª instância marcada para próxima semana

Não poderia ser diferente, ver o presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), investigado em dois inquéritos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter cometido suposto crimes relacionados à sua campanha de 2014, quando se elegeu senador, questionar a posicionamento da presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal) senadora Simone Tebet (MDB-MS), por ter pautando para próxima semana a votação do PL (Projeto de Lei) da prisão em segunda instância, na qual alguns ministros do Supremo, tiveram a cara de pau, em decidirem que réus, bandidos, criminosos, estupradores, chefe do crime organizados, empresários e políticos do mais alto escalão, exemplo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado duas vezes em 2ª instância, nos caso triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, só poderão ser presos após o trânsito em julgado. Ao ponto da CCJ, afirmar segundo o site G1, que cerca de 5 mil presos que certamente deverão ser beneficiados pela mudança de entendimento, inclusive 38 condenados na Operação Lava Jato.

A realidade é que, o senador Davi Alcolumbre, nã passa de uma especie “genérico”, do senador Renan Calheiros (MDB-AP), que segundo o artigo publicado na terça-feira (2) pelo jornalista André Richter, Agência Brasil, informou que a Segunda Turma do STF, aceitou uma das inúmeras denúncias contra o senador Renan pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

 

O fato neste caso, é que Davi Alcolumbre, teve a cara de pau em dizer que: “Considero a legitimidade da presidente de pautar, vários senadores fizeram esse pedido, mas eu estou ainda na tese de que foi conciliado na nossa reunião com o presidente da Câmara dos Deputado (Rodrigo Maia do DEM,RJ – outro político investigado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro) que, por unanimidade, apoiaram a tese da construção do texto de consenso. Vamos ouvir mais os senadores, mas eu fico com a tese da reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.” – O Antagonista.

Toda está discrepância dos ministros do Supremo, Marco Aurélio de Mello (relator do caso), Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, o decano Celso de Mello, e o ex-advogado do Partido dos Trabalhadores (PT), e atual presidente do STF, Dias Toffoli, se serviu para um único objetivo, libertar o ex-presidente Lula. Tanto que alguns dos procuradores da Lava Jato chegaram afirmar em nota que a decisão do STF impactará nos resultados da força-tarefa. E que este novo entendimento dos ministros “está em dissonância com o sentimento de repúdio à impunidade e com o combate à corrupção).

Fonte: O Antagonista

Comentários

Pai, casado, católico, editor de notícias e Brasileiro com muito orgulho. Um cidadão em pleno gozo de seus direitos constitucionais e de opiniões pessoais.

Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais em BRASIL

Em Alta

Estamos no Twitter

BRASIL

To Top