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A Amazônia, a cobiça internacional, a Maçonaria e o serviço secreto do Vaticano

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A Amazônia, a cobiça internacional, a Maçonaria e o serviço secreto do Vaticano

Simon Wiesenthal não é uma lenda, ele existiu de carne e osso como nós todos, sobreviveu ao Holocausto nazista depois de obrigado a trabalhar como escravo em mais de dez campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, na qual perdeu quase uma centena de parentes assassinados e viu sua mãe ser levada para execução. Foi libertado pelos americanos em um campo na Áustria (Mauthausen).

Arquiteto, pesquisador metódico e lógico. Analista incansável no campo da Inteligência, dedicou a maior parte da sua vida trabalhando na obtenção de informações sobre criminosos de guerra nazistas espalhados pelo mundo após o termino do conflito.

JULGAMENTO – Seu objetivo sempre foi levar os criminosos a julgamento nos tribunais – jamais execuções sumárias. Foi o operador de Inteligência na localização e prisão de mais de 1.100 criminosos de guerra nazistas. Não obstante sua moral inatacável, reconhecida internacionalmente, e competência profissional, Wiesenthal foi perempto ao declarar em uma entrevista: “O melhor e mais efetivo serviço de espionagem que conheço no mundo é o do Vaticano”.

Ele reconhecia que o serviço de espionagem do Vaticano era superior e mais eficiente do que o dele. Essa importante e abalizada declaração – que pode ser entendida como um elogio ou um aviso-alerta – nos conduz que façamos uma breve retroativa no tempo do serviço de espionagem do Vaticano, outrora conhecido como a Santa Aliança.

OBJETIVOS –  Já foi dito e escrito que as ações da Santa Aliança sempre foram ajustadas aos momentos históricos. Inicialmente, o objetivo era derrubar a Rainha Isabel I da Inglaterra e, junto com ela, eliminar o protestantismo. Não conseguindo o intento, com o passar do tempo sua ação foi direcionada no sentido de manter o território ainda não conquistado pelos protestantes e conquistar novos territórios e zonas de influência, tendo, no passado, utilizado o método rotineiro de dominar homens e mulheres com a pregação do medo, através da fé, sendo que o desenvolvimento dessas operações incluíam também atender as demandas da Inquisição.

Associações eram e foram feitas pela Santa Aliança com as mais diversas organizações, mesmo criminosas e amorais, desde que delas tirasse algum proveito. Seriam necessários escrever muitos livros para descrever essas operações desde o século XVI.  O presente estudo investigativo nos levou a uma sequência de fatos históricos – penso que até hoje não relacionados entre si por nenhum pesquisador – fatos que não podem ficar no contexto de simples coincidências.

MAÇONARIA – No ano de 1717, iniciou-se a fase mais recente da Franco-maçonaria com a formação da Grande Loja da Inglaterra. A Franco-maçonaria tinha por filosofia e objetivo a paz e a harmonia entre os “homens livres e de bons costumes”, recebendo como Irmãos pessoas de todas as religiões.

Nos primeiros anos, antes que a Igreja fizesse qualquer pronunciamento formal sobre a Franco-maçonaria, muitos católicos e jacobitas ingleses já haviam nela ingressado e participavam de seus trabalhos. Esse fato foi fundamental para se alastrar na Europa continental a filosofia proposta pela Franco-maçonaria. A cúpula da Igreja  entendeu que isso representava o risco de diminuir seu poderio no continente.

A IGREJA REAGE –  Em razão desse contexto, o papa  Clemente XII assinou a Bula “In Eminenti Apostolatus Specula”, excomungando todos os Franco-maçons e também a todos que os ajudassem ou com eles mantivessem relacionamento, aos quais proibia “…recebê-los em suas casas ou habitações ou escondê-los, associar-se a eles, juntar-se a eles, estar presente com eles ou dar-lhes permissão para se reunirem em outros locais, para auxiliá-los de qualquer forma, dar-lhes, de maneira alguma, aconselhamento, apoio ou incentivo, quer abertamente ou em segredo, direta ou indiretamente, sobre os seus próprios ou através de terceiros; nem a exortar outros ou dizer a outros,  incitar ou persuadir a serem inscritos em tais sociedades ou a serem contados entre o seu número, ou apresentar ou a ajudá-los de qualquer forma…”.

Ainda havia outras proibições, inclusive, com a utilização dos serviços da Inquisição. As punições atingiriam a “… todos os fiéis de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade ou preeminência, seja esta clerical ou laica, secular ou regular, mesmo aqueles que têm direito a menção específica e individual, sob qualquer pretexto ou por qualquer motivo…”.

Treze anos depois de entrar em vigor essa Bula, ela foi ratificada pelo papa Bento XIV, com a assinatura da Bula “Providas Romanorum”,  em 1751.  Assim, nos anos iniciados em 1800 havia duas Bulas papais que proibiam fiéis leigos e religiosos de manter qualquer contato com a Franco-maçonaria, sob risco das punições grafadas naqueles documentos.

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL –   Não obstante os textos rigorosos das Bulas mencionadas, o fato concreto é que, no período que antecedeu a Independência, vários religiosos católicos participavam ativamente na Maçonaria, ou sejam: Frei  Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio, Cônego Belchior Pinheiro de Oliveira, Padre Januário da Cunha Barbosa, Padre Manuel Teles Ferreira Pita, Padre João José Rodrigues de Carvalho Coleta e Frei Carlos das Mercês Micheli.

Por muito estranho que possa parecer, era na cela do Frei Francisco de Santa Teresa de Jesus Sampaio que se realizavam reuniões secretas dos partidários da Independência.

Foi nesse contexto que, em 17 de junho de 1822, a Loja “Comércio e Artes na Idade do Ouro” em sessão histórica, resolveu criar o “Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano”, que depois viria a ser denominado de “Grande Oriente do Brasil” e, para que essa iniciativa tivesse amparo nas leis maçônicas, foram criadas mais duas lojas pelo desdobramento de seu quadro de filiados, surgindo assim as Lojas “Esperança de Niterói” e “União e Tranqüilidade”, se constituindo nas três Lojas Metropolitanas, sendo que os religiosos foram distribuídos entre elas.

RELIGIOSOS NA MAÇONARIA? – E os textos das Bulas papais que proibia, não foram respeitados? As Bulas foram desobedecidas por atos de rebeldia pelos religiosos? Não devemos olvidar que a situação do país era latente rebelião, pois os brasileiros não admitiam voltar a ser colônia de Portugal.

Bem informado dessa situação, ao partir de volta para Portugal, em 26 de abril de 1821, D. João disse para seu filho: “Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me hás de respeitar, do que para alguns desses aventureiros”.  E o Clero tinha pleno conhecimento dessa situação, pois vários religiosos católicos, por serem membros de Lojas Maçônicas, eram participantes do movimento que objetivava a Independência do Brasil

MISSÕES SECRETAS – Seriam esses fatos – participar do movimento de Independência do Brasil e da Maçonaria –  mais importantes para os religiosos do que respeitar as Bulas papais que excomungavam e puniam os que ajudavam os maçons e a Maçonaria?  Ou os religiosos estavam cumprindo missão a eles confiada por serem membros do serviço de Inteligência da Santa Sé?

Até hoje não temos ciência que esse fato tenha sido esclarecido. O que temos lido é que: 1) após proclamada a Independência, em 25 de março de 1824 foi outorgada a primeira constituição brasileira, a Constituição Política do Império do Brasil, na qual está expresso em seu artigo 5º:  “A Religião Católica Apostólica Romana continuará a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão permitidas com seu culto doméstico, ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo.”   2) A Igreja jamais puniu qualquer um daqueles religiosos membros da Maçonaria …

ATUAL CONJUNTURA – Já foi dito e escrito que atualmente, em pleno século XXI, embora seja negada sua existência oficialmente, o serviço secreto do Vaticano, ou a Santa Aliança, continua operando, sempre no sentido de manter o poder através da fé e obter resultados patrimoniais operando em conjunto com grandes interesses internacionais.  E o Brasil agora foi a vítima escolhida, por ter sido traído por sucessivos governos civis, impatrióticos, corruptos e se encontrar dividido, enfraquecido política e economicamente.

Assim, a cobiça internacional sobre a Amazônia ressurgiu com todo o vigor e agora tem o ostensivo apoio do Vaticano, cujo Papa é um homem nascido na Argentina.  Frise-se que a Argentina possui mais índios que o Brasil, mas não tem terras na Amazônia. Assim, Sua Santidade está a cavaleiro para fazer apelos e renová-los até que seus parceiros, os líderes do mundo, “salvem” a Amazônia, dividindo entre si suas riquezas, atualmente pertencentes ao Brasil e ao povo brasileiro.

SÍNODO DA AMAZÔNIA – Com esse objetivo, atendendo à insaciável cobiça internacional, o papa Francisco fará realizar o Sínodo da Amazônia, em Roma, no próximo mês de outubro. Assunto de interesse brasileiro tratado por estrangeiros, em território estrangeiro. É clara a violação da soberania brasileira.

Só que o Brasil não está mais na mão de traidores e civis. É dirigido por governo escolhido pelo povo, com assessores militares especializados na área de Inteligência, que já detectaram a intenção internacional nociva ao Brasil. Na história do Brasil, até hoje não há registro de militar traidor da pátria.  É nossa esperança que eles continuarão a cumprir o seu dever.

FONTE: Celso Serra da tribuna da internet

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